segunda-feira, 5 de dezembro de 2022

Com Bolsonaro, o Brasil bate recordes de milionários e famintos

 


Apenas no ano passado, 62,5 milhões de pessoas encontravam-se em vulnerabilidade financeira

www.brasil247.com -

Carta Capital - Em apenas três anos de governo do atual presidente Jair Bolsonaro (PL), o número de milionários aumentou desproporcionalmente em comparação às gestões petistas. Os dados são da Folha de S. Paulo.

Entre janeiro de 2019 e dezembro de 2021, mais de 2,1 milhões de pessoas registraram na Receita Federal rendimentos anuais superiores a 1 milhão de reais. 

Ao todo, 562 mil brasileiros entraram para a categoria dos milionários, cerca de 1% da população, enquanto 1/4 das pessoas no País têm dúvidas se irão conseguir fazer a próxima refeição. 

Leia a íntegra na Carta Capital.

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/com-bolsonaro-o-brasil-bate-recordes-de-milionarios-e-famintos

domingo, 4 de dezembro de 2022

Quando países imperialistas interferem em outras naçoes, sempre roubam suas riquezas

Quanto mais ódio e divisão na sociedade brasileira, mais fácil fica para os imperialistas interferirem ou invadirem o território nacional. Tem gente que não conhece a história das invasões ou interferência imperialistas em países que são ricos em bens naturais ou tentam ser soberanos e fazem a besteira de pedirem interferência de outras nações em nossos assuntos internos

Patriotários estão exaustos e os Piores Vídeos Da Semana | Galãs Feios

Jornal A FOLHA: Posse de Lula terá 700 agentes da PF, barreira ant...

Jornal A FOLHA: Posse de Lula terá 700 agentes da PF, barreira ant...:   14:59 01.12.2022 (atualizado: 10:21 02.12.2022 ) © Foto / Palácio do Planalto / Rafael Carvalho Nos siga no Preocupados com a segurança...

Até nisso podemos ver a difereça entre o Mito e a Lenda

 Os bolsonarentos já estão brigando, não aguentaram nem dois meses e já estão se desiludindo com o bozo. Até nisso podemos ver a diferença entre o mito e a Lenda. A liderança e o carisma de Lula manteve o acampamento de apoio durante 580 dias

sábado, 3 de dezembro de 2022

Grandes aposentadorias. Grandes negócios

 

Perfil do Colunista 247

Valéria Guerra Reiter

Escritora, historiadora, atriz, diretora teatral, professora e colunista


O escárnio é solene. É por isso que o IDH no Brasil é minúsculo. Continuamos sob o chicote da luta de todos contra todos

www.brasil247.com - Fila do INSS Fila do INSS (Foto: Antônio Cruz / ABr (20.05.2011))

Aposentadoria no Brasil é sinônimo de miséria. A maioria do povo, depois de labutar por trinta e cinco anos ou mais, recebe pecúnia parca, como paga. A tão badalada aposentadoria não serve nem para bancar os remédios que o indivíduo deverá sorver para se manter respirando...

Pense em um salário mínimo todo descontado, pois é isso, que “sortudos” brasileiros recebem de aposentadoria, ou seja, morrem escravizados pela dor da mazela social. 

A lei do sexagenário de 1885; parece mais justa que a de aposentadoria instituída pela CLT. Pelo menos a primeira, oportunizava ao escravo MORRER LIBERTO, já a última, faz do escravo trabalhista, um pobre diabo miserável e desimportante no cenário comercial e social.

Isso ocorre com milhões de almas à deriva, enquanto os “nobres” representantes dos três poderes recebem suas polpudas aposentadorias, que giram em torno de 30, 40, 50 mil reais. Um acinte, que precisa de uma reforma estruturante. 

Mui interessante está forma de desigualdade. E indubitavelmente, se torna tema sociológico de pesquisa de campo: em jornalismo, antropologia, e filosofia. O escárnio é solene. É por isso que o IDH no Brasil é minúsculo. Continuamos sob o chicote da luta de todos contra todos. 

No Brasil, se remunera muito bem “uma casta sanguinária” bem maquiada e prolixa, e isso mantém o povo sob a rédea da ignorância, vendendo o almoço para comprar o jantar. E ademais, louvando (por desconhecimento cognoscente) tal casta de incompetentes e ociosos comprados pelos senhores do mundo, que estão no cume piramidal.

#ValReiterjornalismohistórico 

Fonte: https://www.brasil247.com/blog/grandes-aposentadorias-grandes-negocios

sexta-feira, 2 de dezembro de 2022

LULA fala sobre transição e ministério em entrevista coletiva em Brasíli...

Tebet: recursos para assistência social tiveram corte de 96% no governo Bolsonaro

 


Equipe de transição identifica problemas em programas do governo

www.brasil247.com - Candidata do MDB à Presidência, Simone Tebet, durante debate entre presidenciáveis nos estúdios da Band TV em São Paulo 28/08/2022 Candidata do MDB à Presidência, Simone Tebet, durante debate entre presidenciáveis nos estúdios da Band TV em São Paulo 28/08/2022 (Foto: REUTERS/Carla Carniel)

Agência Brasil - Integrante da equipe de transição, na área de assistência social, a senadora Simone Tebet (MDB-MS) afirmou nesta quinta-feira (1º), durante coletiva de imprensa para apresentar os primeiros resultados do trabalho, que o setor perdeu cerca de 96% do orçamento para o ano que vem. 

"Grosso modo, houve um corte de algo em torno de 96% do orçamento do Ministério da Cidadania", declarou a jornalistas que cobrem a transição no Centro de Cultura Banco do Brasil (CCBB), em Brasília. Para garantir a manutenção do Auxílio Brasil em R$ 600, mais o pagamento extra de R$ 150 por criança de até seis anos, o grupo de trabalho aponta a necessidade de pelo menos R$ 70 bilhões a mais no Orçamento. Além disso, seriam necessários recursos extras em outros programas essenciais de assistência social. 

A senadora disse que também seria necessário incluir mais R$ 2 bilhões do auxílio gás. "Fora isso, para que minimamente o SUAS [Sistema Único de Assistência Social] funcione, mantendo os 8 mil Cras [Centro de Referência de Assistência Social], 7 mil unidades de atendimento, precisamos de [outros] R$ 2,6 bilhões em valores atuais. Isso fora valores de cisternas e todos os outros programas que foram abandonados", disse Tebet. Apenas na pasta que cuida dos mais vulneráveis, o orçamento extra pode chegar a R$ 80 bilhões. 

Para a senadora emedebista, o gasto extra-teto mínimo necessário para recompor o orçamento do ano que vem dificilmente poderá ser inferior a R$ 140 bilhões, considerado as necessidade de outras áreas. Proposta de Emenda Constitucional (PEC) apresentada pela equipe de transição prevê a exclusão do Bolsa Família (atual Auxílio Brasil) da regra do Teto de Gastos, o que pode chegar a mais de R$ 170 bilhões, segundo cálculos técnicos divulgados pelo governo eleito.

Além de Tebet, participaram da coletiva as ex-ministras do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello e Márcia Lopes, e o coordenador dos grupos de trabalho da transição, Aloizio Mercadante. 

Segundo Campello, o atual governo desorganizou as atualizações do Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico) e defendeu a retomada de informações fundamentais para o monitoramento de famílias vulneráveis que recebem auxílio do governo, como dados de frequência escolar, informação sobre vacinação e acesso a outros serviços públicos básicos, como água e saneamento. "Precisamos construir uma estratégia de retomada da atualização do CadÚnico, retomar informações sobre frequência escolar. A gente não tem informação de vacinação de mais da metade das crianças mais pobres. Queremos saber se têm acesso a saneamento, à água, se mudou de endereço ou não", disse a ex-ministra.

Irregularidades

A equipe de transição também diz ter identificado possíveis irregularidades com o aumento exponencial de famílias unipessoais, aquelas que são formadas por um indivíduo, como beneficiárias do Auxílio Brasil. Pelos cálculos apresentados, com base em dados oficiais do programa, entre dezembro de 2018 e outubro de 2022 houve um aumento de 197% no total de adultos morando sozinhos e recebendo o benefício, enquanto o crescimento de famílias com dois ou mais integrantes cresceu 21% no mesmo período. 

"A população foi induzida a se cadastrar dessa forma. Não é um malfeito da pessoa pobre, é um malfeito do Estado", disse Tereza Campello. 

"O atual governo colocou mais de 2 milhões de pessoas no programa social, sem qualquer gestão, sem critério e sem acompanhamento, e agora entrega ao novo governo a tarefa de retirar essas pessoas do programa social", criticou Mercadante.

Fonte: https://www.brasil247.com/economia/tebet-recursos-para-assistencia-social-tiveram-corte-de-96-no-governo-bolsonaro

PIB de Bolsonaro cresce menos que os de Lula, Dilma e FHC

 

Crescimento médio do país sob Bolsonaro deverá ser de 1,5%, enquanto com Dilma, Lula e FHC variou de 2,3% a 4,6%

2 de dezembro de 2022, 08:39 h Atualizado em 2 de dezembro de 2022, 08:57

    AddThis Sharing Buttons

www.brasil247.com - Lula, FHC, Dilma, Bolsonaro e Temer Lula, FHC, Dilma, Bolsonaro e Temer (Foto: Reuters | John Zich/IOP)

247 - O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil perdeu força no terceiro trimestre deste ano e, com isso, cresceu 0,4% sobre os três meses imediatamente anteriores. O crescimento médio do país sob o governo Jair Bolsonaro (PL), portanto, de 2019 a 2022, deve ficar em 1,5%, segundo o UOL.

O desempenho é o pior se comparado aos governos de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Lula (PT) e Dilma Rousseff (PT).

No período de FHC, o País cresceu em média 2,5% de 1995 a 1998 e 2,3% de 1999 a 2002. Sob Lula, cresceu 3,5% de 2003 a 2006 e 4,6% de 2007 a 2010. Com Dilma, o crescimento foi de 2,4% de 2011 a 2014. A ex-presidente, no entanto, passou a ser sabotada por seu vice, Michel Temer, pelo então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, e outros. Ela foi impedida de governar e acabou deixando formalmente o governo em 12 de maio de 2016. Como consequência do golpismo, o PIB brasileiro recuou 3,4%. Com Temer, de agosto de 2016 a dezembro de 2018, o crescimento foi de 1,6%. No entanto, os números de Temer foram ainda piores porque ele assumiu o cargo no dia 13 de maio de 2016 e passou a aplicar o choque neoliberal, conhecido como "ponte para o futuro" já no seu primeiro dia.

O cálculo do PIB no governo Bolsonaro foi feito por Silvia Matos, coordenadora do Boletim Macro Ibre e pesquisadora sênior da economia aplicada do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas). Ela considerou os seguintes dados, explica a reportagem: "1,2% em 2019, queda de 3,3% em 2020, recuperação de 5% em 2021, e projeção de 3% para 2022. Os números foram somados e divididos pelo número de anos do presidente no poder para chegar ao resultado".

Fonte: https://www.brasil247.com/economia/pib-de-bolsonaro-cresce-menos-que-os-de-lula-dilma-e-fhc

quarta-feira, 30 de novembro de 2022

Vamos fazer política enquanto não chga nova campanha eleitoral

 Lula vai ter muitas dificuldades para governar, principalmente no primeiro ano, porque o povo elegeu o chefe do Poder executivo mas não fez maioria no  parlamento, que é quem faz as Leis. Por isso vai precisar de uma militância mobilizada e bem informada para sustentar os debates e críticas com relação ao Lula e seu governo.  Por isso se faz necessário uma campanha de formação política a partir das bases e eu estou a disposição das lideranças política de nosso município para contribuir nesse trabalho. Se você é pré- candidato petista. Promova na sua base ou comunidade, formal ou informalmente , reuniões para troca de informações e deixar seus amigos melhor informados sobre as conjunturas política e econômicas do país, do seu estado e do seu município. Um bom dia e um forte abraço a todos.