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domingo, 5 de dezembro de 2021

Projeto Eco Juá é lançado em Cruz e Jijoca de Jericoacoara

 

Com o objetivo envolver a sociedade em torno das questões relativas à preservação do meio ambiente e sustentabilidade, promovendo o descarte correto do óleo vegetal usado no dia-a-dia para fabricação de outros produtos, os municípios de Cruz (foto) e Jijoca de Jericoacoara aderiram ao Eco Juá.

O Programa é uma parceria dos municípios com o Grupo Juá e Consórcio Público de Manejo dos Resíduos Sólidos da Região do Litoral Norte (CPMRS-RLN). O programa fará a distribuição de coletores em pontos estratégicos na sede e nas praias dos municípios, evitando o descarte irregular.

Fonte: http://www.oacarau.com/2021/12/projeto-eco-jua-e-lancado-em-cruz-e.html

terça-feira, 12 de maio de 2020

Exemplo de uma vida longa e sadia

Dona Nova, sogra do mano Chaga Valdo, de 95 anos (nascida em 05/08/1925). Todo ano ela faz seu plantio de legumes. Hoje por exemplo, aproveitou o dia ensolarado para limpar o terreno onde plantou e já colheu abóboras, feijão e milho. Ela já está deixando o terreno pronto para o novo plantio na próxima temporada de chuvas. Isto ela está fazendo enquanto espera chegada da safra dos cajus, quando ela levanta as 05 horas e faz a colheita dos frutos e prepara as castanha para a venda. Dona Nova usa o dinheiro para comprar peixe fresco todo dia, pois ela não quer comida nenhuma que foi colocada em geladeira. Tudo para ela tem que ser natural.

domingo, 4 de agosto de 2019

SENAR CAPACITA FRUTICULTORES EM LAGOA DO MATO


JacintoPereira.com

Fruticultores do Município de Cruz-CE são capacitados em fruticultura Irrigada na Comunidade Rural de Lagoa do Mato.

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Cruz. Fruticultores das Comunidades Rurais de Canafístula, Cedro, Cruz, Frei Jorge, Iús, Lagoa do Mato, Lagoa Salgada, Paraguai, Poço Doce e Preá, participaram de uma capacitação sobre fruticultura irrigada, que foi ofertado pelo SENAR, em parceria com a ADCLAM – Associação de Desenvolvimento Comunitário de Lagoa do Mato, Cujo Presidente é o Senhor Oderno Paiva.

O curso, com Carga Horária de 24 horas/aulas, durou três dias, de 31 de julho a 02 de agosto (quarta, quinta e sexta feiras) e foi ministrado pelo Instrutor do Senar-CE, Professor Janílson de Sousa Morais e Coordenado por Paulo James, também do SENAR. O Curso, com Certificado, tinha como objetivo capacitar produtores rurais para produção de frutas usando métodos modernos de irrigação com economia de água e produção orgânica.

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A ementa do curso constava de sistemas de irrigação, preparação de covas, espaçamento, adubação, podas, controle de pragas e doenças em plantas frutíferas usando métodos alternativos para produção orgânica.

O curso foi avaliado, pelos cursistas, como sendo de muita importância para os fruticultores, pois, lhes proporcionou novos conhecimentos, para os que já atuam na produção de frutas e também qualificou aqueles que objetivam iniciar a implantação de um pomar em suas propriedades, visando uma renda a mais para os Agricultores Familiares participantes do curso.

A participação teve cem por cento de aproveitamento, tanto nas aulas práticas quanto na teoria ministrada em sala de aula.

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Outra importância deste curso foram os momentos de socialização entre os fruticultores, que trocaram suas experiências e fortaleceram os laços de amizades, uma vez que reuniu pessoas de dez comunidades circunvizinhas.

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As habilidades e conhecimentos dos instrutores tornaram o curso interessante e foram decisivos para manter os cursistas animados e demonstrarem interesses pelo conteúdo do curso assegurando suas permanências até o final do curso.

O Engenheiro Agrônomo Antonio dos Santos, que é Presidente da FAC -Federação das Associações Comunitárias do Município de Cruz, também participou do curso e disse ser uma oportunidade de atualizar e adquirir novos conhecimentos, pois, considerou os instrutores altamente competentes e muito bem preparados e habilidosos na transferência de conhecimentos e usou material impresso de excelente qualidade e fez atividades práticas bem objetivas.

Dr. Lima

terça-feira, 25 de agosto de 2015

PROJETO MANDALLA, A ESPERANÇA DE UM FUTURO MELHOR

 

Cruz. Nos dias 11, 12 e 13 de maio, aconteceu uma capacitação sobre o Projeto Mandalla no Município de Cruz. O Curso sobre Práticas Alternativas de Sanidade e Produção Vegetal contou com a participação de Agricultores Familiares, homens e mulheres integraram a turma, que alternou aulas práticas com teoria recheada com vídeos onde mandalleiros mostravam suas experiências com esta nova modalidade de produzir alimentos saudáveis sem aplicação de agrotóxicos e usando alternativas de adubação por compostagem, controle de pragas por inseticidas naturais, além de aprenderem técnicas de produção de biofertilizantes naturais usando matéria prima local.

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Sec. Carlão – Dr. Ximenes - Dra Sara

O curso foi ministrado por dois técnicos da SDA, profundo conhecedores do segredo mandalla, Dr. Ximenes e Feijãozinho, Engenheiros Agrônomos com larga experiência em implantação de Mandallas com mais de 700 unidades já instaladas em todo o Ceará.

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Preparo da Compostagem

A capacitação foi uma antiga solicitação do Secretário de Agricultura do Município Carlos Cesar, que tem sido um grande incentivador de adoção de técnicas que venham a favorecer a Agricultura Familiar.

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Coentro

Com o incentivo e apoio técnico oferecidos aos horticultores, as mandallas já começam a mudar a paisagem rural com o verde exuberante das hortas que se espalham pelas diversas comunidade rurais. Cebola, coentro, alface, tomate, rúcula, pimentão, maxixe, banana e outros vegetais alimentícios já começam a despertar o interesse dos Agricultores Familiares.

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Cebola

Em visita técnica aos produtores, já se ouve relatos de famílias que sobrevivem da produção exclusiva de hortaliças.

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Dr. Feijãozinho - SDA

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Incrível mas é verdade

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109 municípios do Ceará estão com problema de falta de água. Na minha comunidade, Cavalo Bravo, no Distrito de Caiçara no município de Cruz-CE, a água está a mais de dez metros abaixo do nível que costumeiramente fica nesse período. Os poços artesianos onde se usa bombas manuais, já estão secos. Nesse período as lagoas da comunidades estavam cheias, tomando quase todas as áreas mais baixas. Agora, estão todas completamente secas e a água se encontra a mais de seis metros de profundidades nos lugares mais baixos. Os criadores da  comunidade estão desistindo dessa atividade. É uma situação que eu não conhecia, coisa que não acontecia a mais de cinquenta anos. Esse problema afeta a produção de frutas. Até os coqueiros, que tem raízes muito longas, indo buscar água a grande profundidade, estão com problema para produzir. A produção de caju, é outra que foi bastante afetada por essa baixa das águas. A sensação que se tem, é que o lençol de água subterrâneo está num nível mais baixo do que o nível do mar.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

RANCHINHO DE TAIPA ONDE MORA A FELICIDADE

 

Cruz. Na zona rural do Município de Cruz, a 300km de Fortaleza, Zona Litoral do Extremo Oeste do Ceará ainda encontramos habitações modestas, onde mora a felicidade e a paz, onde a natureza e as gentes simples do campo trabalham e vivem em perfeita harmonia com a natureza.

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Ranchinho de palha

Que abriga você e eu

Onde tudo é amor

Onde o chão é de areia

Onde nós dois se agasalha

Nesta casinha tão feia

Mas pouca gente é feliz como nós

Luiz Gonzaga

Tive a oportunidade de visitar toda a zona rural do Município de Cruz. Estive em todas as comunidades rurais, que são mais de 40 em todo o Município de Cruz. Visitei mais de 500 residências conversando com as famílias, dialogando com eles e ouvindo suas histórias, seus lamentos, reinvindicações, mas também presenciei momentos de alegria, confraternização e solidariedade entre esta gente humilde do campo. Gente humilde que ainda bota as cadeiras nas calçadas, alpendres ou latadas para prosear com a vizinhança e botar as notícias em dia. Encontrei muitas mulheres reunidas que ainda preservam a cultura de trabalhar com linha fazendo as tradicionais varandas de parede. Vi o exercício deste oficio nas comunidades de Porteiras, Pitombeiras, Lagoa Salgada e Canafístula.

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Na agricultura, as plantações estão muito diversificadas e em diferentes estágios de desenvolvimento, pois, enquanto uns já fazem colheitas de milho e feijão, outros estão nos primeiros estágios de desenvolvimento de sua lavoura. A irregularidade das chuvas, no tempo e no espaço, não permitiu uniformidade nas plantações, fazendo com que muitos agricultores tenham que pedir por mais chuvas até o tempo da colheita. Os métodos tradicionais de práticas agrícolas ainda estão presentes em suas atividades, pois juntas de bois inda ajudam na lida do campo tracionando arados para capinas e revolvimento dos solos agrícolas.

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O camponês é gente simples, humilde e acolhedora, alguns sisudos, mas, gente boa; enquanto outros são alegres a extrovertidos. Sempre a recepção vinha acompanhada de um aperto de mão, uma xícara de café, um doce caseiro, melancia ou mesmo um simples copo de água fresca de um velho e tradicional pote de barro. Tudo servido com muita satisfação. Foi um momento de reencontro com amigos que não os via, já fazia algum tempo.

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Confesso que muitas vezes fiquei emocionado, pois, fazia-me voltar no tempo, e relembrar da época da minha vida no campo, no Sertão do Rio Grane do Norte, na zona rural da minha querida Augusto Severo-RN, quando fazia estas mesmas atividades, com a pele ressecada pelos raios do sol, que provocava um calor intenso e abrasador, e as mãos cheias de calos, produzidos por rudimentares instrumentos de trabalho: foice, enxada, machado e marreta.

Que fazia eu, então, com estas visitas?

Estava visitando os camponeses inscritos no Programa Nacional de Habitação Rural, um Programa do Governo Federal que visa construir casas populares para quem não tem casa ou habita em moradias inadequadas ou ainda para aqueles que moram em casas alugadas ou de favores, ou até mesmo para resolver a situação de várias famílias que compartilham o mesmo teto.

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Mudar esta realidade é uma das principais metas do Governo Municipal do PT, que tem a frete da administração Adauto, um administrador comprometido com o bem estar da população rural do Município de Cruz.

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Ter vida digna no campo é um direito que todo cidadão camponês tem, que foi uma conquista da sociedade rural com a administração do PT que luta para mudar a realidade vivida pela gente humilde do campo que também merece uma vida de conforto e bem está para toda família.

Outra situação difícil, não menos desconfortável para o homem do campo, é a falta de água para o consumo humano e animal. O lençol freático está muito profundo e a água é de qualidade muito ruim. Muitas cacimbas já secaram.

A precipitações pluviométricas registradas este ano tem sido de pouca intensidade, não suficiente para reabastecer os aquíferos, que nem subiram de nível. Um carro pipa do PAC 2 está atendendo aos casos mais difíceis.

O Prefeito tem se preocupado com esta situação e está implantando sistemas de abastecimento de água nas comunidades rurais, em parceria com as associações, pelo Programa do Governo Federal Água para Todos. Onde não é possível implantar o sistema de abastecimento de água através de rede de distribuição, uma equipe está trabalhando para construir cisternas e polietileno para atender a 1.251 famílias que habitam localidades isoladas e inóspitas.

A luta tem sido incansável para melhorar a qualidade de vida das populações mais carentes da zona rural, que propõe proporcionar uma estrutura de melhor qualidade para o nosso trabalhador rural que é quem garante a alimentação e a matéria prima para tudo que é consumido neste País, portanto, digno de toda a nossa admiração e respeito.

Dr. Lima

sábado, 3 de agosto de 2013

Farinhada à moda antiga

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Ontem 02 sexta-feira estive na Casa de Farinho do meu amigo João Albano, próximo da lagoa da Jijoca. Já tinham terminado de torrar a farinha e estavam fazendo os beijús e as tapiocas (coisas que já ajudei a fazer a muitos anos). Meu pai tinha uma Casa de Farinha, onde nós fazíamos as farinhadas. A nossa era sempre feita no mês de agosto, era um mês inteiro só das nossas roças, nos outros meses o meu pai alugava para aqueles que não dispunha de um aviamento (como era chamado). O pagamento do aluguel era feito com farinha, goma, casca da mandioca ou a maniva (pé de mandioca), mais conhecida como a forragem, que usávamos para alimentar os animais durante o verão. Quando eu trabalhava nas farinhadas da minha comunidade, ainda não tinha um motor para serrar a mandioca e a prensa ainda era de palha de carnaúba. Hoje, ao invés da roda ou caititu para serrar a mandioca e a prensa de palha usa-se o parafuso para prensar e usa-se sacos de alinhagem (estopa) ou sacos fibra de plástico, para secar a massa da mandioca. Estou falando de como se fazia na minha comunidade. Nada era fácil, mas era animado o trabalho, por vários motivos: Muita gente trabalhando e principalmente porque a maioria desses trabalhadores eram moças e rapazes solteiros, possibilitando alguns romances amorosos. Tempos bons que se foram.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Para FAO, mandioca pode ser o alimento do século 21

 

Foto: Marco Ankosqui/Agência IstoÉ

Foto: Daniel Wainstein/Agência IstoÉ

A mandioca pode se transformar no principal cultivo do século 21 se for cultivada com um modelo de agricultura sustentável que satisfaça o aumento da demanda. Quem defende a ideia é a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Por meio de um comunicado, a entidade presidida pelo brasileiro José Graziano destacou que a produção mundial de mandioca aumentou 60% desde 2000. Uma das razões para o crescimento é o elevado preço dos cereais, o que transforma o tubérculo em uma alternativa “atrativa” ao trigo e ao milho. A partir da mandioca é possível produzir uma farinha de alta qualidade, que pode ser usada como substituta à de trigo.

Espécie natural da América Latina, onde era cultivada por grupos indígenas, a mandioca espalhou-se pelo mundo na época da colonização americana pelos europeus. Na África, para onde a planta foi levada com o tráfico de escravos, ela tornou-se extremamente popular. Tanto é que em Angola e Moçambique o tubérculo é usado para cozinhar uma espécie de angu, chamado de funge e chima, respectivamente, que equivalente ao arroz e feijão do brasileiro.

Modelo sustentável
A FAO apresentou um modelo de agricultura sustentável batizado de “Economizar para Crescer”, que pode aumentar os rendimentos gerados pelo cultivo da mandioca em 400%. Segundo a publicação, a primeira de uma série de guias de aplicação prática de modelos agrícolas sustentáveis, este objetivo pode ser alcançado através da melhoria da qualidade e saúde da terra, ao invés do uso intensivo de produtos químicos.

No lugar das monoculturas associadas normalmente aos sistemas agrícolas intensivos, o programa estimula o cultivo misto, rotação de produção e o não uso de pesticidas químicos.

Segundo a organização, estas práticas deram resultados “espetaculares” em testes realizados no Vietnã, onde os camponeses aumentaram os rendimentos da mandioca em 400%. Na República Democrática do Congo, país com enorme potencial agrícola e que ocupa o último lugar do ranking do Índice de Desenvolvimento Humano, os campos em que a tecnologia foi utilizada aumentaram a produtividade em 250%.

Parceria com o Instituto Lula
O Instituto Lula está somando esforços com a FAO e com a União Africana para erradicar a fome e a desnutrição na África. As três entidades convocaram um encontro de alto nível com líderes africanos e internacionais sobre “Novos enfoques unificados para acabar com a fome na África”. A reunião acontecerá em Adis Abeba, na Etiópia, nos dias 30 de junho e 1º de julho de 2013.

Clique aqui para acessar a publicação “Economizar para Crescer”: http://www.fao.org/ag/save-and-grow/cassava/

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Mulheres do campo terão prêmio por experiência sustentável

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Mulheres Rurais que Produzem o Brasil Sustentável”. Este será o prêmio oferecido pela Secretaria de Políticas para Mulheres (SPM) para as dez experiências mais inovadoras de grupos e organizações produtivas do campo e da floresta. O prêmio estipulado para cada experiência que estiver entre as maiores pontuações será de R$ 20 mil.

A iniciativa da SPM foi elogiada pela deputada Luci Choinacki (PT-SC) que considera a premiação muito importante pois “valoriza e estimula outra concepção de produção de alimentos que visa a sustentabilidade”, disse a deputada.

Mais do que o valor do prêmio, a deputada destacou a oportunidade de dar visibilidade ao trabalho das mulheres do campo e da floresta, por meio de suas organizações produtivas, no fortalecimento da sustentabilidade econômica, social, ambiental e geradoras da segurança e soberania alimentar no País. “É importante porque a grande mídia não consegue enxergar outra forma de produção que não seja o agronegócio”, afirmou .

As inscrições começaram a ser aceitas em 19 de dezembro e terminarão em 1º de fevereiro, pelo endereço eletrônico: premio.mulheresrurais2013@spmulheres.gov.br ou pela via postal para: Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM-PR) – Prêmio “Mulheres Rurais que Produzem o Brasil Sustentável”, Via N1 Leste s/nº, Pavilhão de Metas, Praça dos Três Poderes, Zona Cívico-Administrativa, CEP: 70.150-908, Brasília-DF.

Poderão ser inscritas trajetórias e experiências que se destacam pela viabilidade econômica, social, cultural e ambiental de grupos de mulheres que integram organizações produtivas, associações e/ou cooperativas. É necessário que essas instituições sejam compostas por um mínimo de 70% de mulheres e tenham presença feminina na direção geral. A cerimônia de entrega da premiação acontecerá em 8 de março de 2013, Dia Internacional da Mulher, em Brasília.