quarta-feira, 12 de junho de 2024

Deputado confessa homicídios, deputada faz saudação nazista... a Câmara ...

segunda-feira, 10 de junho de 2024

Vejo o projeto de redução da Humanidade nas ações da extrema direita no mundo

 

 Por Jacinto Pereira

Grifo meu: Não é de hoje que eu me preocupo com esse assunto de redução da População Humana na Terra. Venho procurando respostas do porquê desse objetivo de selecionar os habitantes desse planeta em favor de uma suposta raça mais inteligente e mais pura. Isto em detrimento das camadas mais pobres, supostamente inferiores e impuras.  Para isso já pesquisei em publicações de algumas ordens iniciáticas e em documentos já traduzidos deixados por povos mais antigos de nossa história, como os egípcios, indianos e sumérios. Cada vez mais tenho a impressão de que esse projeto não é obra só dos gananciosos supremacistas de nossa sociedade. Desconfio que alguém mais está envolvido nisso com a intenção de preparar nosso planeta para deixá-lo nas condições adequadas para alguém que está chegando de outros orbes.

Foto de perfil de Bruna Frascolla
Foto de perfil de Bruna Frascolla
Monumento ambientalista.


pedras da geórgia 

As pedras da Geórgia, em Elbert, Geórgia (EUA). Foto de 2011.| Foto: Bigstock
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Copyright © 2024, Gazeta do Povo. Todos os direitos reservados.As pedras da Geórgia simbolizam um combate perpétuo ao humano
Por  Bruna Frascolla

    08/08/2022 14:54


Mês passado, os confins mais obscuros do Twitter e do Telegram estavam falando da queda das pedras da Geórgia, com imagens de um mini Stonehenge. Eu pensei que se tratava de algum monumento ancestral do Leste europeu, mas não: é a Geórgia dos Estados Unidos, e o monumento foi inaugurado em 22 de março de 1980. As partes mais vistosas que compõem o monumento são as quatro tábuas gigantes com dez mandamentos escritos em oito línguas. Eis os dez mandamentos, escritos em inglês, espanhol, suaíli, indiano, hebraico, árabe, chinês e russo:

    Manter a humanidade abaixo dos 500.000.000, em perpétuo equilíbrio com a natureza.
    Guiar a reprodução com sabedoria – aprimorando a adequação (fitness) e diversidade.
    Unir a humanidade com uma nova língua viva.
    Governar a paixão – a fé – a tradição – e todas as coisas com a razão temperada.
    Proteger os povos e nações com leis e cortes justas.
    Deixar todas as nações governarem internamente, legando disputas externas a uma corte mundial.
    Evitar leis mesquinhas e burocratas inúteis.
    Equilibrar direitos individuais com deveres sociais.
    Premiar a verdade – a beleza – o amor – buscando harmonia com o infinito.
    Não ser um câncer na Terra – Deixar espaço para a natureza – Deixar espaço para a natureza.

Traduzi do inglês, mantendo a pontuação idiossincrática. O monumento tem mais umas inscrições em línguas mortas, orifícios para marcar eventos astronômicos, instruções incompletas para abrir uma cápsula do tempo… Quanto à sua autoria e financiamento, informa: quem fez foi “R. C. Christian (um pseudônimo)”, e quem bancou foi “um pequeno grupo de americanos que buscam a Idade da Razão”.

Sem dúvidas, o monumento foi financiado por um bando de malucos pretensiosos. Malucos pretensiosos não raro causam estrago – os nazistas eram malucos pretensiosos, os comunistas eram malucos pretensiosos. Mas se os nazistas e os comunistas diziam que queriam acabar com uma parcela da humanidade, é muito duvidoso que quisessem acabar com uma parcela tão grande e manter o resto sob coação. Os marxistas queriam que o proletariado reinasse, e o proletariado é numeroso. Os nazistas, mesmo que porventura quisessem matar todo não-alemão (o que não é verdade), pretendiam usar os terrenos da Rússia como Espaço Vital a ser ocupado pela raça ariana, que se multiplicaria ali indefinidamente. Não é exagero, portanto, dizer que as pedras da Geórgia pregam algo que vai além do genocídio: é um combate perpétuo ao humano, independentemente de considerações morais, raciais e econômicas.
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Quem fez?

O número mágico de meio bilhão de habitantes é coisa de ambientalista. Em seu breve resumo histórico do ambientalismo malthusiano, intitulado O Reich Verde: Do aquecimento global à tirania verde (Armada, 2021), Drieu Godefridi atribui à obra The Population Bomb (1968), de Paul Ehrlich, o número mágico. Segundo ele, “podemos encontrar seu desenfreado antihumanismo no ambientalismo contemporâneo, que tem vontade de reduzir a população humana a uma pequena fração do que é [Ehrlich falava em 500 milhões], uma redução drástica que seria a solução final para o problema ecológico e até mesmo a ideia de instituir um Imposto Internacional de Sobrevivência, pago por países desenvolvidos e recolhido pelas Nações Unidas, porque ‘homens e nações aprenderam como somos dependentes uns dos outros e da saúde da nossa pequena espaçonave chamada Terra’” (p. 32).

De fato, não há surpresas portanto quanto ao fato de os mandamentos serem voltados à preservação da natureza – natureza esta que curiosamente exclui o homem.

Se alguém pichasse uma suástica, sem dúvidas haveria esforços para descobrir o autor da pichação. Já a autoria desse monumento apologista de genocídio permaneceu um mistério por décadas.

Em 2015, o diretor Christian Pinto fez um documentário intitulado Dark Clouds over Elberton com a finalidade de descobrir a autoria do monumento. No fim das contas, a única pessoa que interagira de maneira mais próxima com R. C. Christian era o banqueiro encarregado de fazer as transações entre os artesãos e os pagadores. O banqueiro, já velhinho, gostava muito de R. C. Christian, jurava que era um cristão e alguém desejável em qualquer comunidade – e não um satanista, como diziam os moradores locais. Por isso, estava comprometido a levar o segredo de sua identidade para o túmulo. No entanto, mediante as insistências do documentarista, ele aceitara fazer uma pequena concessão: apenas abrir a caixa de papéis referentes à construção do monumento, sem se comprometer a abrir envelope nenhum. O velhinho despejou os envelopes no chão, o documentarista filmou o ato e investigou os endereços.

Outra fonte para pistas foi o livro que R. C. Christian publicou em 1986, para dar esclarecimentos relativos aos seus mandamentos. No mais, a empreiteira manteve papéis da época da construção do monumento e à compra do terreno, o que inclui cartas de R. C. Christian.

Somando-se tudo, o documentarista chegou às pessoas de Robert Merryman – que publicou o livro – e Herbert H. Kersten. Este último seria o R. C. Christian que visitara a cidade e tratara pessoalmente da construção do monumento. Kersten em alguma língua nórdica antiga significaria cristão (em inglês, Christian), e o pseudônimo acaba sendo a fusão do nome da dupla de amigos.

Kersten era médico e inventor, mas fez constar em sua lápide duas qualificações: médico e conservacionista, ou seja, ambientalista.
Mais americanos

De posse da identidade de Kersten, o documentarista pôde ir à cidade natal do inventor, Fort Dodge, procurar maiores informações na biblioteca local, bem como conversar com historiadores e conhecidos. A cidade tem hoje menos de 30 mil habitantes, o que quer dizer que todo o mundo se conhece. Logo souberam ainda que Kersten se considerava um arquiteto; além disso, encontraram um artigo em que o médico defendia que controle populacional era então o “problema de saúde” mais urgente, já que a população em breve levaria à exaustão de recursos naturais e estava poluindo demais. O problema seria resolvido com “educação” e contraceptivos. Paradoxalmente, Kersten era católico e deixou uma grande herança para a Igreja após a sua morte.

Na verdade, Kersten era um paradoxo ambulante, pois todos sabiam de sua concomitante adesão à Igreja e à contracepção, bem como por sua admiração pessoal por Shockley, um cientista que ganhou o Nobel, praticamente fundou o Vale do Silício, acreditava na superioridade ariana e defendia a redução populacional por meio da esterilização remunerada de quem tivesse um QI inferior a 100. Além disso, segundo o próprio Kersten contara, Shockley acreditava que ele conseguiria provar que os europeus nórdicos são a raça superior. Também nisso, é claro, estava em contradição com a Igreja.

No mais, Kersten era um notório supremacista branco. Chegou a enviar carta para jornal de outro estado defendendo David Duke, um ex-líder do Ku Klux Klan. O colunista criticado por ele respondera em público, e a alegação do médico era que David Duke era um dos poucos que conheciam o verdadeiro interesse dos EUA, e dá voz às crenças dos americanos racionais (reasonable). E David Duke, a seu turno, tem um livro autobiográfico no qual revela que Shockley era seu amigo.

É possível, portanto, que os ambientalistas que construíram o monumento da Geórgia sejam um círculo supremacista branco em cujo centro está William Shockley, o inventor do semicondutor, o cientista e engenheiro elétrico que deu origem à indústria tecnológica do Vale do Silício.
Dúvida que fica

Não há mistério quanto à escolha do local para a construção do monumento. Elberton, da Geórgia, é um local famoso pela qualidade do seu granito e da perícia dos artesãos em trabalhar a pedra. Convenhamos que é muito mais difícil contratar um empreiteiro numa cidadezinha para fazer uma obra excêntrica e cara anonimamente do que pichar uma suástica no meio da rua. As pedras da Geórgia atiçam a curiosidade de teóricos da conspiração há décadas e, é bom frisar, defendem a redução da humanidade a uma fração daquilo que era já na década de 80. Como foi preciso esperar 35 anos para um documentarista descobrir essas coisas? O mínimo necessário para tal coisa é a aceitabilidade social do genocídio, desde que se apresente sob a capa do ambientalismo ou da ciência. No mínimo é isso; no máximo – falemos enquanto ninguém criminaliza “teorias conspiratórias” – a elite do Vale do Silício, essa mesma que empurra o identitarismo e ambientalismo neomalthusiano goela abaixo, continua apitando até hoje, com o mesmo ideário de Shockley e seus pupilos.

De todo modo, a aceitabilidade do genocídio é um fato. O fatídico número de meio bilhão apareceu outra vez este ano, no Fórum Econômico Mundial, tratando do mesmo assunto do crescimento populacional, como mencionou Paula Schmitt aqui. É preciso abrir o olho para esse monte de aspirante a genocida que faz cara de paisagem.
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Fonte:  https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/bruna-frascolla/as-pedras-da-georgia-simbolizam-um-combate-perpetuo-ao-humano/

Marcador: Artigo de opinião

sábado, 8 de junho de 2024

Sugestão para a escolha de candidatos

  

Por Jacinto Pereira, Radialista e Blogueiro

Como ficou fácil escolher candidatos para votar. A Direita e extrema direita brigaram para aprovar as fake news em votação no Congresso. Então, esse pessoal defende a mentira. Depois dessa, não se pode levar a sério o que eles falam, já que valorizam mais a mentira do que a "Verdade". Sabe quem votou contra fake news e portanto em defesa da "Verdade"? Foi a "Esquerda" . Se você gosta da 'Verdade", não vete em candidatos de extrema direita como os bolsonaristas.

sexta-feira, 7 de junho de 2024

Total falta de escrúpulos dos bolsonaristas na hora de criticar ações do Governo Federal em formas de fake news

 

  

Por Jacinto Pereira, radialista e blogueiro

Na certeza de que ficarão impunes os extremistas de direita produzem uma infinidade de fake news no Parlamento, nas redes sociais e em qualquer veículo de comunicação. 

Empresários bolsonaristas, usando de má fé, esconderam o arroz teria se perdido nas enchentes e ia faltar o produto e em seguida esconderam os estoques para fazer o preço subir. Foi só o Lula autorizar a importação de arroz para garantir o abastecimento e livrar os mais pobres da especulação financeira por partes dos empresários, começou a chiadeira dos empresários, dizendo que a safra já tinha cido quase toda colhida e que tinha arroz em estoque que daria para abastecer a demanda interna para aproximadamente oito meses. A essa altura eles já estavam vendendo o pacote de cinco quilos por valores próximos de quarenta reais. O arroz que o governo está importando vai custar cinco reais para o consumidor, tirando portanto a oportunidade desse empresários desumanos de venderem seu arroz pelo dobro do preço do arroz  importado. Agora aprece nas redes sociais uma campanha para que comprem o arroz produzido no Rio Grande do Sul e outra dizendo que o governo está importando arroz de plástico da China, portanto não devem comprar esse arroz de quatro reais o quilo, que está sendo importado pelo Governo Federal.

Isso é apenas parte dos ataques que os bolsonaristas estão fazendo para desacreditar o Governo Lula.

Agora dê uma olhada nas matérias abaixo, para ter a dimensão do que esses criminosos estão fazendo. Não só com o Governo Federal, mas contra o povo brasileiro. Ainda bem que o Brasil tem um governo democrático e progressista que cuida dos interesses dos mais vulneráveis da nossa Sociedade.

 Oportunismo de influencrs e bolsonaristas nas redes não poupa nem a catástrofe no RS... Veja mais em https://www.intercept.com.br/2024/05/11/durante-as-enchentes-fake-news-podem-matar/

 Crise no RS: governo federal passa a semana desmentindo fake news... Veja mais em https://www.correiobraziliense.com.br/politica/2024/05/6855539-crise-no-rs-governo-federal-passa-a-semana-desmentindo-fake-news.html

 Extrema direita mente sobre RS para atacar governos e exaltar empresários… - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/confere/ultimas-noticias/2024/05/18/o-que-esta-por-tras-fake-news-enchentes-rio-grande-do-sul.htm?cmpid=copiaecola

 Deputados espalham fake news sobre RS no plenário da Câmara… - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/confere/ultimas-noticias/2024/05/11/deputados-reproduzem-desinformacoes-sobre-rs-no-plenario-da-camara.htm?cmpid=copiaecola

quarta-feira, 5 de junho de 2024

Sputnik destaca o crescimento da indústria brasileira

 

Produção industrial brasileira acumula aumento de 3,5% nos 4 primeiros meses de 2023

14:40 05.06.2024

Linha de produção do veículo Renegade, produzido pela Jeep, do grupo Fiat Chrysler, em sua fábrica em Goiana (PE) - Sputnik Brasil, 1920, 05.06.2024

© Folhapress / JC Imagem

O setor industrial cresceu 3,5% nos quatro primeiros meses deste ano, de acordo com os dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), relativos ao mês de abril, divulgados nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação com abril de 2023, o crescimento foi 8,4% e em 12 meses, a expansão da indústria foi de 1,5%, segundo a pesquisa. Já em relação ao mês imediatamente anterior, a produção industrial em abril deste ano recuou 0,5%, interrompendo dois meses consecutivos de crescimento, período em que acumulou expansão de 1%.

O IBGE destaca que o setor ainda se encontra 0,1% abaixo do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 16,8% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011.

Entretanto, o estudo aponta que resultados positivos predominam em três das quatro categorias econômicas e 18 dos de 25 ramos industriais mostrando expansão na produção.

Movimentação na indústria Bralyx, do setor de máquinas e equipamentos, em São Paulo, no dia 20 de abril de 2016 - Sputnik Brasil, 1920, 01.04.2021

Notícias do Brasil

Por que o setor de máquinas e equipamentos cresceu em meio ao arrefecimento industrial?

1 de abril 2021, 19:01

Indústria automobilística se destaca

O segmento automobilístico, à exceção do mês anterior, quando recuou 4,6% teve alta de 4,4% em janeiro e 3,5% em fevereiro, tendo crescido 13,2% em abril.

O movimento está relacionado ao mercado doméstico, influenciado pelo comportamento positivo do mercado de trabalho, sugere o estudo, com o aumento de pessoas ocupadas e da massa de rendimentos. Outro fator é a flexibilização da política monetária com redução da taxa de juros e queda da inadimplência. Entretanto, o setor segue abaixo do patamar pré-pandemia.

Entre os segmentos que mostram recuo na produção, valem destaque o setor extrativo, que recuou 3,4% no período levantado, devido à queda na produção tanto do minério de ferro como do petróleo; além do setor de alimentos, que também teve queda de 0,6% em abril. Esses dois setores representam cerca de 30% da estrutura industrial.

Indústria avança 8,4% frente a abril de 2023

Na comparação com o mesmo período de 2023, setor industrial cresceu 8,4% em abril de 2024, com resultados positivos em quatro das quatro grandes categorias econômicas, 22 dos 25 ramos, 68 dos 80 grupos e 70,3% dos 789 produtos pesquisados.

No fechamento do primeiro quadrimestre, o setor industrial avançou 3,5%, ante queda de 1% em igual período de 2023.

O último quadrimestre de 2023 havia crescido 1%, com aceleração do movimento de crescimento em: bens de capital, associado a investimentos; bens consumos avançando; bens intermediários, que concentra a matéria prima, também mostrando taxa positiva.

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Fonte: https://noticiabrasil.net.br/20240605/producao-industrial-brasileira-acumula-aumento-de-35-nos-4-primeiros-meses-de-2023-34957602.html

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