terça-feira, 14 de fevereiro de 2023

PT voltou para governar com respeito aos mais pobres e recuperar a democracia, diz Lula no aniversário do partido

 

"O PT não pode esquecer de onde veio", afirmou o presidente durante evento de comemoração dos 43 anos da legenda

www.brasil247.com - Luiz Inácio Lula da Silva Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Reprodução (Youtube))

247 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) destacou nesta segunda-feira (13) a importância de a legenda "governar com respeito aos mais pobres, para recuperar a democracia em toda a sua essência". "Tudo o que fizemos em 13 anos foi destruído em seis anos. Esse genocida deverá ser julgado pela quantidade de inocentes neste País", disse o petista em Brasília (DF) durante o evento de comemoração dos 43 anos do partido.

"O PT não pode esquecer de onde veio", continuou o presidente em referência às mobilizações populares que ajudaram na criação do partido. "Temos que estender a mão àquelas pessoas que mais necessitam. Banqueiro ganhou, empresário ganhou e trabalhador ganhou. O PT não pode esquecer de onde veio".

Segundo Lula, "esse partido veio para dizer: não queremos mais feminicídio". "Mulher não foi feita para apanhar de marido, foi feita para fazer ser a sujeita da história e não a subordinada. Somos o mais importante partido de esquerda da América Latina".

O presidente disse que "a melhor maneira de viver a vida é ter causa". "Qual razão é melhor do que viver para melhorar a vida do povo? A razão pela qual a gente existe é mudar isso. Muitas vezes não conseguimos fazer tudo o que conseguimos, mas a gente tem que tentar.  Felicidade ou a gente reparte ou a gente pede. Não há dificuldade que a gente não possa superar. Vamos brigar para que nunca mais um genocida".


Dilma 

A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) disse que o PT é um "partido comprometido com ideais de inclusão social, luta pela igualdade social, de raça, de gênero, pelo fim de todas as fobias principalmente com a população trans". 

"(O PT) Defende a soberania e isso significa não entregar novas empresas estatais como entregaram a eletrobrás. Manter a integridade de uma empresa como a Petrobrás só pode ser feito com um partido, conjunto de aliados e um líder capaz de enfrentar os desafios, capacidade de resistência". 

Fonte: https://www.brasil247.com/poder/pt-voltou-para-governar-com-os-mais-pobres-e-recuperar-a-democracia-diz-lula-no-aniversario-do-partido

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2023

BOLSONARISTAS INUNDAM REDES COM FAKE DE QUE JANJA TERIA SIDO PROSTITUTA ...

domingo, 12 de fevereiro de 2023

O RESUMO DO DIA DE LULA EM WASHINGTON EM REPORTAGEM ESPECIAL DO CORRESPO...

sábado, 11 de fevereiro de 2023

Correios doarão chips para ajudar na comunicação dos ianomâmi

 

Ontem foram instaladas 17 antenas móveis no território indígena. Novo presidente dos Correios recebe trabalhadores, ressalta papel da empresa pública e garante diálogo

www.brasil247.com - (Foto: Twitter/FAB)

RBA - A operadora Correios Celular, ligada à Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, fornecerá 1 mil chips de celular para comunidades Yanomami, anunciou nesta sexta-feira (10) o Ministério das Comunicações (MCom). O ministério confirmou ontem (9) a instalação de 17 antenas móveis de conexão banda larga via satélite em territórios dos indígenas. O próximo passo é entregar os chips ao Comitê de Coordenação Nacional para Enfrentamento à Desassistência Sanitária da população Yanomami.

Com a medida, os Correios esperam ampliar a capacidade de comunicação entre as comunidades Yanomami e as equipes que prestam assistência. As antenas e os dispositivos de comunicação permitirão ainda melhores condições para o atendimento médico.

Os Yanomami passam por crise humanitária decorrente do garimpo ilegal, responsável por uma série de impactos sanitários e ambientais. Além de doenças como malária e pneumonia, os indígenas também sofrem com desnutrição e alta taxa de mortalidade de bebês no primeiro ano de vida.

Em outra ponta, a Polícia Federal (PF) e as Forças Armadas deflagraram nesta sexta operação para destruir aeronaves e maquinários do garimpo. O objetivo é garantir o funcionamento de bases policiais permanentes para apoio e monitoramento da retirada dos mais de 20 mil garimpeiros do território. A Força Nacional fará a operadas das bases, enquanto o Exército, a operação logística. Participam também agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).

A operação da PF contra lavagem de dinheiro oriundo de garimpo ilegal alcançou hoje a irmã do governador de Roraima, Antonio Denarium (PP), Vanda Garcia de Almeida. Agentes chegaram à residência dela de madrugada. Em nota, o governador de Roraima afirmou que “desconhece o teor da investigação (da PF) contra sua irmã”.

Empresa pública e responsabilidade social

O novo presidente dos Correios, Fabiano Silva dos Santos, se reuniu nesta quinta com dirigentes sindicais da CUT e da Federação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Correios e Telégrafos (Fentect). Santos afirmou que sua missão será fortalecer a empresa e seu caráter público, assim como o diálogo com os representantes dos trabalhadores, que lutaram contra o desmonte da empresa e a tentativa de privatização por parte do governo de Jair Bolsonaro. 

Santos é advogado, professor universitário e foi coordenador-adjunto do grupo de juristas Prerrogativas. O Conselho de Administração dos Correios aprovou a indicação de seu nome para a presidência da estatal no dia 3 de fevereiro.

A expectativa dos representantes sindicais é estabelecer nova relação com a mudança na direção da empresa. “Muda tudo”, disse o secretário de Comunicação da Fentect-CUT, Emerson Marinho. “Antes tínhamos uma gestão militarizada, com corte do diálogo, assédio moral e pressão contra trabalhadores”, lembrou o dirigente.

“Esperamos dessa nova gestão que os trabalhadores sejam tratados com respeito e voltem a ter espaço e diálogo permanente para a resolução de demandas e possíveis conflitos”, afirmou Amanda Corsino, dirigente da CUT e presidenta do Sindicato dos Trabalhados em Correios e Telégrafos do Distrito Federal (Sintect-DF).

O ex-ministro das Comunicações Ricardo Berzoini participou do encontro. Berzoini comandou também as pastas de Relações Institucionais, Previdência Social e Trabalho nos governos anteriores de Lula e Dilma Rousseff. Segundo o ex-ministro, Fabiano Silva dos Santos “enxerga o potencial” dos Correios na área da logística e “saberá explorar todas essas potencialidades”.  

Afirmou ainda que os Correios têm papel estratégico para que o governo federal possa ampliar políticas de Estado para a população, pois a empresa está presente em todo território nacional.

Não se tem notícias de que operadoras privadas de telefonia tenham adotado alguma medida semelhante à da Correios Celular em territórios Yanomami.

Com informações da RBA, Agência Brasil e CUT

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/correios-doarao-chips-para-ajudar-na-comunicacao-dos-ianomami

A COMUNIDADE DE CARRAPATEIRAS, DISTRITO DE ARANAÚ – ACARAÚ/CE

 

Cruz. Nos tempos do Brasil Colônia, viviam aqui nesta região os antigos moradores vindo da Holanda. Oriundos da caravana de Cabral rumo à costa brasileira e traziam em suas bagagens sementes de mamona para extração do azeite para ser utilizado nos candeeiros, pois não existia luz elétrica naquela época.

Foi nessa época que surgiram os primeiros pés de mamona nascidos das sementes jogadas pelos moradores que depois se passou a chamar carrapateiras por ser muito parecida com o carrapato (inseto) e foi nesta região que surgiram vários pés de carrapatos na beira-mar, que veio futuramente servir de ponto de referencia para os pescadores, principalmente os que botavam currais que passaram a chamar, carreira das carrapateiras. Nos séculos passados viviam aqui os nativos: Bernardino Marques; Livino Albano; Luiz Albano; Inácio Bernardo; Viturino; Mariana Nunes; Joaquim Nunes; Raimundo Sales; Benvindo Antunes; Francisco Salgueiro; Clóvis Albano da Silveira e o Casal Alexandre Nunes de Freitas e Inez Maria da Conceição que depois de muitos anos morando aqui, mudou-se para o Município de Granja, numa comunidade chamada Taraco. Foram eles os pais de Joaquim Marques de Freitas, o filho ilustre desta comunidade, que nasceu no dia 11 de março de 1923 e veio para morar aqui em 1959.

Em 1959, chegava de Lusitânia, Município de Granja, na comunidade de Carrapateiras deste município Joaquim Marques de Freitas (Quinca),com uma ideia que o povo carrapateirense ainda não tinha sonhado. Seus pais eram naturais daqui mesmo, mas em 1905 mudou-se para Granja, e depois de 44 anos já os velhos falecidos, Joaquim Marques se lembrando da família veio residir na mesma localidade onde tinha vivido seus pais, encontrando com todos os seus parentes.

Em 1964, Joaquim Marques falava para os proprietários de Carrapateiras que seu objetivo principal era construir nesta comunidade uma capela. O povo quase em geral admirava-se daquela ideia e alguns diziam: “não tenho uma pequena fé, o nosso lugar não tem condições para isto”. E Joaquim Marques dizia: “nós todos unidos e nos unindo com as circunvizinhanças teremos favorável condição; vejamos como fazem as formiguinhas”!

O povo começou a decidir-se que aquilo seria mesmo uma ótima ideia e todos já estavam no acordo de entrar em ação. No ano de 1964, o Monsenhor José Edson Magalhães que era naquela época o vigário de Cruz celebrou a primeira missa no local onde ia ser construída a referida capela de Carrapateiras. Os proprietários José Bernardino da Rocha e Pedro Marques da rocha doaram o terreno com 100 metros quadrados. Estando todos de acordo, formaram uma comissão de cinco membros que foram encarregados de arrecadar donativos por meios de leilões, quermesses, visita com a imagem nas casas, campanha de partidos etc. No ano de 1965, já atuava como Pároco de Cruz Pe. Manoel Valderi da Rocha, o qual celebrou a segunda missa em Carrapateiras, dando a planta da construção.

A ORIGEM DA CAPELA DE N.S DAS GRAÇAS DE CARRAPATEIRAS

Como já se tinha arranjado parte do dinheiro e do material, neste mesmo ano foi dado inicio à construção do templo de Nossa Senhora das Graças.

Os primeiros materiais foram ainda baratíssimos: tijolos a C$3,00 Cruzeiros o milheiro, oficial a C$1,00 Cruzeiro, e todos entraram em ação com boa vontade.

A construção foi iniciada no meado do ano de 1965 e a realização em 1972. A benção da capela aconteceu aos trinta de novembro de 1972. Mas, nesta época faltava os principais que era dinheiro e material. Um dia passava em frente à construção, o Senhor Manoel Nelson Silveira, grande comerciante de Gamileirinha e vendo o trabalho quase parado por falta de condições, prontificou-se a manter dinheiro e material por sua conta a fim de realizar no tempo marcado todo o trabalho da igreja.

O mesmo benfeitor que fez essa garantia, juntando-se com o povo da comunidade, deram inicio a uns partidos e teve-se grande proveito, pois no fim dos apuros deu para pagar toda a soma que se tinha ficado devendo e no dia 30/12/72 o vigário deu a benção da capela e a partir daí passou a ter missa na capela 2 vezes ao ano, nos referidos mês de maio e de dezembro. Depois de tudo, foi feito o apuro de todas as notas de despesas durante os 7 anos de construção, dando um total de C$ 7.650,00. Agora nossa capela já está cercada de poste de iluminação e não parece mais àquela capoeira de 1960, de onde nasceu à ideia e a construção foi realizada. As pessoas que mais colaboraram foram: o Sr João Luís, Israel Graciano, Sabino Lúcio, Pedro Anselmo, Antônio Severo, Pedro Barbosa, Nemésio Furtado, Raimundo Chico, Benedito Manoel, José Albano, João Tapera, João Salgueiro, e um dos grandes colaboradores para a evangelização desta comunidade foi o Padre Francisco Nicodemos Sousa. Naquela época este povoado foi denominado por Rua do Cruzeiro por que do lado norte, morava o Sr Bernardino Sousa Marques (conhecido como Bena), do lado Sul morava o Sr Expedito Marques Sousa, do lado leste morava o Sr Francisco Marques Silveira e do lado Oeste morava o Sr Joaquim Marques de Freitas e assim formava uma Cruz com a capela no centro.

Os primeiros dirigentes da comunidade foram os senhores Joaquim Marques de Freitas, Joaquim Marques da Rocha com o auxílio de José Marques da Rocha, Manoel Braz, Antônio Raimundo e depois Francisco das Chagas Sousa. E atualmente é coordenado pelo o Sr João Marques de Araújo.

As catequistas eram: Maria Inês, Rita Marques de Sousa, Maria Auzerina Marques, Gorete Sousa, Conceição Silveira, Francisca Maria Silveira e outras.

Depois, com a chegada de Dr. Lima e a Dra Selma, vindos de Sobral fundaram, aqui, em 1978, o grupo JAC (denominado Jovens Amigos de Cristo) sobre as coordenações de Manoel Braz, Gorete Sousa, Conceição Silveira e depois Rita de Cássia Nunes Silveira, Vanessa Silveira e Maicon Araujo.

Os padres que passaram por aqui foram: Pe. Francisco de Assis Magalhães Rocha, Pe. Aristides de Oliveira Carneiro, Pe. Francisco Eudes Cruz. E hoje a comunidade pertence à Paróquia de São João Batista de Aranaú com o Pároco José Maurílio Xavier Lima.

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Primeira Capela de N. S. Graças Segunda Capela de N. S. Graças

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Terceira Capela N. S. Graças Capela Atual de N. S. Graças

Personalidades que fizeram parte da história de Carrapateiras

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Tio Quinca

(fundador)

Dom José Tupinambá da Frota

(1° Bispo de Sobral)

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José Bernardino da Rocha

(doador do terreno)

Bernardino Sousa Marques

(um dos primeiros moradores)

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Clotildes de Sousa Campos Pe. Nicodemos

(doadora do terreno) Primeiro Missionário da Região

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Chagas Severo

3º Dirigente João Marques

Dirigente Atual

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Joaquim Marques da Rocha Pe. Robson Cabral - Celsolandia

2º Dirigente

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Pe. Marcones Monsenhor Edson

Área Pastoral de Caiçara

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Pe. Valderi Pe. Maurilio – Aranaú

Celebrante da 2ª Missa

Dr. Lima

 

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023

Taxa de juros alta afeta desenvolvimento e desestimula setor produtivo

 Em meio às críticas de Lula ao Banco Central e a seu presidente devido à manutenção da taxa em 13,75%, economistas apontam impactos que Selic elevada traz para o país

por Priscila Lobregatte

Em posse do presidente do BNDES, Lula critica taxa Selic. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Há alguns dias, a queda de braço entre setores que defendem uma agenda governamental voltada para o desenvolvimento econômico e social do país e os mais alinhados ao mercado financeiro ganhou força com as críticas do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Em jogo estão as condições que o governo precisa ter para colocar em prática o programa que venceu nas urnas e que tem o desafio de reconstruir o país. 

O centro do debate atual é a alta taxa de juros aplicada no país, de 13,75% ao ano — índice que segue inalterado desde agosto, sendo o maior nível desde janeiro de 2017 —, e a autonomia do Banco Central, que pode, como acontece agora, levar a um descompasso entre as necessidades do governo e da sociedade e a visão do mercado. 

Em comunicado feito após sua mais recente reunião, ocorrida no dia 1º, quando foi definida a manutenção do índice, o Comitê de Política Monetária (Copom) destacou que “irá perseverar até que se consolide não apenas o processo de desinflação como também a ancoragem das expectativas em torno de suas metas, que têm mostrado deterioração em prazos mais longos desde a última reunião”. 

Diante desse quadro, Lula criticou a manutenção da Selic em patamar elevado. Disse não haver “justificativa nenhuma” para a taxa estar tão alta, em prejuízo do crescimento do país, e declarou: “É só ver a carta do Copom para a gente saber que é uma vergonha esse aumento de juros e a explicação que deram para a sociedade brasileira”. As declarações foram dadas durante a posse de Aloizio Mercadante na presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na segunda-feira (6). 

Leia também: Lula, juros e bancos públicos

Em entrevista nesta terça-feira (7), Lula destacou: “Não é possível que a gente queira que este país volta a crescer com taxa de 13,75%. Nós não temos inflação de demanda. É só isso. É isso que eu acho que esse cidadão [Campos Neto], indicado pelo Senado, tenha possibilidade de maturar, de pensar e de saber como vai cuidar deste país. Ele tem muita responsabilidade”.

Entraves ao crescimento

De fato, a taxa elevada traz entraves para que sejam colocadas em prática medidas de estímulo ao setor produtivo e à geração de emprego e renda, fundamentais para tirar o país do atoleiro, e beneficia apenas o rentismo.  “A taxa de juros afeta o desenvolvimento na medida em que é uma das variáveis que compõem os empréstimos bancários. Então toda vez que o industrial vai pegar um empréstimo para desenvolver a sua matriz produtiva, esse empréstimo está mais caro porque uma das variáveis, que é a Selic, aumentou”, explicou ao Portal Vermelho a economista e professora Daniela Cardoso Pinto, da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. 

Por outro lado, diz, “se o investidor pega esse dinheiro e ao invés de investir na base produtiva ele aplica no mercado financeiro, remunerado também pela Selic, ele acaba tendo um rendimento maior, ou seja, a Selic maior desestimula o desenvolvimento produtivo brasileiro na medida em que se torna mais rentável você investir no segmento financeiro do que no produtivo”. 

Leia também: Copom mantém Selic em 13,75% e contraria o interesse nacional

Neste mesmo sentido opina o professor Márcio Pochmann, da Unicamp. “Ao descontar da taxa Selic anual de 13,75% a inflação acumulada em 12 meses de 5,79%, resta como taxa real de juros de 7,52% ao ano, a mais alta do mundo. Com isso o banco central independente contribui para manter o aceso ao rentismo e apagado o crescimento econômico”, disse, pelas redes sociais. 

A segunda taxa mais alta do mundo, segundo o ICL Economia, é a do México que, descontada a inflação, está em 5,39% ao ano; a terceira é a do Chile, com 4,66%, ambas bem abaixo da brasileira. 

Pochmann apontou ainda que “para o Banco Central independente, a cada aumento de um ponto percentual na taxa básica de juros, a dívida líquida do setor público (DLSP) cresce R$ 38 bilhões. Como a Selic aumentou 11,75 pp entre agosto de 2020 (2%) e dezembro de 2022 (13,75%), o impacto na DLSP foi de R$ 446,5 bi. Um gasto improdutivo”. 

Além dos impactos sobre a macroeconomia e as políticas governamentais, os juros altos também prejudicam a população, sobretudo aquela que precisa recorrer mais vezes a empréstimos e cartão de crédito. “A Selic também afeta as pessoas, não apenas o sistema produtivo, porque ela também é uma das variáveis que compõem o crédito pessoal que é uma das formas de empréstimo do segmento bancário ao consumidor”, lembra a professora Daniela.

Eduardo Moreira, escritor e engenheiro, membro do Instituto Conhecimento Liberta, falou, em programa do ICL, sobre o impacto que a taxa de juros alta tem sobre o cidadão comum e criticou a forma como a grande mídia tem tratado a questão. 

A taxa alta de juros, disse, “nos prejudica no nosso dia a dia, porque o crédito que a gente toma é mais caro, o cartão de crédito é mais caro e o crédito direto ao consumidor também é mais caro. A economia anda mais devagar, as pessoas têm menos emprego, então seria natural que a gente questionasse, seria natural que a gente cobrasse de um presidente da República, que isso fosse questionado. Mas, no momento em que ele questiona, a mídia vem e vem de um jeito atropelado, que escancara o partido que a mídia toma”. 

Queda de braço

Nesse cenário, a economista Daniela Pinto vê como “desnecessária” a polêmica envolvendo Lula e o BC, uma vez que ambos compõem o mesmo governo, e defende que haja diálogo entre as partes “sobre o que vai ser feito no âmbito fiscal para que os juros possam ceder”. 

Nesta terça-feira (7), Lula declarou: “Ainda não conheço bem o presidente do Banco Central, estive com ele uma única vez. Sempre parto do pressuposto de que as pessoas estão com boa-fé, com boa vontade, de que ele (Campos Neto) quer acertar, quer consertar a economia brasileira, e que a economia precisa voltar a crescer. E para a economia voltar a crescer, é preciso que os juros sejam acessíveis para parte dos investidores brasileiros”. 

No mesmo dia, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad declarou que a ata do Copom é “mais amigável em relação aos próximos passos que precisam ser tomados”, em comparação com o comunicado feito logo após a mais recente reunião do Comitê. 

O ministro também defendeu uma maior coordenação entre a política fiscal e a chamada política monetária, a cargo do BC, para conter a inflação.“A coordenação tem duas mãos. Não é daqui para lá, é daqui para lá e de lá para cá. O que eu sempre defendo desde a minha primeira entrevista é a harmonização da política monetária e da política fiscal. A ideia é que são braços do mesmo organismo e que tem que trabalhar juntos”, afirmou.

Fonte: https://vermelho.org.br/2023/02/08/taxa-de-juros-alta-afeta-desenvolvimento-e-desestimula-setor-produtivo/

 Em texto comemorativo, o partido se coloca como principal "força política em defesa do povo e da democracia"

www.brasil247.com - (Foto: Ricardo Stuckert)

247 - O Partido dos Trabalhadores (PT) completa nesta sexta-feira (10) 43 anos de existência. O site da sigla publica nesta data um texto no qual se coloca como principal "força política em defesa do povo e da democracia".

Leia na íntegra:

Nesta sexta-feira, 10 de fevereiro, o Partido dos Trabalhadores comemora 43 anos de fundação, com uma bela história forjada nas lutas do povo brasileiro por democracia e por direitos fundamentais.

O PT foi fundado em 10 de fevereiro de 1980, no Colégio Sion (SP), por um grupo formado por  dirigentes sindicais, intelectuais de esquerda, ex-exilados políticos e ativistas católicos ligados à Teologia da Libertação.

O Partido nasceu em meio a grandes mobilizações sociais, principalmente do movimento sindical no ABC paulista, que marcaram a história política, econômica e social brasileira a partir da segunda metade da década de 70, quando a sociedade brasileira ainda vivia sob uma ditadura militar que durou 20 longos anos.

Tendo à frente o então líder sindical Luiz Inácio Lula da Silva, o PT foi oficialmente reconhecido como partido político pelo Tribunal Superior de Justiça Eleitoral no dia 11 de fevereiro de 1982.

A partir daí, em quatro décadas de destacada atuação, o PT se tornou o maior partido político de esquerda da América Latina e um dos maiores do mundo, atualmente com mais de 2,5 milhões de filiados e filiadas e organizado em todas as capitais e na grande maioria dos municípios do país.

 Em todo esse tempo, o PT obteve importantes vitórias nas três esferas dos poderes Legislativo e Executivo, elegendo lideranças petistas nas prefeituras, governos estaduais  e de ter governado o Brasil por quatro mandatos consecutivos, com Lula de 2003 a 2008 e Dilma de 2010 a 2016, sendo o último mandato interrompido por um golpe parlamentar-midiático em 2016.

Logo depois, todo o conjunto do PT, numa demonstração de solidariedade e resiliência, ocupou as ruas e praças pela libertação de Lula, preso injustamente e para evitar que fosse eleito presidente em 2018, o que mais tarde foi provado e Lula inocentado.

Nas eleições de 2022, após enfrentar uma das mais duras disputas contra a máquina governamental e uma avalanche de Fake News,  o PT e os partidos da Frente Ampla venceram e colocaram Lula, o maior líder popular do país, pela terceira vez na Presidência da República, com mais de 60 milhões de votos, a maior votação para presidente da história brasileira.

Além dessa conquista que colocou um fim em quatro anos de desgoverno autoritário, movido por ideais fascistas e à base de mentiras e de atentados à democracia, o PT elegeu uma bancada de 69 deputados e deputadas federais e mais quatro parlamentares para o Senado.

No início deste ano, uma tentativa de golpe contra a Democracia Brasileira foi derrotada e o PT mais uma vez se consolida como o principal instrumento para uma tão sonhada unidade nacional.

Diante de tudo isso, o Diretório Nacional do PT decidiu realizar  uma comemoração especial para celebrar o aniversário do Partido e a vitória do povo brasileiro, que hoje ocupa, mais uma vez, o Palácio do Planalto com Lula Presidente.

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/pt-completa-43-anos-de-existencia-nesta-sexta-feira

O que registraram as atas enquanto Covid-19 se espalhava entre indígenas e quilombolas

 Governo criou planos de contingência após ser obrigado pelo STF; manifestação da ativista Greta Thunberg preocupou GSI

www.brasil247.com - (Foto: Marcos Fabrício/Prefeitura de Maricá)

Por Rubens Valente, Alice Maciel, Caio de Freitas Paes, Laura Scofield, Matheus Santino, Bianca Muniz, Thiago Domenici, Agência Pública - Ao final de 2022, mais de 900 indígenas e ao menos 301 quilombolas haviam morrido de covid-19. O alto índice de contaminações e mortes nos territórios tradicionais e urbanos e a falta de estrutura oferecida pelo Estado (como a falta de água potável nas aldeias) levou organizações representativas dessas comunidades a denunciarem a “omissão” do governo federal na administração da crise sanitária — as denúncias foram levadas ao Supremo Tribunal Federal (STF), que obrigou o governo a tomar medidas. 

Agora, 233 atas sigilosas obtidas via Lei de Acesso à Informação (LAI) pela Agência Pública finalmente revelam quais eram as prioridades do governo enquanto a Covid-19 se disseminava entre os povos tradicionais. 

Os registros são parte da memória escrita das reuniões realizadas entre 2020 e 2021, até agora secretas, realizadas pelo CCOP e obtidas com exclusividade pela Agência Pública via Lei de Acesso à Informação (LAI). As reuniões envolveram representantes de 26 órgãos da Esplanada, incluindo os principais ministérios, agências reguladoras, bancos públicos, a Polícia Federal e a Abin (Agência Brasileira de Inteligência). O CCOP foi criado a partir de um decreto de Bolsonaro logo no início da pandemia, em 24 de março de 2020. 

Antes das cobranças do Supremo no âmbito das Arguições de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPFs) 709, referente aos povos indígenas, e 742, referente a comunidades quilombolas, a criação de um plano para controlar a disseminação da doença entre essas populações era postergada nas reuniões do Centro de Coordenação das Operações do Comitê de Crise da Covid-19 (CCOP), chefiadas pela Casa Civil, então comandada pelo general da reserva do Exército Walter Braga Netto.

As poucas citações aos indígenas e quilombolas eram trazidas pelos estados — em reuniões desses com o governo federal — ou surgiam para indicar a realização de alguma medida de assistência pontual, como a entrega de cestas básicas. 

Em um dos episódios, em 3 de julho daquele ano, a ex-ministra e atual senadora Damares Alves (Republicanos), do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos (MMFDH), disse estar “preocupada” com a situação dos indígenas Xavante, no Mato Grosso. Ela culpou o aumento da incidência da Covid-19 entre o povo a uma suposta “cultura de festas e comemorações” do mesmo. Na época ainda não existia lei que protegesse os territórios indígenas da entrada de estrangeiros, que poderiam levar a doença. Após o apontamento, o MMFDH fez algumas reuniões para abordar o tema, mas as discussões não estão registradas nas atas.

A Lei 14.021/2020, que busca proteger os territórios indígenas da contaminação por Covid-19, foi aprovada em 7 de julho de 2020, meses após o início da pandemia.

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As atas também registram pedidos para que ações do governo fossem mais divulgadas. Em uma participação em 7 de maio de 2020, o representante do MMFDH disse que era “importante melhorar a divulgação das ações realizadas, a exemplo daqueles (sic) direcionadas ao atendimento das populações indígenas”.

Meses depois, em 8 de julho daquele ano, o pedido se repetiu: “Reforçar a comunicação estratégica em todas as ações realizadas para Povos e Comunidades Tradicionais”, lembrou o representante do MMFDH. Naquele dia, o Comitê Nacional de Vida e Memória Indígena indicava que 253 indígenas já haviam morrido de Covid-19. 

O Gabinete de Segurança Institucional (GSI), então chefiado pelo general da reserva do Exército Augusto Heleno, também se mostrou preocupado com a imagem nacional e internacional do governo quanto às ações voltadas aos povos tradicionais durante a pandemia.

Em 31 de agosto daquele ano, o representante do GSI “informou que essa semana haverá uma manifestação internacional contra o Governo federal com ênfase nas questões Indígenas e Ambiental, com a participação da ativista sueca Greta Thunberg através do movimento Fridays for Future. O Greenpeace também se juntou ao movimento” e pediu que o governo apresentasse “os diversos projetos e realizações feitas nessa questão”. A manifestação focada no Brasil já havia acontecido naquela mesma semana, na sexta-feira (28), anterior à fala do GSI. 

Em 16 de setembro, a Casa Civil reforçou o pedido de que as informações trazidas pelo GSI quanto aos povos tradicionais fossem replicadas por outros órgãos.

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O plano de contingência

De acordo com as atas, a preocupação com a comunicação era constante, mas a elaboração concreta de planos de contingência da Covid-19 entre os povos tradicionais não parecia uma prioridade. Logo no início da pandemia, em 2 de abril de 2020, a Casa Civil afirmou que o Comitê de Crise dos Povos Indígenas realizaria uma reunião para “elaborar plano estratégico para a atuação” e que a expectativa era que até domingo (5) estivessem “delineadas as atividades e ações mais importantes”. Em 6 de abril, a Secretaria de Articulação e Monitoramento, vinculada à Casa Civil (SAM-CC), fez mais um lembrete de que o plano de manejo seria criado para atender “176 mil indígenas, ribeirinhos e quilombolas”.

Na mesma reunião, o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos disse que havia sido cobrado pelo Ministério Público Federal a respeito do enfrentamento à Covid-19 entre os povos tradicionais e que queriam “consolidar isso para não terem problemas futuros”.

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A próxima citação aos indígenas se deu em 13 de abril, mas nenhum plano foi apresentado. A informação compartilhada pelo MMFDH era que a primeira morte de um indígena teria sido registrada — o ministério também agradeceu a Casa Civil pela “antecipação da medida para os povos indígenas”, referindo-se ao movimento de criar o plano estratégico, que ainda não estava feito. 

De acordo com a Associação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), ao menos quatro indígenas já haviam morrido até aquela data. 

Meses depois, em 10 de junho de 2020, o MMFDH informou que ainda estavam “aguardando” as sugestões dos Ministérios para a criação do Plano de Contingência para Povos e Comunidades Tradicionais, “com foco maior nos Povos Indígenas” — enquanto os povos quilombolas foram citados apenas 11 vezes nas atas, os indígenas aparecem 97 vezes. 

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No dia 8 de julho de 2020 o Supremo Tribunal Federal interveio. Em resposta à ADPF 709, apresentada pela APIB e seis partidos políticos, o ministro Luís Roberto Barroso, relator da ação, determinou que o governo agisse para conter o contágio e a mortalidade por Covid-19 entre a população indígena. O plano de contingência deveria ser apresentado em 30 dias. 

Instado pelo STF, o GSI de Augusto Heleno disse, no encontro de 15 de julho do CCOP, que a primeira reunião para tratar do tema ocorreria dois dias depois. O encontro teria “a provável presença do Ministro do STF Luís Roberto Barroso onde o Governo federal mostrará tudo o que já tem feito no enfrentamento à pandemia para os Povos Indígenas, em alinhamento com o Centro de Coordenação de Operações – CCOp”.

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A criação do plano de contingência foi agilizada somente depois que o STF entrou no caso, determinando um prazo. No dia 20 daquele mês, o GSI lembrou que o MMFDH ainda estava criando o plano, que seria apresentado “dentro do prazo estipulado pelo STF”. O ministério chefiado por Damares Alves disse então que o “monitoramento [da Covid-19 entre os povos tradicionais] é feito com muito zelo”, sem explicar o que isso significava na prática. 

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O plano apresentado pelo governo Bolsonaro foi recusado quatro vezes. O ministro disse que os projetos apresentados eram “genéricos” e não era possível acompanhar sua implementação. Questionado acerca do tema na reunião de 23 de outubro de 2020, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) jogou a culpa no MMFDH, pois viria do ministério de Damares “a parte não homologada do plano”, como registrou a ata consultada pela Pública.

A partir da primeira rejeição ao projeto apresentado, a maior parte das citações a povos indígenas é permeada por discussões sobre como atender aos pedidos de Barroso no âmbito da ADPF 709. Em 30 de dezembro de 2020, os ministérios pedem ajuda para a Presidência e a Casa Civil, mas ainda assim o plano continua sendo recusado. A reunião da CCOP passa, assim, a ser usada para organizar respostas ao STF.

O plano de contingência só foi homologado, parcialmente, por Barroso em 16 de março de 2021, quase um ano depois da primeira vez em que foi citado em uma ata, antes ainda da intervenção do STF. De acordo com o ministro, várias determinações feitas por ele não foram atendidas, o que demonstraria “profunda desarticulação” por parte dos órgãos envolvidos na elaboração do documento. Barroso disse ainda que decidiu homologar parcialmente a proposta já que a existência de um plano era urgente para salvar vidas.

A mesma dinâmica — de apenas elaborar planos concretos após ordens judiciais — é vista nas atas tanto em relação à tragédia de Manaus quanto no que diz respeito às comunidades quilombolas, ainda mais negligenciadas que as indígenas.

Em 24 de março de 2021, quando a via sacra de criação do plano de contingenciamento para os indígenas já havia sido superada, o CCOP começou a olhar para quilombolas — novamente, apenas depois de ser obrigado pelo STF. Naquele dia, a Advocacia-Geral da União (AGU) falou sobre a ADPF 742, que buscava a implementação de medidas emergenciais de mitigação dos impactos da Covid-19 em territórios quilombolas.

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A AGU havia tomado conhecimento de que em 19 de março o STF obrigou o governo a elaborar “no prazo de 30 dias um plano nacional de enfrentamento da pandemia da Covid-19 voltado à população quilombolas e; Protocolos sanitários para assegurar a eficácia da vacinação na fase prioritária”.

O primeiro projeto foi entregue em 9 de abril, mas a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq) protocolou no STF uma denúncia na qual argumentava que o plano apresentado pelo governo era insuficiente. Dessa forma, no início de maio, o relator, ministro Edson Fachin, pediu mais informações. 

No dia 26 daquele mês, os quilombolas foram citados pela última vez nas atas, dessa vez pelo MMFDH. A representante do ministério disse que naquele dia aconteceria a 6ª reunião do grupo de trabalho criado para instituir o plano e pediu a participação de outros ministérios. 

Em 22 de julho de 2021, o site do governo publicou estimativas de execução do plano. O documento é uma apresentação em power point de 14 páginas.

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/o-que-registraram-as-atas-enquanto-covid-19-se-espalhava-entre-indigenas-e-quilombolas

Parabens para o PT pelos seus 43 anos de luta por políticas sociais

Wallpaper Estrela do PT | Fotos de bandeiras, Partido dos ... 

Hoje lendo as mensagens de parabéns ao PT, eu fiz as contas e vi o quanto sou persistente, fazem 50 anos que sou militante de Esquerda e 40 anos que sou Petista. Luto e divulgo as Políticas Públicas de inclusão social. Enquanto puder eu defenderei a Democracia Participativa. Vamos à luta companheiros.

Por Jacinto Pereira 

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2023

Volta do Bolsa Família deve ser oficializada por Medida Provisória na próxima semana

 Além da retomada do nome original, benefício deve ter ampliação por criança no próximo mês

www.brasil247.com - Cartão do Bolsa Família Cartão do Bolsa Família (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)

Agência Brasil - Medida Provisória que traz de volta o Bolsa Família deve ser apresentada na próxima semana, após a viagem do presidente Lula aos Estados Unidos. Lula viaja na sexta-feira, dia 10. O ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, deu a informação nesta terça-feira (07).
O texto vai tratar dos critérios para o pagamento do Bolsa Família, que são as contrapartidas - regras que são cobradas dos beneficiários - como frequência escolar e manter a vacinação atualizada. 

Um desafio será garantir que a ação tire as pessoas da extrema pobreza, explicou o ministro Wellington Dias.

O ministro participou de um evento da Caixa Econômica Federal em Brasília. Na cerimônia ainda foi anunciado que os novos cartões de beneficiários do Bolsa Família que serão emitidos vão ter a função de débito, além do saque.

Fonte: https://www.brasil247.com/economia/volta-do-bolsa-familia-deve-ser-oficializada-por-medida-provisoria-na-proxima-semana