terça-feira, 11 de outubro de 2022

Bolsa Família: "Lula manterá os R$ 600. Quem está recebendo, fique tranquilo", garante Tereza Campello


No Twitter, ex-ministra escancarou o caráter eleitoreiro do Auxílio Brasil dado por Bolsonaro e detalhou como será o Bolsa Família no eventual novo governo Lula

11 de outubro de 2022, 11:28 h Atualizado em 11 de outubro de 2022, 11:57

www.brasil247.com - Tereza Campello e cartão do Bolsa Família Tereza Campello e cartão do Bolsa Família (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil | Agência Senado)

247 - A ex-ministra de Desenvolvimento Social e Combate à Fome Tereza Campello usou o Twitter na manhã desta terça-feira (11) para desmontar fake news que têm sido espalhadas sobre como será o Bolsa Família no eventual novo governo do ex-presidente Lula (PT).

Ela ainda escancarou o caráter eleitoreiro do Auxílio Brasil turbinado pago por Jair Bolsonaro (PL) às vésperas da eleição.

Segundo Campello, no governo Lula os beneficiários do programa social seguirão recebendo R$ 600, com um acréscimo de R$ 150 por filho de até seis anos.

A ex-ministra também lembrou do histórico de pagamento do Bolsa Família nos governos petistas para tranquilizar os que necessitam do auxílio. "O governo Lula manterá os R$ 600. Quem está recebendo fique tranquilo. Lula tem palavra. Ao contrário de Bolsonaro, que não tem compromisso e não colocou recursos no Orçamento de 2023 para pagar os R$600. Não fez porque não pretende cumprir. O Bolsa Família funcionou por 18 anos. Nós nunca interrompemos pagamentos, nunca mudamos critérios na surdina e nem demos benefícios em véspera de eleição. Bozo deixou o Bolsa Família congelado por 3 anos e na última hora aparece com promessas. É o Bolsa Fiado!".

Tereza Campello

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11 de out de 2022

@CampelloTereza

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1/ Você conhece a proposta de @LulaOficial para o Bolsa Família? Siga o fio e ajude a divulgar a verdade. Bozo partiu p a baixaria e fake News, pois é incapaz de enfrentar a pobreza e de disputar a credibilidade de Lula junto aos eleitores de baixa renda.

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Tereza Campello

@CampelloTereza

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2/O Gov. Lula manterá os R$600 reais. Quem está recebendo fique tranquilo. Lula tem palavra. Ao contrário de Bolsonaro, que não tem compromisso e não colocou recursos no Orçamento de 2023 para pagar os R$600. Não fez porque não pretende cumprir.

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10:40 AM · 11 de out de 2022

Tereza Campello

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11 de out de 2022

@CampelloTereza

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Em resposta a @CampelloTereza

3/ Além dos R$600 por família, vamos criar as condições para pagar um valor a mais, de R$150 por cada criança de 0 a 6 anos. Esse será um primeiro passo para mais justiça e equidade. Vamos voltar a considerar o tamanho das famílias.

Tereza Campello

@CampelloTereza

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4/ O Bolsa Família funcionou por 18 anos. Nós nunca interrompemos pagamentos, nunca mudamos critérios na surdina e nem demos benefícios em véspera de eleição. Bozo deixou o Bolsa Família congelado por 3 anos e na última hora aparece com promessas. É o Bolsa Fiado!

10:40 AM · 11 de out de 2022

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Tereza Campello

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11 de out de 2022

@CampelloTereza

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Em resposta a @CampelloTereza

7/ Vamos reconstruir o SUAS e SISAN que perderam quase 100% dos recursos com Bozo. Vamos recriar o CONSEA, garantir merenda escolar com comida de verdade, vamos recuperar o PAA e as cisternas

Tereza Campello

@CampelloTereza

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8/ Quero relembrar Lula criou o Bolsa Família no primeiro ano de governo, em 2003. Não deixamos para fazer coisas na última hora, as vésperas da eleição. Ou prometer fiado.

10:40 AM · 11 de out de 2022

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Fonte: https://www.brasil247.com/economia/bolsa-familia-lula-mantera-os-r-600-quem-esta-recebendo-fique-tranquilo-garante-tereza-campello

Militares não encontram fraude nas urnas e Bolsonaro proíbe divulgação de relatório


Diante da comprovação - desta vez pelos militares - de que as urnas eletrônicas são seguras, Bolsonaro proibiu que a auditoria realizada venha a público

11 de outubro de 2022, 09:34 h Atualizado em 11 de outubro de 2022, 09:57

www.brasil247.com - Jair Bolsonaro Jair Bolsonaro (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil | Marcelo Camargo/Agência Brasil | Reuters/Adriano Machado)

247 - Jair Bolsonaro (PL) proibiu que as Forças Armadas divulguem o resultado da auditoria que fizeram do resultado do primeiro turno da eleição, informa Malu Gaspar, do jornal O Globo. Isto porque os militares não encontraram qualquer irregularidade ou fraude no sistema de votação, o que comprova, mais uma vez, a lisura das eleições e desmonta os ataques bolsonaristas às urnas.

As conclusões da auditoria foram relatadas a Bolsonaro pelo Ministério da Defesa, mas o chefe do Executivo não aprovou a divulgação dos dados, segundo relatos de três generais (dois do alto comando).

"Ao ser informado das conclusões do trabalho – que avaliou uma amostra de ao menos 385 boletins de urna e um projeto-piloto com uso da biometria para testar 58 aparelhos – o presidente da República disse que os militares deveriam se esforçar mais, porque as informações não batiam com o que ele próprio soube a respeito do assunto", conta a reportagem.

Bolsonaro agora quer que os militares incluam no relatório os dados do segundo turno. Segundo ele, o fato de não terem sido encontradas fraudes no primeiro turno não significa que na segunda etapa não haverá problemas.

"Sem o tal relatório completo, decretou Bolsonaro, não deveria haver nenhuma divulgação de conclusões", diz o texto.

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/militares-nao-encontram-fraude-nas-urnas-e-bolsonaro-proibe-divulgacao-de-relatorio

domingo, 9 de outubro de 2022

Bolsonaro não criou o Pix nem o 5G. E não fez a transposição do Rio São Francisco


Mentiras em redes sociais bolsonaristas dão ao presidente crédito de obras e ideias que não são dele. E inventam “fake news” sobre Lula e governos do PT

9 de outubro de 2022, 16:00 h Atualizado em 9 de outubro de 2022, 16:00

www.brasil247.com - Obras da transposição do rio São Francisco Obras da transposição do rio São Francisco

Eduardo Maretti, da RBA - Ao longo da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à reeleição, as redes sociais de seus seguidores intensificaram difusão de mentiras e notícias falsas sobre obras ou iniciativas de outros governos que o atual presidente atribui à sua gestão. Informações deturpadas ou mesmo invenções sobre iniciativas ou projetos que não existem são comuns, assim como mentiras pura e simplesmente. Esse tipo de fake news é muito difundido por WhasApp, o aplicativo de mensagens mais popular no Brasil.

Uma das mentiras mais disseminadas pela campanha de Bolsonaro e seguidores é a de que ele criou o Pix, meio de pagamento que se popularizou rapidamente e, por isso, é objeto de uma obsessão do bolsonarismo e de seus robôs. O tema é usado com variações. Em uma delas, uma postagem sensacionalista diz que “Banqueiros têm esperanças de que Lula revogue Pix”. A informação, devidamente checada, é obviamente falsa.

Há muitas notícias e informações falsas em torno da Transposição do Rio São Francisco. Bolsonaro aparece em inúmeras “reportagens” posando na frente de obras desse megaprojeto. Mas o que ele não fala é que, quando assumiu o governo, cerca de 93% das obras haviam sido concluídas: 88% pelos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, 5% por Michel Temer e 7% pelo atual governo.

Outra fake news afirma que Bolsonaro criou a “tecnologia 5G brasileira”. Mas, na realidade, não existe tecnologia 5G brasileira.

A RBA começa hoje uma série de matérias sobre as mentiras ou desinformações disseminadas que a campanha de Jair Bolsonaro utiliza para conquistar votos. Confira as primeiras 15.

1. Bolsonaro Criou o PIX.

Não é verdade. O pagamento instantâneo foi apenas lançado na atual gestão, mas foi criado no governo de Michel Temer (MDB).

2. Deu 33% de aumento aos professores.

É falso. O ex-ministro da Educação Cristovam Buarque explicou ao portal Uol en fevereiro que os professores em geral não iriam receber esse aumento. Apenas os que ganhassem menos do que o piso. “Bolsonaro está apenas cumprindo uma lei de 2008, lei que foi de minha autoria, como senador”, disse Cristovam.

3. Aumentou o Bolsa Atleta de 1.000,00 para 8.000,00 reais.

A informação foi analisada pela Agência Lupa e é falsa. Bolsonaro não aumentou o valor do Bolsa Atleta durante a pandemia, como se divulga.

4. Deu 92% de desconto para alunos que deviam o FIES.

A iniciativa foi do Congresso Nacional, e não de Bolsonaro.

5. Possibilitou a transferência de veículos sem cartório.

Não é verdade. A RBA ligou para um despachante em São Paulo, que afirmou que o procedimento mudou, para veículos novos a partir de 2021. “Mas, de um jeito ou de outro, é preciso reconhecer firma em cartório”, disse a pessoa.

6. Criou a tecnologia 5G brasileira.

Não existe tecnologia 5G brasileira. Em 12 de maio de 2013, a Samsung Electronics, multinacional sul-coreana, informou ter desenvolvido um sistema 5G. Em 3 de abril de 2019, a Coreia do Sul se tornou o primeiro país a adotar o 5G. Horas depois, a Verizon lançou o serviço nos Estados Unidos. Uma variação desta fake news diz que o Brasil foi pioneiro na implantação do 5G na América Latina. Também é mentira. O Uruguai inaugurou ainda em abril de 2019 a primeira rede 5G da América Latina. A tecnologia só chegou no Brasil em 6 de julho de 2022.

7. Governo obteve recordes na exportação brasileira.

Distorção. O Brasil é um dos maiores exportadores de commodities do mundo. Soja, minérios de ferro e petróleo estão entre os produtos mais exportados. Recordes na exportação brasileira são frequentes em toda a história. Esses resultados não são virtude de Bolsonaro, acontecem em todos os governos, dependendo muitas vezes do cenário internacional.

8. Transposição do Rio São Francisco.

O projeto não está parado há décadas, como se alega. O São Francisco é um dos temas mais usados para fake news do bolsonarismo. Nas redes sociais, há muitos elogios a Bolsonaro pelo projeto, iniciado no governo Lula. O ex-presidente e sua sucessora, Dilma Rousseff, executaram 88% das obras, segundo dados oficiais. Michel Temer fez 5% e Bolsonaro, 7%.

9. Criou o programa Água Doce.

É uma fake news. O Programa Água Doce (de dessalinização) foi concebido em 2003 e lançado em 2004 no governo Lula. O governo Bolsonaro, ao contrário, nos últimos quatro anos praticamente paralisou as construções de cisternas no Nordeste. De 2003 a 2018, foram entregues 929 mil cisternas de água para consumo humano. No período Bolsonaro, de janeiro de 2019 a junho deste ano, foram apenas 37,6 mil, segundo reportagem de Carlos Madeiro, no Uol. 350 mil famílias do semiárido não tinham água para beber regularmente no semiárido, em abril deste ano.

10. Zerou impostos federais para gasolina e gás.

A informação, que circula no WhatsApp, é deturpada e divulgada com variações falsas. Algumas versões mostram um vídeo onde um homem diz ter sido ressarcido com R$ 38 após abastecer em um posto, diz a Agência Lupa. O governo não zerou o imposto federal que incide sobre todos os combustíveis.

11. Reduziu imposto e teve recordes na apuração.

A informação é parcialmente falsa. Bolsonaro não cumpriu a promessa de reduzir a carga tributária. A União teve a maior arrecadação no ano passado (22,48% do PIB) desde 2013, mas não reduziu impostos. Apenas, em março deste ano, zerou a alíquota do PIS/Cofins sobre óleo diesel e gás de cozinha.

12. Fez voltar os jogos estudantis.

Muitos desses eventos estavam suspensos devido à pandemia de covid-19, como diversas outras atividades sociais, e em algumas regiões foram retomados este ano.

13. Não existe corrupção no governo.

A mentira é repetida por Bolsonaro em entrevistas e debates. Mas ministros do governo de Jair Bolsonaro são alvos de diversas investigações por corrupção. É o caso de Ricardo Salles (Meio Ambiente), acusado de participar de uma quadrilha de exportação ilegal de madeira. E de Milton Ribeiro (Educação), que chegou a ser preso pela Polícia Federal por envolvimento em esquema para liberação de verbas do MEC. Em 2021, o então diretor de logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias, foi acusado de pedir um dólar de propina por cada dose de vacina contra a Covid-19.

14. Mais de 380 mil casas entregues pelo programa Casa Verde e Amarela.

A informação é divulgada em sites de apoio ao governo Bolsonaro. Fora isso, não há fontes que confirmem a informação. O governo criou o programa Casa Verde e Amarela para pôr no lugar do Minha Casa Minha Vida, dos governos do PT. A proposta de Orçamento para 2023, enviada pelo Ministério da Economia ao Congresso Nacional, prevê irrisórios R$ 34,1 milhões para o programa,  95% menos do que em 2022.

15. Obteve superávit na balança comercial do Brasil.

A balança comercial brasileira historicamente apresenta superávit (saldo positivo). São raros os períodos em que isso não ocorre. Nos anos 1990 houve saldo negativo, devido a graves crises cambiais, como a do México (1994), a asiática (1997), da Rússia (1998) e do próprio Brasil (1999).

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/bolsonaro-nao-criou-o-pix-nem-o-5g-e-nao-fez-a-transposicao-do-rio-sao-francisco

sábado, 8 de outubro de 2022

Vendas no comércio mostram estagnação em 2022, mostra IBGE


Agora, o setor registra crescimento de apenas 0,5% no ano e queda de -1,4% em 12 meses, de acordo com o instituto

7 de outubro de 2022, 22:18 h Atualizado em 7 de outubro de 2022, 22:58

www.brasil247.com - Comércio Comércio (Foto: REUTERS/Lucas Landau)

Rede Brasil Atual - As vendas no comércio varejista estagnaram (-0,1%) de julho para agosto, segundo o IBGE. Na comparação com igual mês de 2021, o volume cresceu 1,6%. Agora, o instituto registra 0,5% no ano e -1,4% em 12 meses.

Incluído o chamado comércio varejista ampliado (que inclui veículos, motos e peças, além de material de construção), o volume de vendas caiu 0,6% ante julho e 0,7% em relação a agosto do ano passado. Também acumula resultados negativos no ano (-0,8%) e em 12 meses (-2%).

No mês, cinco das oito atividades pesquisadas cresceram, com destaque para tecidos, vestuário e calçados (13%) e combustíveis/lubrificantes (3,6%). O segmento de artigos farmacêuticos e médicos variou -0,3%.

Na comparação com agosto do ano passado, as vendas de combustíveis e lubrificantes cresceram 30,2%. Esse setor tem alta de 10% no ano e 4,4% em 12 meses, reflexo da súbita política de redução de preços pela Petrobras. Já a atividade que inclui supermercados e alimentou variou 1,4% sobre agosto de 2021, 0,5% no ano e -0,4% em 12 meses.

Ainda no acumulado do ano, as vendas de móveis têm queda de 10% e as de eletrodomésticos, de 10,3%. No setor de veículos, motos e peças, o volume de vendas cai 1,4%. E recua 8,2% em material de construção. Já o segmento de tecidos, vestuário e calçados soma alta de 8,5% em 2022.

Fonte: https://www.brasil247.com/economia/vendas-no-comercio-mostram-estagnacao-em-2022-mostra-ibge

sexta-feira, 7 de outubro de 2022

Pesquisa presidente 2º turno: Lula tem 54% dos votos válidos, e Bolsonaro, 46%, diz Genial/Quaest


Para a pesquisa, foram ouvidas 2.000 pessoas entre os dias 10 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos

Bolsonaro e Lula: petista tem vantagem. (Alan Santos/Ricardo Stuckert/Flickr)

Bolsonaro e Lula: petista tem vantagem. (Alan Santos/Ricardo Stuckert/Flickr)

Da Redação

Publicado em 06/10/2022 às 16:09.

Última atualização em 06/10/2022 às 16:27.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 54% dos votos válidos, e o presidente Jair Bolsonaro (PL), 46%, segundo a pesquisa Genial/Quaest , divulgada nesta quinta-feira, 6. Para os votos válidos, são desconsiderados brancos, nulos e as pessoas que dizem que não sabem. É desta forma que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) faz a contagem oficial da eleição. É a primeira pesquisa do instituto após o primeiro turno das eleições.

Para a pesquisa, foram ouvidas 2.000 pessoas entre os dias 10 e 13 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A sondagem foi registrada no TSE com o número BR-07940/2022.

Votos válidos
  • Lula (PT): 54%
  • Bolsonaro (PL): 46%

Em uma pergunta estimulada, com os nomes apresentados em formato de lista aos entrevistados, Lula aparece com 48% das intenções de voto, e Bolsonaro tem 41%. As pessoas que não sabem são 7%, brancos e nulos somam 4%%.

Estimulada
  • Lula (PT): 48%
  • Bolsonaro (PL): 41%
  • Branco e nulo: 4%
  • Não sabe: 7%
Rejeição

A taxa de rejeição a Bolsonaro caiu nesta pesquisa do dia 6 de outubro em relação à sondagem feita na semana passada, de 55% para 50%. A de Lula oscilou dentro da margem de erro, saindo de 44% e indo para 41%. A Genial/Quaest ressalta que esses números não podem ser comparados diretamente porque a pergunta é feita de forma individual, por candidato, e mede também a taxa de voto. E no primeiro turno havia outros candidatos.]

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Região e gênero

No recorte por regiões, Lula tem 62% das intenções de voto no Nordeste. No Sul, Bolsonaro tem vantagem de 15 pontos percentuais sobre o atual presidente. No Sudeste, há um empate técnico, por estar dentro da margem de erro, com 44% para Bolsonaro, e 43% para Lula. Entre as mulheres, o petista é o preferido (52% a 38%), enquanto que entre os homens há um empate, com 45% para cada um dos candidatos a presidente.

Quem ficou na frente no 1º turno?

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) disputarão o segundo turno da eleição presidencial. Com 100% das urnas apuradas, Lula ficou com 48,43% dos votos válidos, e Bolsonaro, 43,20%, na votação do primeiro turno, realizado no domingo, 2.

Veja os detalhes do resultado

Para vencer em primeiro turno, um candidato precisaria de 50% dos votos válidos mais um, excluindo brancos e nulos.

  • Simone Tebet (MDB) teve 4,16% dos votos válidos;
  • Ciro Gomes (PDT) teve 3,04%;
  • Votos nulos e brancos somam 4,20%.

LEIA TAMBÉM: Simone Tebet apoia Lula no segundo turno

Quando será o 2º turno das Eleições 2022?

Para o cargo de presidente, quando nenhum dos candidatos atinge 50% mais um dos votos válidos, a eleição vai para o segundo turno. Em 2022, a segunda etapa de votação é no dia 30 de outubro. Diferentemente de outros anos, para esta eleição, o fuso horário para a votação é um só em todo o país, o de Brasília, das 8h às 17h.

Quem não votou no 1º turno, pode votar no 2º?

O eleitor que não votou no primeiro turno das eleições de 2022 pode e deve votar no segundo turno. Segundo o TSE, cada turno é tratado como uma eleição independente pela Justiça Eleitoral. Isso significa que uma pessoa que não votou no primeiro turno não é proibida de ir às urnas no segundo, desde que seu título eleitoral esteja regular.

Quais cargos serão votados no 2º turno das eleições 2022?

O segundo turno é somente para cargos de governador e presidente, caso nenhum candidato atinja 50% mais um dos votos válidos. Para estado sem segundo turno, há votação somente para presidente.

Nas eleições de 2022, doze estados vão ter a definição em uma segunda etapa: São Paulo, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Alagoas, Amazonas, Bahia, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Santa Catarina, e Rondônia.

Qual a ordem de votação?
  • Governador: dois dígitos
  • Presidente: dois dígitos

Não foi votar? Como justificar ausência do voto

Quem não pode justificar a ausência no dia do primeiro turno da eleição, tem o prazo de até 60 dias após cada turno para regularizar a situação eleitoral sem o pagamento da multa. Os canais para realizar o procedimento online são o e-Título e o Sistema Justifica. Nesse caso, além de preencher o requerimento, é necessário anexar documentos que comprovem o motivo alegado, pois a justificativa não é automática e poderá ser ou não concedida pelo juiz eleitoral.

O que explica a diferença entre pesquisa e resultado das eleições?

Indecisos e migração de eleitores. Essas duas variáveis são as hipóteses apontadas por institutos de pesquisas eleitorais para explicar a diferença entre o que as sondagens indicavam e o resultado das urnas no primeiro turno das eleições 2022.

Há um ainda um terceiro elemento, menos determinante, mas também com algum grau de impacto: a falta de um Censo atualizado. A metodologia das pesquisas eleitorais leva em conta os dados oficiais para retratar, proporcionalmente, a cara do Brasil.

O último Censo demográfico foi realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2010. Em 2020 havia a previsão de uma nova rodada de entrevistas para entender o perfil dos brasileiros, mas a realização da pesquisa foi suspensa por conta da pandemia de covid-19. Em 2021, cortes orçamentários suspenderam a realização, mas o Supremo Tribunal Federal obrigou o governo a fazer o Censo, cuja coleta começou neste ano.

Fonte: https://exame.com/brasil/pesquisa-presidente-2o-turno-lula-tem-54-dos-votos-validos-e-bolsonaro-46-diz-genial-quaest/?utm_source=crm&utm_medium=email&utm_campaign=N/A_newsletter-desperta_N/A_consideracao_materia_conteudo-news_N/A_editorial_N/A_pesquisa-presidente-2o-turno-lula-tem-54-dos-votos-validos-e-bolsonaro-46-diz-genial-quaest/&utm_term=cadastrados_N/A_N/A_44841&utm_content=N/A_N/A_N/A

O atual governo está armando um golpe econômico contra o povo mais pobre do país

por Jacinto Pereira

O Governo Bolsonaro cortou dinheiro do ministério da saúde que devia ir para muitos programa sociais. Também cortou verbas do ministério da educação que iam para universidade, para creches e merenda escolar e tudo isso para garantir dinheiro para o orçamento secreto. Vale também lembrar que não existe no orçamento do próximo ano, dinheiro para pagar auxílio Brasil, que foi criado para angariar votos para manutenção do atual presidente na Presidência da República. O governo reduziu bastante as verbas para o programa de construção de casas populares, do programa de construção de cisternas de placas e das farmácias populares. Ou seja, o povo vai ser sacrificado para que os parlamentares da base de apoio do governo, continue tendo dinheiro em abundância. Isto é  lamentável.

BOLSONARO CONFISCA DINHEIRO DE UNIVERSIDADES E ESTUDANTES INICIAM PROTES...

quinta-feira, 6 de outubro de 2022

GLAUBER BRAGA: "EDUARDO BOLSONARO DEVERIA LAVAR A BOCA QUANDO FALAR EM C...

Lula reúne 7 governadores e 16 senadores por apoio contra Bolsonaro


Em evento na capital paulista havia membros de dez partidos, incluindo legendas que não fizeram parte da aliança no primeiro turno com o candidato do PT ao Planalto

5 de outubro de 2022, 22:10 h Atualizado em 5 de outubro de 2022, 22:10

www.brasil247.com - Luiz Inácio Lula da Silva durante evento com lideranças políticas na capital paulista Luiz Inácio Lula da Silva durante evento com lideranças políticas na capital paulista (Foto: Ricardo Stuckert)

247 - O candidato à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reuniu sete governadores e 16 senadores nesta quarta-feira (5) na cidade de São Paulo (SP), onde o ex-presidente garantiu mais apoio para o segundo turno da eleição presidencial, falou de propostas e criticou Jair Bolsonaro (PL), que enfrentará o petista no dia 30 de outubro.

Na reunião havia membros de dez partidos, incluindo legendas que não fizeram parte da aliança no primeiro turno, como PSD e MDB; que se mantiveram neutros; e o PP, que está com Bolsonaro. Havia ainda três governadores e cinco senadores eleitos no último domingo (2).

>>> Lula agradece FHC e diz que apoio de Simone Tebet é "programático"

O evento, Lula afirmou que o "povo não quer muito". "Só quer o que está na Constituição", disse. "Como pode um presidente passar quatro anos sem reajustar salário mínimo, merenda?", disse o ex-presidente ao criticar Bolsonaro.

De acordo com uma proposta enviada em agosto pelo governo federal ao Congresso Nacional, o salário mínimo não aumentará além da inflação em 2023, quarto ano seguido sem ganho real.

>>> Ipec: Lula tem 55% dos votos válidos contra 45% de Bolsonaro

O governo também decidiu não reajustar o valor destinado a merendas escolares no País. Prefeitos disseram que a falta de aumento dos investimentos no Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) tem feito os municípios gastarem mais. A inflação da cesta básica, que inclui feijão e verduras, teve alta de 26,75% de maio de 2021 a maio deste ano.

O ex-presidente criticou o problema da fome. "Às vezes as pessoas falam que eu tenho que fazer um discurso novo. Eu aprendo para falar coisas novas, mas o povo ainda está com fome. O povo ainda quer comida, quer casa. É por isso que nós vamos voltar a fazer o Minha Casa Minha Vida".

O número de pessoas passando fome no Brasil foi de 33,1 milhões entre o fim de 2021 e abril de 2022, de acordo com o segundo Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, realizado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan) e divulgado em junho.

Primeiro turno

O ex-presidente ficou em primeiro lugar, com 48% dos votos válidos (57,2 milhões) no primeiro turno da eleição, contra 43% (51 milhões) de Bolsonaro, o primeiro ocupante do Planalto a perder a eleição em primeiro turno desde 1997, quando a reeleição foi aprovada.

A candidatura de Lula teve o apoio de mais nove partidos no primeiro turno - PT, PSB, PCdoB, Solidariedade, PSOL, Rede, Avante, Agir (antigo PTC) e PV.

Bolsonaro conseguiu o apoio de três legendas - PL, PP e Republicanos.

Fortalecimento

A reunião na capital paulista serviu fazer um balanço do primeiro turno e estabelecer estratégias para que Lula e Alckmin cheguem à vitória no dia 30 de outubro. Randolfe Rodrigues, senador pelo Amapá, aproveitou a oportunidade para saudar os que estão se incorporando à campanha, como Helder Barbalho, governador reeleito do Pará.

Clécio Luís, governador eleito no Amapá, foi outro que somou à luta pela defesa da democracia. Segundo ele, o povo que vive na Amazônia quer o desenvolvimento sustentável da floresta, e essa é uma pauta do plano de governo de Lula e Alckmin.

Já lideranças do Nordeste como Rafael Fonteles e Wellington Dias, respectivamente eleitos governador e senador pelo Piauí, lembraram que a região sempre votou com Lula por saberem do peso das políticas públicas para combater a desigualdade social, e defenderam o combate às notícias falsas.

“Faltou pouco para vencermos no primeiro turno. E agora, sem meias palavras, vamos completar a vitória. Temos o apoio do PDT, Ciro Gomes, MDB, Simone Tebet, lideranças do PSDB. É uma eleição bem diferente de outras eleições, é pelo Brasil. De hoje até o dia 30 vamos fazer os principais dias das nossas vidas, por democracia”, declarou Dias.

Fátima Bezerra, governadora reeleita no Rio Grande do Norte, disse que a primeira batalha foi vencida por Lula, mas que a luta começa para valer agora e que por isso assumiu a coordenação da campanha do ex-presidente em seu estado.

“Não é só diálogo com partidos, mas buscando também diversos seguimentos da sociedade. O Nordeste nunca faltou ao Brasil e nunca faltará de maneira alguma. Mais uma vez estamos dando lição de altivez e sabedoria. Todos temos claro o que está em discussão nesse momento, que é a defesa da democracia”, afirmou.

Senador pelo Rio Grande do Sul, Paulo Paim garantiu que a comunidade negra está com Lula e ajudará a elegê-lo presidente. “No seu tempo nós tínhamos um Ministério, a Fundação Palmares existia, nós tivemos a lei de cotas que mudou a cor da universidade”, recordou.

Alexandre Giordano, senador de São Paulo, e Kátia Abreu, senadora pelo estado de Goiás, defenderam um país harmonioso e unificado, em que as pessoas prezem pela paz e pela educação. “A gente não pode continuar confundindo pessoas corajosas com pessoas toscas, eu não suporto mais o meu Brasil armando as pessoas que se matam nas ruas, os nossos jovens chorando pelo fim das escolas, ver o presidente imitando e debochando de pessoas morrendo, envergonhando todo o povo brasileiro. Por tudo isso, o plano econômico desta hora é a democracia, por uma questão simplesmente civilizatória”, disse Kátia Abreu.

Agronegócio

Senador pelo estado de Rondônia, Acir Gurgacz foi outro que se somou à frente ampla. Ele, assim como o também senador do Mato Grosso Carlos Fávaro disseram que estão trabalhando para que as pessoas do agronegócio reconheçam que o grande avanço no campo aconteceu a partir de 2003, com Lula na Presidência.

“Venho de um estado rico. De que adianta tanta fartura, se existe tanta gente passando fome? Venho fazendo um resgate do que Lula e a Dilma fizeram pelo agronegócio. Essa é a mensagem que nós vamos levar para todo o agricultor e ao povo brasileiro”, disse Fávaro.

A polarização entre democracia e barbárie foi um ponto abordado pelo senador da Bahia Jaques Wagner. Segundo ele, a eleição de 2022 tem uma característica diferente, que é o embate entre democracia o autoritarismo.

Já o ex-governador do Maranhão e senador eleito Flávio Dino, apontou algumas questões para que Lula e Alckmin alcancem a vitória no segundo turno, como o caráter decisivo do Nordeste, que equilibrou a balança de votos durante a apuração. Outro ponto foi institucionalizar a questão do transporte público, para garantir que a população tenha o direito de votar, sobretudo moradores da zona rural.

Segundo Dino, ampliar a campanha no Norte e Nordeste será um dos vetores da vitória do campo progressista. “Eleição se ganha na rua. E militância vai pra rua quando o líder vai na rua. E isso tem um efeito psicológico na nossa militância que estava emparedada pela violência do fascismo. Quando a gente vai pra rua a galera assume, coloca bandeira na janela”, disse.

“Disputa de legado é quase tudo, porque pela primeira vez haverá um debate entre o adversário e o nosso campo. Em 2018 não houve, em 2022 também não, ele se escondeu, teve três chances de perguntar pro Lula e tremeu. A verdade é que Bolsonaro morre de medo do Lula”, completou.

Senadores e deputados

Também participaram do encontro a governadoras Regina Sousa (PT-PI) e as vice-governadoras Lígia Feliciano (PDT-PB) e Eliane Aquino (PT-SE), os governadores Carlos Brandão (PSB-MA), Paulo Câmara (PSB-PE), João Azevedo (PSB-PB), Paulo Dantas (MDB-AL), além do vice-governador Felipe Camarão (PT-MA).

Entre os senadores, marcaram presença Fabiano Contarato (PT-ES), Renan Calheiros (MDB-AL), Renan Filho (MDB-AL), Paulo Rocha (PT-PA), Jean Paul Prates (PT-RN), Veneziano Vital (MDB-PB), Jacques Wagner (PT-BA), Jader Barbalho (MDB-PA), Camilo Santana (PT-CE), Alexandre Silveira (PSD-MG), Marcelo Castro (MDB-PI) e José Amauri (Podemos-PI).

Deputados federais também estiveram presentes, como Rui Falcão (PT-SP), José Guimarães (PT-CE), Carlos Zaratini (PT-SP), Márcio Macedo (PT-SE) e Rejane Dias (PT-PI), bem como o deputado estadual Evandro Leitão (PDT-CE) e o distrital Leandro Grass (PV-DF).

Fonte: https://www.brasil247.com/poder/lula-reune-7-governadores-e-16-senadores-por-apoio-contra-bolsonaro

quarta-feira, 5 de outubro de 2022

Entrevista em que Bolsonaro defendeu aborto de Jair Renan volta a circular nas redes


"Passei para a companheira, e a decisão dela foi de manter", respondeu Bolsonaro em entrevista à IstoÉ Gente, em 2000, sobre possibilidade de abortar Jair Renan, seu filho 04

5 de outubro de 2022, 15:13 h Atualizado em 5 de outubro de 2022, 15:25

www.brasil247.com - (Foto: Jair Renan e o presidente da República Jair Bolsonaro. Crédito: Alan Santos/PR)

247 - Uma entrevista de Jair Bolsonaro à revista IstoÈ Gente, em fevereiro de 2000, foi resgatada pelos internautas para mostrar que o chefe do Executivo já defendeu o aborto. Na entrevista, Bolsonaro diz que o filho 04, Jair Renan, seria abortado.

À época, Bolsonaro disse que o aborto é uma decisão do casal. Ele falou da sua experiência com Ana Cristina. “Passei para a companheira. E a decisão dela foi de manter. Está ali, ó", respondeu Bolsonaro, apontando para uma foto de Jair Renan ainda bebê.

Vini 1️⃣3️⃣

@excluidw

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Cristina foi amante de Bolsonaro quando ele ainda era casado com a mãe de Eduardo, Flávio e Carlos. Ela engravidou, e quando ele descobriu, sugeriu que ela abortasse Jair Renan. Tudo isso foi revelado pelo próprio Bolsonaro em uma entrevista para a revista IstoÉ, nos anos 2000 +

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10:58 PM · 4 de out de 2022

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Na mesma entrevista, Bolsonaro afirmou que sua primeira experiência sexual foi com uma garota de programa.

>>> Revista republica entrevista em que Bolsonaro diz que aborto é "decisão do casal" e defende o fuzilamento de FHC

O retorno da entrevista levou o nome do filho 04, Jair Renan, ao topo dos principais assuntos mais comentados do Twitter no Brasil.


Lázaro Rosa

@lazarorosa25

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JAIR É A FAVOR DO ABORTO! Bolsonaro sugeriu que sua esposa abortasse Jair Renan

8:19 AM · 5 de out de 2022

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Fonte: https://www.brasil247.com/midia/entrevista-em-que-bolsonaro-defendeu-aborto-de-jair-renan-volta-a-circular-nas-redes