Esse encontro aconteceu no Forquilha-CE e nele eu fui entrevistado pelo companheiro Célio Cavalcante

Na foto abaixo minha esposa Lucimar está juntoa árvore, de blusa vermelha. Todas essas senhoras são esposas de Radioamadores
Esse encontro aconteceu no Forquilha-CE e nele eu fui entrevistado pelo companheiro Célio Cavalcante

Na foto abaixo minha esposa Lucimar está juntoa árvore, de blusa vermelha. Todas essas senhoras são esposas de Radioamadores
Francisco Eudes, esposo de minha cunhada Cleia Sousa, preparando o churrasco para o almoço

Cruz. São José, esposo de Maria, protetor das famílias, Padroeiro do Ceará e da Comunidade da Praia do Preá, Município de Cruz, tem seu dia comemorado em 19 de março, data referência para definição da quadra invernosa no Nordeste, principalmente, na Região do Semiárido, segundo a crença popular dos devotos de São José. Quando a chuva não vem, ele “Apela pra março que é o mês preferido/ do Santo querido Senhor São José/Mas, se, nada de chuva tá tudo sem jeito/ lhe foge do peito o resto da fé”. Patativa do Assaré.

Neste dia, milhares de pessoas procuram a Praia do Preá para o Tradicional Banho de Mar do Dia de São José. São devotos de São José, vendedores ambulantes e comerciantes, que aproveitam o dia para obter uma renda extra. Casas são alugadas, guardadores de carros, pastoram os veículos, pessoas são contratadas para trabalharem nos comércios e organização dos ventos. Paraquedistas fazem acrobacia no ar, bandas de forro, regatas de canoas, competições esportivas, reisados, cantorias e outras atrações populares complementavam os festejos a São José. O Padre fazia a Celebração do Dia de São Jose. Vendedores vinham de todos os lugares e tinha de tudo para vender, tal qual a Feira de Caruaru cantada pelo Rei do Baião Luiz Gonzaga. Milhares de pessoas se acotovelavam na praia, disputando espaço com os visitantes. Até para estacionar seus veículos era difícil encontrar um local, nas proximidades da praia. Muitos motoristas deixavam seus veículos há mais de um quilômetro da praia.
Os comerciantes abasteciam seus comércios e as vendas eram boas. Renda extra.

Mas, hoje, a realidade já é outra. A logística fez com que os visitantes pudessem circular pelas praias vizinhas ou seguir outros destinos como Praia de Barrinha, Aranaú, Arpoeiro, Jericoacoara, Mangue Seco e outras. As competições marítimas e o paraquedismo foram retirados do calendário. Reisados e cantorias, também. Muitas outras atrações foram banidas da programação. O comercio local fechou as portas e os vendedores ambulantes reclamam das quedas nas vendas e muitos deixaram de vir. A crise financeira também deu sua contribuição para o fracasso do Dia de São José.
Este ano, o público visitante foi bem menor que em anos anteriores quando chegou a reunir de 15.000 a 20.000 visitantes. Tivemos um dos menores número de visitantes já registrado, mas, quem veio, gostou, pois, foi muito tranquilo. O policiamento ostensivo garantiu a segurança dos banhistas. O PSF da comunidade esteve de plantão, mas, não registrou nenhuma ocorrência extra.
Esperamos que as dificuldades sejam superadas e no próximo São José tenhamos um dia mais participativo e abençoado pelo Nosso Glorioso Padroeiro.
Dr. Lima
Ontem a noite fui até a pracinha da igreja da minha comunidade, Cavalo Bravo e estava uma animação só. Tinha barraca com comida caseira a vontade, bolos, pipoca, chá-de-burro, doces sucos de frutas, refrigerantes, cajuína, bazar de roupas usadas, músicas e gente dançando. Também houve um bingo beneficente. É bom bom ver pessoas alegres se confraternizando e com muita simplicidade. Em meio a tanta violência, momentos assim, produzem uma sensação de paz e harmonia na gente, queria eu que isso fosse uma constante nas comunidades, produzindo laços mais familiares nas comunidades.
Hoje praticamos mais uma vez esse esporte. Logo que anoitece, acende-se o fogo no quintal para assar a carne enquanto faz-se tapioca de goma com coco e cuscuz. Para molhar a tapioca vai refrigerante, chá e café. Os churrasqueiros: Meu irmão Chaga Valdo e seu genro Jaime.
Minha esposa Lucimar está virando a folhinha mais uma vez. Mais tarde estará apagando velinhas e recebendo os parabéns dos familiares. De já lhe desejo uma vida longa e saudável, muita Luz Divina, continuar distribuindo sabedoria a todos nós. Parabéns.
Minha esposa Lucimar, minha comadre Alzira Nunes e minha mana Bebé. Fomos curtir o Sol nascendo na Praia do Preá e receber suas poderosas energias do Bem.
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No Cavalo Bravo as pessoas são assim, felizes. As famílias são as joias mais importantes da comunidade. Nesta foto o Edilson Brandão, ao lado de seu pai, João Jacinto e sua esposa ao lado de sua sogra Neném.
Fotos de Eduardo Brandão
O que mais gosto neste amigo é a sua alegria, nunca vi ele triste, seu Humor é contagiante. Um grande cidadão de Cavalo Bravo. Aurino e sua esposa Maria Augusta, fazem umas tapiocas excelentes, uns biscoitos de goma de mandioca com côco bem crocantes que são irresistíveis. Agora expandiram suas atividades. Além da borracharia e a venda de tapiocas, montaram um pequeno restaurante, onde você pode saborear espetinhos com tapioca ou baião de dois. pode também encomendar uma galinha caipira que sai no capricho. Desejo muito Sucesso a este casal de amigos.
Hoje foi um dia especial com a família Brandão um almoço especial para todos que chegaram, o almoço foi em baixo das mangueiras de nosso pai só que o nosso pai faleceu no dia 21 de Outubro do ano passado certo? — Por Alzira Brandão
Grifo Meu: Seria bom que as famílias dos outros patriarcas da “FAMÍLIA BRANDÃO”, se reunissem também nas casas ondes viveram com suas proles. Este é o quintal do Tio Francisco das Chagas Brandão na comunidade de Paraguai, Cruz-CE
Um abraço a todas.
Enquanto aguardamos o pato e a galinha cozinhar, curtimos um bom papo à sombra do cajueiro da cozinha. Essas conversas são uma verdadeira atualização das informações do que aconteceu depois do último encontro.
Meu irmão Chaga Valdo (como é conhecido na comunidade)
Minha mana Isabel ( mais conhecida com Bebé) e seu esposo Pedro Albano
Dona Nova (conhecida como Nova mas já tem 96 anos)
Minha mana Raimunda ( mais conhecida como Boneca)
Bebé e Maria José, esposa do mano Chaga ( tratada por todos como Mazé)
Meu sobrinho Ribamar Pereira (filho de meu mano José Pereira) saboreando uma cajuína (vinho de caju feito artesanalmente) comigo e o mano Chagas. Ribamar estava passando uns dias com seu pai na Praia do Preá, mas ele mora e é industrial em São Paulo, dono marca abaixo:
Minha caçula Jacimara, procurando o sinal de internet
Na fila da frente: Minha sobrinha Francimara, Ribamar, Eu e um neto do Ribamar
Nesta a Lucimar segura o Kaio, neto da Boneca
Naiara, filha do Chagas, (que apagou velinhas dia 16 deste), com o Kaio
E no final da tarde, lá vai a Jacimara mergulhar no mar ao por do Sol.
Meus maiores momentos de felicidade é quando estou junto com minha família.
Participo do Rotary desde 2004, quando entrei para o “Rotary Club Sobral/Betânia”, sendo eleito presidente deste para o Ano Rotário 2008/2009. Depois entrei para o RC/Sobral, onde permaneço até hoje.
Abaixo algumas fotos no Rotary Club Sobral, feitas pelo companheiro Antônio Holanda Neto
Na mesa principal com José Luís
Eu escrevendo e Lucimar bebendo
Ferreirão, sua esposa Fátima e Eu
Eu e minha bebida favorita
Cesário, Eu e Bertoldo
Curtindo a festa junina do Rotary
Ligado na palestra
Eu e José Carlos
José Carlos
Marinho, Eu e Meton