quinta-feira, 7 de março de 2024

Presidente Lula participa do anúncio dos resultados do Novo PAC Seleções

Proposta do governo para nova cesta básica

Governo Lula estabelece a "nova cesta básica": veja a lista de alimentos

A cesta será composta exclusivamente por alimentos in natura ou minimamente processados, juntamente com ingredientes culinários

(Foto: GOVMA)

247 - O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social lançou a lista exemplificativa dos alimentos que integram a "nova cesta básica", conforme divulgado em portaria nesta quinta-feira (7). A criação da nova cesta básica ocorreu por meio de decreto publicado na quarta-feira (6), com o objetivo de orientar políticas públicas destinadas a garantir o direito à alimentação.

Segundo o decreto, a cesta básica será composta exclusivamente por alimentos in natura ou minimamente processados, juntamente com ingredientes culinários, enquanto os alimentos ultraprocessados foram excluídos, relata o g1.

  1. Feijões (leguminosas) - feijão de todas as cores, ervilha, lentilha, grão-de-bico, fava, guandu, orelha-de-padre
  2. Cereais - arroz branco, integral ou parboilizado, a granel ou embalado, milho em grão ou na espiga, grãos de trigo, aveia, farinhas de milho, de trigo e de outros cereais, macarrão ou massas feitas com as farinhas acima ou sêmola, água e/ou ovos, além de outros alimentos in natura ou minimamente processados, pães feitos de farinha de trigo ou outras farinhas feitas de alimentos in natura e minimamente processadas, leveduras, água, sal ou outros alimentos in natura e minimamente processados
  3. Raízes e tubérculos - Ariá, batata-inglesa, batata-doce, batata-baroa/mandioquinha, batata-crem, cará, cará-amazônico, cará-de-espinho, inhame, mandioca/macaxeira/aipim, e outras raízes e tubérculos in natura ou embalados, fracionados, refrigerados ou congelados, farinhas minimamente processadas de mandioca, dentre outras farinhas e preparações derivadas da mandioca (tais como farinha de carimã, farinha de uarini; maniçoba e tucupi, farinha/gomo de tapioca, dentre outros)
  4. Legumes e verduras - Abóbora/jerimum, abobrinha, acelga, agrião, alface, almeirão, alho, alho-poró, azedinha, berinjela, beterraba, beldroega, bertalha, brócolis, broto-de-bambu, capicoba, capuchinha, carrapicho-agulha, caruruatalonha, cebola, cebolinha, cenoura, cheiro-verde, chicória, chicória-paraense, chicória-do-pará, chuchu, couve, couve-flor, croá, crem, cente-de-leão, escarola, espinafre, eueroba, gila, guariroba, jambu, jiló, jurubeba, major-gomes, maxixe, mini-pepininho, mostarda, muricato, ora-pro-nóbis, palma, pepino, peperômia, pimentão, puxuri, quiabo, radite, repolho, rúcula, salsa, serralha, taioba, tomate, urtiga, vinagreira, vagem, outros legumes e verduras, preservados em salmoura ou em solução de sal e vinagre; extrato ou concentrados de tomate ou outros alimentos in natura e minimamente processado (com sal e ou açúcar)

  5. Frutas - Abacate, abacaxi, abiu, abricó, açaí, açaí-solteiro, acerola, ameixa, amora, araçá, araçá-boi, araçá-pera, araticum, aroeira-pimenteira, arumbeva, atemoia, babaçu, bacaba, bacupari, bacuri, banana, baru, biribá, brejaúva, buriti, butiá, cacau, cagaita, cajarana, cajá, caju, caju do cerrado, cajuí, cambuci, cambuí, camu-camu, caqui, carambola, cereja-do-rio-grande, ciriguela, coco, coco-cabeçudo, coco-indaiá, coquinho-azedo, coroa-de-frade, croá, cubiu, cupuaçu, cupuí, cutite, curriola, figo, fisalis, fruta-pão, goiaba, goiaba-serrana, graviola, guabiroba, grumixama, guapeva, guaraná, inajá, ingá, jaca, jabuticaba,jambo, jambolão, jaracatiá, jatobá, jenipapo, juá, juçara, jurubeba, kiwi, laranja, limão, lobeira, maçã, macaúba, mama-cadela, mamão, mandacaru, manga, mangaba, mapati, maracujá, marmelada-de-cachorro, melancia, melão, mexerica/tangerina/bergamota, morango, murici, nectarina, pajurá, patauá, pequi, pera, pera-do-cerrado, pêssego, piquiá, pinha/fruta do conde, pinhão, pitanga, pitomba, pupunha, romã, sapucaia, sapoti, sapota, seriguela, sete-capotes, sorva, tamarindo, taperebá, tucumã, umari, umbu, umbu-cajá, uva, uvaia, uxi, xixá
  6. Castanhas e nozes (oleaginosas) - amendoim, castanha-de-caju, castanha de baru, castanha-do-brasil (castanha-do-pará), castanha-de-cutia, castanha-de-galinha, chichá, licuri, macaúba e outras oleaginosas sem sal ou açúcar,
  7. Carnes e ovos - Carnes de bovina, suína, ovina, caprina e de aves, pescados e outras carnes in natura ou minimamente processados de hábito local, frescos, resfriados ou congelados, ovos de aves, sardinha e atum enlatados
  8. Leites e queijos - Leite fluido pasteurizado ou industrializado, na forma de ultrapasteurizado, leite em pó, integral, semidesnatado ou desnatado, iogurte natural sem adição de açúcar, edulcorante ou aditivos que modificam as características sensoriais do produto, queijos feitos de leite e sal (e microorganismos usados para fermentar o leite)
  9. Açúcares, sal, óleos e gorduras - Óleos de soja, de girassol, de milho, de dendê, dentre óleos vegetais, azeite de oliva, manteiga, banha de porco, açúcar de mesa branco, demerara ou mascavo, mel, sal de cozinha
  10. Café, chá, mate e especiarias - Café, chá, erva mate, pimenta, pimenta-do-reino,, canela, cominho, cravo-da-índia, coentro, noz-moscada, gengibre, açafrão, cúrcuma.

 Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/governo-lula-estabelece-a-nova-cesta-basica-veja-a-lista-de-alimentos

quarta-feira, 6 de março de 2024

A extrema direita produz exclusão social e violência

 

Lula diz ser "preocupante" o "aumento da extrema direita e de suas ferramentas de desagregação social"

Presidente destacou que nos últimos anos "um modelo econômico excludente tem concentrado renda e ampliado as disparidades", criando "terreno fértil para o extremismo"

Luiz Inácio Lula da Silva
Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

247 - O presidente Lula (PT) publicou nesta quarta-feira (6) no El País da Espanha artigo em que diz ser "preocupante" o aumento da extrema direita no mundo. O presidente também destacou que nos últimos anos "um modelo econômico excludente tem concentrado renda e ampliado as disparidades", criando "terreno fértil para o extremismo". "Quando a democracia falha em garantir o bem-estar dos cidadãos, prosperam figuras que vendem soluções simplistas para problemas complexos, semear a desconfiança no processo eleitoral e nas instituições políticas", disse.

O presidente ainda afirmou que "estamos vivendo profundas mudanças na ordem internacional que desafiam nosso senso de humanidade". "Em um mundo que gasta 2,2 trilhões de dólares por ano em armamento, a paz ainda é o privilégio de alguns, enquanto as guerras causam destruição, sofrimento e a morte de inocentes. Em um mundo que produz riqueza no valor de 105 trilhões de dólares por ano, mais de 735 milhões de pessoas ainda não têm o que comer".

Sobre o aumento também das "ferramentas tradicionais de desagregação social" da extrema direita, Lula citou "o autoritarismo, a violência, a precarização do trabalho, o negacionismo climático, o discurso de ódio, a xenofobia, o racismo e a misoginia". Apesar do recrudescimento da extrema direita, ponderou o presidente, "felizmente, nossas sociedades têm apostado em governos que acreditam que a chave para responder aos ataques à democracia é melhorar a vida das pessoas".

Ao final do texto, o mandatário brasileiro ainda pede união das "forças progressistas do mundo". "Raramente na história o apoio entre as forças progressistas do mundo, como a aliança que mantemos com a Espanha, foi tão necessário e urgente como agora. É nossa responsabilidade trabalhar juntos para que a indiferença não prevaleça sobre o humanismo e para que as injustiças que se espalham dentro e entre os países dêem lugar à solidariedade e à cooperação".

Fonte:  https://www.brasil247.com/mundo/lula-diz-ser-preocupante-o-aumento-da-extrema-direita-e-de-suas-ferramentas-de-desagregacao-social

Nikki Haley deverá suspender a campanha presidencial de 2024 🌐 Geopolíti...

terça-feira, 5 de março de 2024

Os números do Genocídio na Faixa de Gaza


Genocídio em Gaza: 150 dias de horror e destruição

Governo de Benjamin Netanyahu já assassinou mais de 13 mil crianças e 37,5 mil palestinos no total

Gaza bombardeada, Benjamin Netanyahu e Joe Biden Gaza bombardeada, Benjamin Netanyahu e Joe Biden (Foto: reuters)

247 – Nos últimos 150 dias, Gaza tem sido palco de uma tragédia sem precedentes, causada pelo governo de Benjamin Netanyahu. O balanço é assustador: 2.675 massacres perpetrados pelo exército de ocupação israelense, 37.534 vidas perdidas ou desaparecidas, e uma devastação que assola a todos, especialmente as crianças e mulheres.

Entre os números alarmantes, destacam-se os 13.430 pequenos corpos de crianças, vítimas inocentes deste terrível conflito. Quinze delas pereceram de fome, um reflexo cruel da situação humanitária desesperadora. Mulheres, profissionais médicos, jornalistas — nenhum grupo escapou ao terror, com 8.900 mulheres e 364 médicos pagando o preço final pela violência desenfreada.

A tragédia se estende além das vidas perdidas. Mais de 7.000 pessoas permanecem desaparecidas, uma parcela significativa composta por crianças e mulheres, cujos destinos incertos assombram as famílias. O número de feridos — 71.920, para ser exato — sobrecarrega os já exíguos sistemas de saúde da região. Mais de 11.000 deles precisam urgentemente de tratamento no exterior, enquanto 10.000 pacientes com câncer enfrentam a perspectiva sombria da morte devido à falta de cuidados adequados.

As condições sanitárias são igualmente desoladoras, com 700.000 pacientes lutando contra doenças infecciosas e 8.000 casos de infecção por hepatite viral registrados. Mais de 60.000 mulheres grávidas estão em risco, incapazes de acessar os cuidados médicos necessários em meio ao caos que assola a região.

A infraestrutura essencial foi reduzida a escombros. Escolas, universidades, mesquitas, igrejas, e casas foram alvo da destruição indiscriminada, privando as comunidades de espaços seguros e de culto. Mais de 2 milhões de pessoas foram deslocadas, enquanto hospitais e centros de saúde, já sobrecarregados, foram parcial ou completamente desativados.

Diante desse cenário desolador, é crucial reconhecer que não se trata de uma guerra, mas sim de um genocídio. O uso desproporcional da força, os ataques a civis e a destruição em massa não podem ser justificados sob nenhuma circunstância. É um imperativo moral e humanitário que a comunidade internacional intervenha, exigindo justiça e prestação de contas para os responsáveis por esses crimes atrozes.

À medida que Gaza enfrenta cada dia mais horror e desespero, o mundo não pode permanecer em silêncio. Cada vida perdida, cada família despedaçada clama por justiça e por um futuro onde a paz e a dignidade humana prevaleçam sobre a barbárie e o sofrimento. O tempo para a ação é agora. Confira os dados:

Palestina Hoy

@HoyPalestina

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Resumen del GENOCIDIO EN Gaza: -150 días de genocidio. -2.675 masacres cometidas por el ejército de ocupación. -37.534 entre asesinados y desaparecidos. -30.534 asesinados que llegaron a los hospitales. -13,430 niños asesinados. -15 niños muertos por hambre. -8.900 mujeres… Mostrar mais

3:01 PM · 4 de mar de 2024

Fonte: https://www.brasil247.com/mundo/genocidio-em-gaza-150-dias-de-horror-e-destruicao

segunda-feira, 4 de março de 2024

América Latina e Caribe querem paz e repudiam as catástrofes humanitárias

Brasil e 23 países da Celac exigem cessar-fogo em Gaza

Declaração com seis pontos sobre o conflito no Oriente Médio não foi assinada por todos os países do grupo. Documento foi um pedido do presidente Lula

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante sessão Plenária da 8ª Cúpula da CELAC - Kingstown, São Vicente e Granadinas, Foto: Ricardo Stuckert / PR

Os chefes de Estado e de governo do Brasil e mais 23 países da Celac (Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos ) assinaram, na última sexta-feira (1), uma declaração conjunta em que manifestam repúdio às milhares de mortes decorrentes do conflito entre Israel e Palestina e pedem pelo cessar-fogo. Os líderes estavam reunidos em Kingstown, capital de São Vicente e Granadinas, para a 8ª Cúpula do grupo.

Na chamada “Declaração sobre as ações israelenses em Jerusalém Oriental Ocupada e no resto do Território Palestino Ocupado”, divulgada neste sábado (2) pelo Ministério das Relações Exteriores, os signatários pedem à “Corte Internacional de Justiça para determinar se a ocupação continuada do Estado da Palestina pelo Estado de Israel constitui uma violação do direito internacional”.

Leia também: Lula pede basta aos ataques de Israel e moção da Celac pelo fim do genocídio

Somente 24 países da Celac assinaram o texto. Ficaram de fora Argentina, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Panamá, Paraguai e Uruguai.

Entre os seis pontos da declaração, os países exigem a libertação imediata de todos os reféns e a garantia de acesso humanitário às áreas afetadas. O texto é parte de um apelo feito pelo presidente Lula por uma moção nesse sentido ao final do encontro.

Confira na íntegra o texto:

Nós, os Chefes de Estado e de Governo de Antígua e Barbuda, Bahamas, Barbados, Belize, Bolívia, Brasil, Colômbia, Cuba, Chile, Dominica, República Dominicana, Granada, Guiana, Haiti, Honduras, Jamaica, México, Nicarágua, São Cristóvão e Nevis, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, Suriname, Trinidad e Tobago e República Bolivariana da Venezuela, reunidos em Buccament, São Vicente e Granadinas, por ocasião da VIII Cúpula da Comunidade da América Latina e Estados do Caribe (CELAC);

Cientes de que a Proclamação da América Latina e do Caribe como Zona de Paz da CELAC em 2014 “reafirmou o compromisso dos países membros com os propósitos e princípios consagrados na Carta das Nações Unidas e no Direito Internacional” e declarou “que a paz é um bem supremo e uma legítima aspiração de todos os povos” e “um princípio e valor comum da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC);”

Conscientes da intransigência refletida nas declarações do Governo de Israel e do agravamento da crise humanitária em Gaza:

1. Deploramos o assassinato de civis israelenses e palestinos, incluindo os cerca de 30.000 palestinos mortos desde o início da incursão de Israel em Gaza, e manifestamos profunda preocupação com a situação humanitária catastrófica na Faixa de Gaza e com o sofrimento da população civil palestina.

2. Endossamos fortemente a exigência da Assembleia Geral das Nações Unidas (A/ES-10/L.27) de um cessar-fogo humanitário imediato em Gaza e de que todas as partes no conflito cumpram o direito internacional, nomeadamente no que diz respeito à proteção de civis.

3. Tomamos nota dos casos em curso perante a Corte Internacional de Justiça para determinar se a ocupação continuada do Estado da Palestina pelo Estado de Israel constitui uma violação do direito internacional e se o ataque de Israel a Gaza constituiria genocídio.

4. Exigimos a libertação imediata e incondicional de todos os reféns, bem como a garantia de acesso humanitário às áreas afetadas, e apoiamos a Agência das Nações Unidas de Assistência e Obras aos Refugiados da Palestina (UNRWA).

5. Recordamos as múltiplas Resoluções relevantes da Assembleia Geral das Nações Unidas e do Conselho de Segurança, que reiteram a importância crucial do estabelecimento de dois Estados, Israel e Palestina, vivendo lado a lado dentro de fronteiras seguras e reconhecidas.

6. Decidimos convocar, sob a presidência ´pro tempore´ da República de Honduras, um mecanismo apropriado para monitorar ativamente o impacto dessa incursão na recuperação, no desenvolvimento e na segurança da Palestina, e na busca de uma paz justa e duradoura entre os Povos israelense e palestino.

Fonte:  https://vermelho.org.br/2024/03/02/brasil-e-23-paises-da-celac-exigem-cessar-fogo-em-gaza/

 

Atos como esse do governo Bolsonaro me deixa indignado. Confira na matéria que segue

Exército liberou licenças de armas para 5,2 mil condenados por tráfico de drogas e outros crimes

Dados pertencem a um relatório sigiloso do Tribunal de Contas da União referentes aos anos de 2019 e 2022, durante governo Bolsonaro

Exército liberou licenças de armas para 5,2 mil condenados por tráfico de drogas e outros crimes

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Por: Metro1 no dia 04 de março de 2024 às 07:07

Atualizado: no dia 04 de março de 2024 às 07:17

O Exército liberou licenças de Caçadores, Atiradores e Colecionadores (CACs) para pessoas condenadas por crimes como tráfico de drogas, homicídios e com mandados de prisão em aberto. As informações  divulgadas pelo jornal Estadão são de um relatório sigiloso do Tribunal de Contas da União sobre controle de armas por militares entre 2019 e 2022.

Segundo o relatório de 139 páginas, 5.235 pessoas em cumprimento de pena conseguiram obter, renovar ou manter os certificados de registro. Destes, 1.504 tinham processos de execução penal ativos quando enviaram  a documentação ao Exército. 2.690 pessoas com mandados de prisão em aberto, ou seja foragidas da justiça, também conseguiram a liberação.

Outros dados apontam que 21.442 armas de fogo estavam com status ok, mesmo que pertencessem a pessoas que faleceram no período. Além disso,a auditoria apontou que cerca de 16 mil munições para armas de CACs foram adquiridas por 94 pessoas dadas como mortas durante o governo Bolsonaro.

“A gravidade das condutas, por si só, já reforça indicadores de criminalidade e abala a sensação de segurança, sobretudo daqueles impactados de algum modo pelos delitos. Contudo, quando se leva em consideração que parcela significativa desses indivíduos ainda possui CRs ativos e acesso a armas, entende-se haver disponibilidade de meios para: a reincidência de práticas criminosas; a progressão da gravidade das condutas – por exemplo, a ameaça evoluir para um homicídio ou a lesão corporal contra a mulher evoluir para um caso de feminicídio; e a obstrução das investigações ou dos processos criminais – afinal, a arma pode ser utilizada para fuga, intimidação ou assassinato de testemunhas, entre outros”, diz o relatório do TCU.

Em nota, o Exército divulgou ao Estadão que recebeu o relatório preliminar e que apresentou as manifestações que se referem a pontos de "interesse da Força", dentro do prazo que foi determinado."O Exército vem adotando todas as medidas cabíveis para aperfeiçoar os processos de autorização e fiscalização dos CAC”, acrescentou.

Fonte:  https://www.blogger.com/blog/post/edit/3222589028758249755/207991880976742677

domingo, 3 de março de 2024

Soma das riquezas produzidas pelo Brasil chegou em 2023 a R$ 10,9 trilhões

 

Com Lula e Haddad, PIB cresceu três vezes mais do que o previsto

Soma das riquezas produzidas pelo Brasil anualmente já chega a R$ 10,9 trilhões

Fernando Haddad e Lula
Fernando Haddad e Lula (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

247 – Com Lula e Haddad, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil experimentou um crescimento três vezes superior às projeções iniciais para o ano de 2023. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que a economia nacional atingiu a marca de R$ 10,9 trilhões ao término do ano, impulsionada principalmente pelo excepcional desempenho do agronegócio. O primeiro ano do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva viu um avanço significativo na atividade econômica, surpreendendo positivamente o mercado, segundo reportagem do Globo.

O setor agropecuário foi o grande destaque, registrando um crescimento expressivo de 15,1%. Essa performance excepcional, aliada ao aumento na extração de petróleo e gás natural, impulsionou as exportações, que cresceram 9,1%. O segmento de serviços também apresentou um desempenho sólido, com uma expansão de 2,4%, enquanto a indústria registrou um crescimento de 1,6%.

Apesar dos resultados positivos ao longo do ano, o último trimestre mostrou estabilidade em relação ao período anterior, desafiando as expectativas de um pequeno crescimento. As projeções para o ano seguinte, 2024, sugerem um ritmo de crescimento mais moderado. O mercado de trabalho e os pagamentos de precatórios emergem como impulsionadores potenciais da atividade econômica, mesmo diante dos desafios enfrentados pela agropecuária devido às condições climáticas desfavoráveis.

Fonte:  https://www.brasil247.com/economia/com-lula-e-haddad-pib-cresceu-tres-vezes-mais-do-que-o-previsto

sexta-feira, 1 de março de 2024

Lula no Governo trás confiança para o povo brasileiro

 

Efeito Lula: 75% dos brasileiros acreditam em melhoria de vida pessoal e familiar em 2024, diz Ipespe/Febraban

Percentual é o maior da série histórica. Expectativa de melhora nas condições de vida chega a 80% entre as mulheres; 81% na faixa de 25 a 44 anos; e 83% no Nordeste

Luiz Inácio Lula da Silva
Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

247 - O otimismo dos brasileiros em relação ao futuro atingiu um marco significativo, segundo o levantamento Radar Febraban de fevereiro de 2024, conduzido pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) a mando da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). De acordo com os dados, 75% dos entrevistados acreditam que suas vidas estarão melhores em um horizonte de 12 meses, marcando o maior percentual registrado na série histórica e uma leve oscilação de um ponto percentual em relação ao último levantamento realizado em dezembro (74%).

Entre os grupos analisados, destacam-se as mulheres, com 80% delas expressando expectativas de melhoria. Na faixa etária de 25 a 44 anos, essa perspectiva é ainda mais forte, atingindo 81% dos entrevistados. Além disso, o Nordeste desponta como uma região onde o otimismo é particularmente alto, com 83% dos entrevistados acreditando em uma melhoria em suas vidas nos próximos 12 meses.

De forma correlata, a perspectiva de piora teve uma leve queda, passando de 9% para 8%, enquanto a expectativa de estabilidade permaneceu estável em 3%.

O resultado desta pesquisa reflete não apenas as expectativas individuais dos brasileiros, mas também a conjuntura política e econômica do país, com o período marcado pelo governo de Lula (PT) sendo frequentemente associado a um clima de maior confiança e expectativas positivas.

A pesquisa, que contou com uma amostra nacional de 2.000 entrevistados representativos da população brasileira adulta, foi conduzida de forma quantitativa, incluindo entrevistas telefônicas realizadas por pesquisadores do Ipespe, com um complemento online para o preenchimento de cotas. O período de coleta de dados ocorreu entre os dias 14 e 20 de fevereiro de 2024.

A margem de erro estimada para a amostra nacional foi de 2.2 pontos percentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95,5%. Essa margem variou de acordo com os tamanhos das subamostras dos diferentes segmentos analisados.

Fonte:  https://www.brasil247.com/brasil/efeito-lula-75-dos-brasileiros-acreditam-em-melhoria-de-vida-pessoal-e-familiar-em-2024-diz-ipespe-febraban