terça-feira, 22 de maio de 2012

EX-PAQUITA DA XUXA " PATRICIA "

 

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Subject: Carta endereçada aos jovens - Leiam, muito importante!!!

O objetivo desta é orientar nossos jovens quanto a este gravíssimo problema que está arruinando muitos lares, se você trabalha com orientação de jovens, use esta carta para impedir que muitos outros jovens passem por isto.
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CARTA ENDEREÇADA AOS JOVENS DO BRASIL
Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me no momento quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dani, minha amiga, para escrever esta carta que será endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que seja tarde demais.
Eu era uma jovem "sarada", criada em uma excelente família de classe média alta de Florianópolis. Meu pai é Engenheiro Eletrônico de uma grande estatal, e procurou sempre para mim e para meus dois irmãos dar tudo de bom e o que tem de melhor, inclusive liberdade que eu nunca soube aproveitar.
Aos 13 anos participei e ganhei um concurso para modelo e manequim para a Agência Kasting e fui até o final do concurso que selecionou as novas Paquitas do programa da Xuxa. Fui também selecionada para fazer um Book na Agência Elite em São Paulo. Sempre me destaquei pela minha beleza física, chamava a atenção por onde passava. Estudava no melhor colégio de "Floripa", Coração de Jesus. Tinha todos os garotos do colégio aos meus pés.
Nos finais de semana freqüentava schoping, praias, cinemas, curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de melhor a oferecer a pessoas saradas, física e mentalmente.
Porém, como a vida nos prega algumas peças, o meu destino começou a mudar em outubro de 1994.
Fui com uma turma de amigos para a OCTOBERFEST em Blumenau. Os meus pais confiavam em mim e me liberaram sem mais apego.
Em "Blu", achei tudo legal, fizemos um esquenta no "Bude,"famo-so barzinho da Rua XV. À noite fomos à "PROEB" e no "Pavilhão Galegão" tinha um "show maneiro" da Banda Cavalinho Branco. Aquela movimentação de gente era "trimaneira".
Eu já tinha experimentado algumas bebidas, tomava escondido da mamãe o Licor Amarula, mas nunca tinha ficado bêbada.
Na quinta feira, primeiro dia de OCTOBER, tomei o meu primeiro porre de CHOPP, que sensação legal, curti a noite inteira "doidona", beijei uns 10 carinhas, inclusive minhas amigas colocavam o CHOPP numa mamadeira misturado com guaraná para enganar os "meganha", porque menor não podia beber; mas a 5 gente bebeu a noite inteira e os "Otário" não percebiam.
Lá pelas 4 h da manhã, fui levada ao Posto Médico, quase em coma alcoólico, numa maca dos Bombeiros.
Deram-me umas injeções de glicose para melhorar. Quando fui ao apartamento quase "vomitei as tripas", mas o meu grito de liberdade estava dado. No dia seguinte aquela dor de cabeça horrível, um mal estar daqueles com tensão "pregmestru".
No sábado conhecemos uma galera de S. Paulo, que alugaram "apê " no mesmo prédio. Nem imaginava que naquele dia eu estava sendo apresentada ao meu futuro assassino.
Bebi um pouco no sábado, a festa não estava legal, mas lá pelas 5.30hs da manhã fomos ao "apê" dos garotos para curtir o restante da noite.
Rolou de tudo e fui apresentada ao famoso baseado "Cigarro de Maconha", que me ofereceram. No começo resisti, mas chamaram a gente de "Catarina careta", mexeram com nossos brios e acabamos experimentando.
Fiquei com uma sensação esquisita, de baixo astral, mas no dia seguinte antes de ir embora experimentei novamente.
O garoto mais velho da turma o "Marcos", fazia carreirinho e cheirava um pó branco que descobri ser cocaína. '
Ofereceram-me, mas não tive coragem aquele dia. Retornamos à "Floripa" mas percebi que alguma coisa tinha mudado, eu sentia a necessidade de buscar novas experiências não demorou muito para eu novamente deparar-me com meu assassino "DRUES".
Aos poucos meus melhores amigos foram se afastando quando comecei a me envolver com uma galera da pesada, e sem perceber eu já era uma dependente química; a partir do momento que a droga começou a fazer parte do meu cotidiano.
Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com esterco de cavalo, experimentei cocaína misturada com um monte de porcaria.
Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com sangue ela ficava mais forte o efeito, e aos poucos não compartilhávamos a seringa e sim o sangue que cada um cedia para diluir o pó.
No início a minha mesada cobria os meus custos com as malditas, porque a galera repartia e o preço era acessível.
Comecei a comprar a "branca" a R$ 7,00 o grama, mas não demorou muito para conseguir sòmente a R$ 15, 00, a boa que eu recisava no mínimo 5 doses diárias. Saía na sexta-feira e retornava aos domingos com meus "novos amigos".
Às vezes a gente conseguia o "extasy", dançávamos nos "Points" a noite inteira e depois farra.
O meu comportamento tinha mudado em casa, meus pais perceberam , mas no inicio eu disfarçava e dizia que eles não tinham nada a ver com a minha vida.
Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou trocar por drogas. Aos poucos o dinheiro foi faltando e para conseguir grana fazia programas com uns velhos que pagavam bem. Sentia nojo de vender o meu corpo, mas era necessário para conseguir dinheiro. Aos poucos toda a minha família foi se desestruturando. Fui internada diversas vezes em Clinicas de Recuperação.
Meus pais sempre com muito amor gastavam fortunas para tentar reverter o quadro. Quando eu saía da Clinica agüentava alguns dias, mas logo estava me picando novamente. Abandonei tudo: escola, bons amigos e família.
Em dezembro de 1997 a minha sentença de morte foi decretada; descobri que havia contraído o vírus da AIDS, não sei se me picando, ou através de relações sexuais muitas vezes sem camisinha.
Devo ter passado o vírus a um montão de gente, porque os homens pagavam mais para transar sem camisinha.
Aos poucos os meus valores que só agora reconheço foram acabando, família, amigos, pais, religião, Deus, até Deus, tudo me parecia ridículo. Papai e mamãe fizeram tudo, por isso nunca vou deixar de amá-los. Eles me deram o bem mais precioso que é a vida e eu o joguei pelo ralo.
Estou internada, com 24kg, horrível, não quero receber visitas porque não podem me ver assim, não sei até quando sobrevivo, mas no fundo do coração peço aos jovens não entrem nessa viagem maluca...
Você com certeza vai se arrepender assim como eu, mas percebo que é tarde demais.
Obs. Patrícia encontrava- se internada no Hospital Universitário de Florianópolis e descreve a enfermeira Danelise, que Patrícia veio a falecer 14 horas mais tarde, de parada cardíaca respiratória em conseqüência da AIDS.

    FOTO ANTES DE PATRICIA MORRER..

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Se vc se impressionou como eu, repasse para seus amigos, ou para aquelas pessoas que vc ama ou tem carinho especial. Porque aviso sempre existe, o que falta é compreender a dimensão do problema. As vezes é tarde, como aconteceu com essa jovem, mas a única maneira de evitar isso, é informação, então divulgue essa carta.

Postado por Jacinto Pereira às 14:14

domingo, 20 de maio de 2012

A Festa do Distrito de Caiçara – 22 de maio de 2012

 

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Cruz. O Distrito de Caiçara foi criado pela Lei Nº 11.323, de 22 de maio de 1987. Em homenagem a esta data, uma das ruas da sede do distrito recebeu o nome de Rua 22 de Maio. Todos os anos esta data é comemorada com uma intensa programação festiva. Caiçara é um dos lugares mais antigos de nossa região, situada as margens da Lagoa de Jijoca, há 5 km da Praia do Preá. É um dos corredores de turismo para Jericoacoara.
Caiçara já elegeu os vereadores Benedito Edson Pinto e Raimundo Brandão de Sousa e um Vice-Prefeito de Acaraú João Ladislau de Paulo Magalhães.
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O primeiro prédio escolar foi transformado em creche e outro maior foi construído por Antônio Raimundo, Prefeito de Cruz, e a energia elétrica foi inaugurada em 1988 pelo Prefeito Jonas Muniz.
São denominações de ruas da Vila de Caiçara: Pe. Valdery, Professora Fransquinha, José João, Afonso Fontes, Mons. Sabino e João Muniz. Há muitas ruas sem denominação oficial.
A estrada de acesso é com piçarra motivo de indignação da população da região que reclama das péssimas condições de transito.
O Poeta João Martins dos Santos assim se expressou sobre a Festa do Distrito:
“Quero que Deus me dê força/
Pelo poder infinito/
Para relembrar agora/
A Festa do meu Distrito/
Que dos lugares que conheço/
O nosso é o mais bonito”.
Este ano, a Festa do Distrito de Caiçara, foi realizada dia 19, teve várias atrações, banda de forró e um bolo de 25m.
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A presença da Empresa M. Machado Florestal Ltda. na década de 80 movimentou a comunidade, introduziu novos costumes e gerou emprego e renda para dezenas de pessoas.
Religião
A Igreja de São Francisco de Caiçara foi construída em 1888, ainda durante o período em que o Império Português governava o Brasil. O Santo Cruzeiro, construído para realização das Santas Missões, foi inaugurado em 19 de novembro de 1939, pelo Pe. Pedro e exaltado pelo poeta repentista
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João Martins dos Santos.
Tem o Cruzeiro em lembrança do Pe. Pedro/
Que encima do penedo/
Ele está bem colocado/
Trinta e nove a dezenove de novembro/
 Ainda hoje eu me lembro/
quando foi inaugurado”.
Em breve estará completando 75 anos quando será celebrado o seu Jubileu de Brilhante. É um marco histórico e símbolo maior da religiosidade do povo da Vila de Caiçara. Dia 9 de agosto de 2010 foi criada a Área Pastoral do Distrito de Caiçara, pertencente à Paroquia de Santa Luzia de Jijoca de Jericoacoara, com o objetivo de melhor assistir aos paroquianos das comunidades de Formosa, Preá, Cavalo Bravo, Córrego dos Ana, Sambaíba, Paraguai e Solidão. O Padre Maílson foi o primeiro administrador da Área Pastoral, sendo seu sucessor o atual administrador Pe. José Marcone Martins. Antes, a Capela de Caiçara já havia pertencido às Paróquias de Acaraú e Cruz cujos Padres foram José Arteiro, Monsenhor Sabino, Monsenhor Edson e Monsenhor Manoel Valdery. Quando passou a pertencer à Paroquia de Santa Luzia, estiveram atuando na capela o Pe. Edmilson, Pe. Raimundo, Pe. Eudes Cruz e Pe. Lindomar.
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A Tradicional Festa de São Francisco é celebrada no mês de setembro, quando seus filhos ausentes procuram visitar a Terra Natal para rever amigos e familiares e participarem dos festejos à São Francisco. Inicialmente, as festas eram coordenadas pelo saudoso José João de Araújo, hoje, nome de Rua na Vila de Caiçara e seguido por Luís Jacinto. O coral é bem animado, constituído de lindas garotas e é um dos melhores da região. A religião predominante é a Católica, mas já há duas igrejas protestantes na Vila de Caiçara: As Igrejas Bíblica e Comunidade Cristã Jericó. A Igreja de São Francisco já esteve rodeada de água com o transbordo da Lagoa de Jijoca. Também teve a frente virada para o Nascente e já passou por várias reformas em sua estrutura física, estando bem diferente de sua forma original.
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Infraestrutura
A Vila de Caiçara tem uma escola construída pelo Prefeito Antônio Raimundo de Araújo Neto em 1989, denominada de João Ladislau de Paulo Magalhães, cuja diretora e a Senhora Érica Pereira Queiroz Albuquerque.
Quando ainda pertencia ao município de Acaraú, Caiçara teve a alegria de eleger um vice-prefeito: João Ladislau de Paulo Magalhães, que foi eleito junto com Adenor Martins (1967/1971). Nesse período foi construído o primeiro prédio escolar na comunidade onde funciona uma Creche. Uma quadra poliesportiva coberta foi construída na administração de Manoel Nelson Silveira e coberta na administração do Prefeito Jonas Muniz. Tem arquibancada, banheiros, palco, vestiários e foi denominada Francisco Antônio Costa Moura, numa justa homenagem ao maior jogador de futebol de Caiçara. Falecido em 2006 em Fortaleza durante uma partida de futebol vitima de ataque cardíaco.
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Tem uma praça, construída em 1987 na primeira administração Jonas Muniz, ruas calçadas, um Posto de Saúde da Família, uma creche, telefones fixos públicos e residenciais, Sistema de abastecimento de água comunitário que atende a 192 famílias.
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Tem um conjunto habitacional, Cemitério Comunitário que inicialmente era cercado de madeira, mas foi murado por determinação do Senhor João Galdino com a participação da comunidade e ampliado em 1987. Um posto de atendimento dos Correios, padaria, internet, salão de cabeleireiro, lanchonetes, churrascaria e a rádio FM Comunitária Marazul 98,7 MHZ legalizada junto ao Ministério das Comunicações e pertencente à Associação de Desenvolvimento Social e Comunicação de Caiçara são fatores de desenvolvimento da Vila. Tem lojas de eletrodomésticos e várias casas comerciais, onde quase de tudo tem pra vender. Oficinas de carros e motos, bares e restaurantes e um Cartório de Registro Civil, sendo tabelião José Arteiro Cruz.
Atualmente, a Vila de Caiçara está lutando pelo seu crescimento. Está sendo feito calçamento de algumas ruas e abertura de outras na periferia. Várias casas têm sido construídas, inclusive pelo programa do Governo Federal Minha Casa Minha Vida.
Curiosidades.
A primeira professora da comunidade foi Francisca Maria de Sousa (Fransquinha) que também é nome de rua, e depois Francisco das Chagas Rocha. Caiçara sempre foi conhecida pela produção artesanal de esteiras de junco, cordas e redes de tucum que também eram usadas para currais de pesca no mar. A população mais velha ainda se lembra das parteiras Margarida e Maria Martins e das rezadeiras Julieta e Izabel Pires. Os tabeliões foram Manoel Marques de Sousa, Francisco Menezes, João Paulo Magalhães e José Arteiro Cruz. Já houve em Caiçara um trabalho da igreja chamado de Ciclo Operário que consistia em visitar as casas, fazer reuniões e ler a Bíblia sob a orientação do Senhor Chico Gomes. O poeta João Martins assim descreveu o Ciclo Operário: “Neste lugar, tem o Ciclo Operário/ Foi feito pelo Vigário/ Para entrar quem quiser/ Se pagará dez Cruzeiros de uma vez/ E dois Cruzeiros por mês/ Cada sessão que houver”.
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Também os trabalhadores tinham onde recuperar suas ferramentas com os ferreiros Chagas Ferreira e Francisco Antero. Mas, se o caso era couro tinha o soleiro José Joaquim e o sapateiro Toca Lima. Os carpinteiros Tiago e Antônio Lima fabricavam móveis para todas as famílias, principalmente para os recém casados que pretendiam mobilhar as casas. A primeira padaria instalada na comunidade pertencia ao Senhor José Filenom natural da cidade de Morrinhos. As construções ficavam a cargo dos pedreiros Luís João e Geraldo Muniz. As costureiras Ângela Marta da Silva, Antônia Maria da Silveira e Rita Pereira de Sousa cuidavam da confecção e remendo das roupas usadas na comunidade e preparavam os noivos para os matrimônios. As famílias mais numerosas da comunidade são a dos Jacinto e Pereira. A origem das famílias residentes em Caiçara é muito diversificada. São procedentes de Uruoca, Uruburetama, Camocim, Jijoca, Aranaú, Serra de Tianguá e até de outros estados.
Um senhor por nome de Abdom, ao se aproximar de uma arvore conhecida por mungubeira, em Caiçara, disse: “Eu queria viver do tanto desta mungubeira”. Certa noite, a mungubeira tombou. No dia seguinte, chegou a notícia de que Abdom havia sido assassinado no mesmo horário em sua própria residência na zona rural do atual município de Jijoca.
clip_image026O último crime de morte em Caiçara foi registrado em 1957, quando o Delegado de Policia Pedro Raimundo assassinou Raimundo Ernesto. Antes tinha havido uma discursão entre eles. O número de afogamento na Lagoa de Jijoca é preocupante, pois já foram registradas mais de uma dezena de afogamentos de homens, mulheres e crianças.
A Vila de Caiçara ainda conserva as características de um lugar tranquilo, onde as pessoas podem ficar nas calçadas para um dedo de prosa sem serem incomodadas. A amizade é o ponto forte da comunidade. Intrigas não existem e as mulheres gostam de trabalhar e viajar em grupos. A juventude é bastante atuante e as moças são de boa aparência e muito simpáticas. A presença de drogas tem sido o principal motivo de preocupação dos pais de família.
A falta de emprego tem sido motivo de muitos jovens migrarem para os grandes centros, principalmente Fortaleza e São Paulo.
Os criadores de gado fazem uma festa todo ano que já tem mais de meio século de tradição.
A Vila de Caiçara é um lugar onde o índice de analfabetismo praticamente não existe. Pouco ou muito, mas todos sabem ler e escrever.
O nosso proposito é prestar uma homenagem ao Distrito de Caiçara por ocasião de seu Jubileu de Prata e resgatar a memória dos nossos antepassados que, com dedicação e trabalho, construíram as nossas riquezas materiais e imateriais.
Dr. Lima

terça-feira, 15 de maio de 2012

Nível da Lagoa de Jijoca está baixando com a falta de chuvas

 


A região Litoral Oeste do Estado do Ceará vem sofrendo com a falta de chuva. A criação de gado vem sendo a mais prejudicada, com o aumento dos preços das rações, há também o aumento dos preços nos da carne nos frigoríficos. O nível da lagoa de Jijoca, também vem diminuindo cada vez mais o que prejudica o turismo local, e que causa preocupação aos Jijoquenses a cada dia.

Postado por Jhônata Adams Mendes Silva 

Leia mais no site do autor deste artigo: http://www.oacarau.com/#ixzz1uvVL9gt8

domingo, 13 de maio de 2012

Parabéns a todas as mamães do Cavalo Bravo

Que as mães de Cavalo Bravo, sejam sempre rodeadas de carinhos, não só hoje, mas todos os dias. Um beijão no coração de todas elas.

A confusão das verdades

 

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O Planetário de Sobral

Após minha visita ao mercado para comprar frutas e tapioca, sempre dou uma caminhada pelo centro. Ontem fui até a antiga estação de trem (que já devia ter saído do centro da cidade a muito tempo) passando pela oficina “ O Ferreira” que pertencia a um amigo, Seu Manoel Canafístula. Na volta parei na praça da Igreja do Patrocínio, onde minha curiosidade me fez parar para observar as obras do planetário que parece um ovo enterrado até  a metade ou a cúpula de uma mesquita muçulmana. De um lado fica o observatório e o Museu do Eclipse e do outro uma igreja. O planetário mostra estrelas e outros corpos celestes se movem num espaço cósmico em que a terra não passa de  um minúsculo planetinha, dos mais pequenos que circulam em torno de uma pequena estrela de cor amarela e de quinta grandeza (classificação feita por um grego chamado Hiparco a  2141 anos e a olho nu, mas que é aceita como a mais verdadeira apesar de toda parafernália tecnológica de nosso tempo) que chamamos Sol, mas que tem luz própria. Aliás, neste local em que está o Museu do Eclipse foi comprovado em 1919 que luz faz curva. Já a igreja defende em seu livro de referência, a Bíblia, que a Terra é o centro do Universo e que o Sol não passa de um luzeiro feito por Deus para clarear os dias, enquanto a Lua (um ínfimo asteroide que segue a Terra) teria a função de clarear as noites. O engraçado é que a bíblia é verdadeira, pois é a Palavra de Deus, enquanto a Ciência diz o contrário e  também é verdade. Pode? Duas verdades que se contrapõem?

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Observatório do Museu do Eclipse

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Igreja do Patrocínio (onde casei).

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Aquecimento Global "A FARSA" - Palestra Prof. USP

Publicado em 17/03/2012 por VERDADEFINALREVELADA

Palestra Dr Prof. Ricardo Augusto Felicio 2011 - USP.
VOCÊ VERÁ QUE O BURACO NA CAMADA DE OZÔNIO É UMA GRANDE MENTIRA E QUE TODOS OS DADOS DO AQUECIMENTO GLOBAL FORAM MANIPULADOS, QUE O BRASIL PERTENCE AOS SENHORES DO MUNDO OS DONOS DA MAÇONARIA
QUE A POPULAÇÃO MUNDIAL CABE COM MUITA MAIS MUITA FOLGA NO TERRITÓRIO BRASILEIRO E QUE ESSA ESTÓRIA DE MATAR 90% DA POPULAÇÃO MUNDIAL PARA SOBREVIVÊNCIA DO PLANETA ,SÓ EXISTE NA CABEÇA DOS ILLUMINATIS,OS QUAIS ADORAM O DIABO E FREQUENTAM A MÁ-ÇONARIA.
O QUE REALMENTE ELES QUEREM É GANHAR MAIS DINHEIRO DO GADO ,QUE SOMOS NÓS...

terça-feira, 8 de maio de 2012

Não foi nada fácil perder o medo de microfone

E 1971 comecei participar de Comunidade Eclesial de Base _ CEBE em meu município (na época era ainda Acaraú, hoje Cruz) na Paróquia de Cruz – Diocese de Sobral. celebrávamos o Culto do Dia do Senhor aos domingos e fazíamos de casais e jovens.   Promovia-se encontros das comunidades que eram coordenados por Assessores Paroquiais que davam instruções aos dirigentes e orientadoras das comunidades. Uma eu fui escolhido para exercer a função de assessor paroquial juntamente com meu primo Chagas Brandão, eu da Comunidade de Cavalo Bravo e ele da Comunidade de Preá. Coordenamos o Encontro Regional na Comunidade de Jijoca ( que nessa época ainda não era cidade) em 1973. Ao final do encontro, fazia-se uma avaliação do mesmo com a presença do Pe. Manoel Valderi da Rocha, pároco de Cruz, coube a mim fazer a avaliação final. Como a Igreja era grande e estava lotada, tinha que ser feita usando-se um serviço de som. Foi a primeira vez que falei num microfone, foi uma experiência inesquecível, pois tinha um medo imenso de tal equipamento, quando terminei de falar, estava todo molhado de suor. Suei muito mais do que capinando de enxada, essa sim, era uma ferramenta que conhecia bem e até gostava dela.

A segunda vez que usei o microfone foi quando fui receber o certificado de conclusão de  um curso de tratorista no SENAI na cidade de Araguaína –TO, em outubro de1976, onde tive que falar em nome da minha turma. Também nesse dia, molhei a camisa de suor.

A terceira vez foi na Escola Professor Alfredo Nasser em Araguaína em dezembro de 1976. Eu substituí um professor que candidatou-se a vereador e a direção da escola me escolheu dentre os alunos de melhor desempenho em sala de aula (eu já tinha experiência lecionar para adultos, já tinha sido monitor do MEB- movimento de Educação de Base da Diocese de Sobral). Após fazer as provas finais foi promovida uma festa de final de ano na escola e eu tive que usar um microfone para fazer um pequeno discurso, foi ai que suei frio para usar esse equipamento diante de tantos professores e autoridades.

Depois, já na Polícia Rodoviária Federal, onde usa-se um sistema de comunicação via rádio, fui perdendo aos poucos o medo de microfone.

Quando resolvi fazer o curso de radialista 1999, já não tinha mais medo de microfone, até porquê já tinha feito inúmeras falas ao microfone durantes encontros do PT (partido ao qual sou filiado).

Mais tarde, depois de quatro anos fazendo programa de rádio ( o Rádio Debate, no ar desde 1999), resolvi ser Radioamador e tenho hoje, duas estações registrada.

Toda vida que pego no microfone, tenho sempre em mente o alcance e o poder que tem esse equipamento, mesmo não sendo um microfone de emissora de rádio. Sempre que posso gravo meus programas para ouvir depois e aprender com eles e me aperfeiçoar. Foi tão bom vencer o medo do microfone que acabou virando paixão, mas não foi fácil.

sábado, 5 de maio de 2012

Jacimara Pereira apagou velinhas dia 2 deste

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Minha caçulinha Jacimara aniversariou dia dois. Veja as fotos e saiba está com ela em cada uma delas: Papai coruja Jacinto Pereira; Mamãezinha Lucimar; Mana Denise; Mano Denílson; O noivo Mateus e a Prima Brena. Que as bênçãos de Deus, acompanhada de muita paz e boas realizações, são os votos e o desejo de todos.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

José Airton pediu apoio do Ministro para o PL de sua autoria que pede o seguro-desemprego para todo pescador

 

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O ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella, visitou nesta terça-feira (1º), o Ceará e a cidade de Icapuí. O Ministro veio ao Estado para conhecer as comunidades e empreendimentos pesqueiros. O deputado federal José Airton recepcionou Crivella na primeira hora da sua agenda como membro da Frente Parlamentar da Pesca no País, o encontro aconteceu no Porto das Jangadas, no Mucuripe, às 8h. Na oportunidade foram entregues as licenças de embarcação para a pesca da lagosta, que se inicia no dia 1º de junho. O dia também marca o término de período do defeso. Essa foi a primeira vez que Marcelo Crivella veio ao Estado como ministro. Ele assumiu o ministério da Pesca no dia 02 de março de 2012.
O Governo Federal limitou a atividade em 2.687 embarcações, aumentou o período de proibição da pesca neste ano e incrementou a fiscalização por todo o litoral brasileiro. Tudo com a finalidade de ordenar a captura da lagosta e impedir sua extinção. O Ceará é o maior produtor de lagostas do País. corresponde aproximadamente 60% das 3 mil embarcações brasileiras com permissão do Ministério da Pesca e Aquicultura para a atividade.
O deputado José Airton pediu apoio do Ministro para o Projeto de Lei (PL) que pede o Seguro-desemprego para todo pescador profissional e artesanal. O PL é de sua autoria, de Nº: 7.139/2010, foi aprovado na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público, em mais detalhes ele também dispõe sobre a concessão de benefício do seguro-desemprego ao trabalhador que exerça atividade pesqueira artesanal, ao que a estes se assemelham, entre eles os que capturam ou coletam caranguejos e mariscos e os que os processam, incluindo estes trabalhadores como segurados especiais do regime geral de previdência social.
As atividades do Ministro se encerraram com um evento na praia de Redonda, onde também foram entregues licenças para pesca da lagosta . O Ministro também comunicou sobre a nova a estrutura operacional, com menos burocracia nos trabalhos e investimentos na Saúde dos pescadores , além de alternativas para outras atividades de pescaria.
José Airton também foi Relator da criação do Ministério da Pesca e Aquicultura e da Lei da Pesca. De acordo com o Deputado, uma importante Lei para atividade pesqueira, semelhante à da atividade produtiva rural. Uma das conquistas importantes do pescador.
O Deputado ainda citou como exemplo o fortalecimento da atividade que vem contribuindo para o desenvolvimento do País e do estado do Ceará, das regiões litorâneas, como sua cidade Icapuí, onde praticamente 80% da população vive do setor pesqueiro, além do município de Aracati até Camocim, no litoral oeste, outra região litorânea importante do Estado que o parlamentar tem a honra de representar no Congresso Nacional.

Claudia Vidal - Jornalista: DRT 6203/PR

(85) 8710.1313

Assessoria de Imprensa

Deputado federal José Airton Cirilo (PT/CE)

Está próximo

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Em breve estará pronto o Portal Rádio  Debate, através dele você terá um volume bem maior de informação e você continuará ouvindo o Programa Rádio Debate através dele.

Muito obrigado por nos acompanhar.

Abraço

Jacinto Pereira