sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

QUANTIDADE DE FAMÍLIAS NA MISÉRIA VOLTOU A SUBIR EM 2015


- A quantidade de famílias em pobreza extrema —com rendimento per capita inferior a 1/4 do salário mínimo— voltou a crescer em 2015 após quatro anos de queda. Resultado faz parte da Síntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgada nesta sexta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As informações são do G1. "De acordo com a classificação do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), famílias com renda de até 1/4 do salário mínimo per capita vivem na chamada "pobreza extrema". Aqueles que vivem com até meio salário vivem em "pobreza absoluta". Segundo a pesquisa do IBGE, a faixa que mais cresceu entre 2014 e 2015 foi justamente a dos mais pobres, com renda de até 1/4 de salário mínimo per capita. Esse grupo saltou de 8% para 9,2% em um ano. Esse movimento reverte uma tendência de queda do número de pessoas que vivem na pobreza extrema no Brasil. Segundo a pesquisa, em 2015, 27% das famílias brasileiras ganhavam até meio salário mínimo, o que representa um aumento de 2% em relação a 2015. Em 2013 elas somavam 25,8% e, no ano anterior, 26,7%. Sem a correção de pensões e benefícios pelo mínimo, o número de pessoas mais pobres poderia ter crescido ainda mais, explica o IBGE. “O que segurou [o aumento no número de famílias mais pobres] é o fato de haver rendimentos que são atrelados ao salário mínimo. Se não fosse esta trava, teria sido ainda mais significativa a queda no rendimento”, destacou o pesquisador do IBGE Leonardo Athias. De 2014 para 2015, o salário mínimo foi reajustado em 8,8%, passando de R$ 724 para R$ 788.! http://www.brasil247.com/pt/247/economia/268446/Quantidade-de-fam%C3%ADlias-na-mis%C3%A9ria-voltou-a-subir-em-2015.htm

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

CONTRA STF, TEMER SANCIONA LEI QUE TORNA VAQUEJADA PATRIMÔNIO CULTURAL


Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil O presidente Michel Temer sancionou sem vetos a lei que eleva rodeios, vaquejadas e outras expressões artístico-culturais à condição de manifestação cultural nacional e de patrimônio cultural imaterial. Em julgamento feito em 6 de outubro, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou inconstitucional uma lei cearense que regulamentava eventos desse tipo. Desde então, a proposta que visava à sua legalização ganhou força no Congresso Nacional e foi aprovada no mesmo dia (1º de novembro) tanto na Comissão de Educação, Cultura e Esporte quanto no plenário do Senado. A decisão do STF resultou também em uma manifestação contrária a ela, feita por vaqueiros no dia 11 de outubro na Esplanada dos Ministérios. A vaquejada é uma atividade competitiva bastante praticada no Nordeste brasileiro, na qual os vaqueiros têm como objetivo derrubar o boi, puxando-o pelo rabo. As pessoas contrárias à atividade argumentam ser comum o tratamento cruel de animais. Com a sanção presidencial publicada no Diário Oficial da União de hoje (30), a prática passa a ter respaldo legal. http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/268049/Contra-STF-Temer-sanciona-lei-que-torna-vaquejada-patrim%C3%B4nio-cultural.htm

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Os alimentos com maior risco de contaminação por agrotóxicos

A Anvisa analisou 12.051 amostras coletadas de 25 tipos de alimentos entre 2013 e 2015 em todos os estados brasileiros


Por Valéria Bretas access_time28 nov 2016, 17h26 - Atualizado em 28 nov 2016, 18h38 chat_bubble_outlinemore_horiz Vegetais e frutas são vistos em mercado da cidade francesa de Lille (Philippe Huguen/AFP) São Paulo – Estudo realizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revelou, pela primeira vez, quais são os alimentos com maior risco de causar uma intoxicação devido à presença de agrotóxicos. Nesse quesito, a laranja é o alimento com o maior risco agudo para a saúde. Ou seja, em razão dos agrotóxicos, a fruta é o item que apresenta a maior chance de provocar problemas em uma pessoa dentro de um período de 24 horas. Das 744 amostras de laranja analisadas, 12,1% apresentaram quantidade de resíduos de agrotóxicos acima dos limites seguros. Já no caso do abacaxi, que aparece em segundo lugar, em 5% das amostras havia potencial de risco relacionado às substâncias. O levantamento da Anvisa, que faz parte do relatório do Programa de Análises de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA), analisou 12.051 amostras coletadas de 25 tipos de comidas entre 2013 e 2015 em todos os estados brasileiros. Para a Anvisa, o resultado não representa um problema para o Brasil. “O que vimos é que apenas em 1% das amostras havia o risco de intoxicação aguda”, afirmou o presidente da Agência, Jarbas Barbosa. “Boa parte dos agrotóxicos permanece nas cascas, que não são comestíveis”. Veja quais são os itens que apresentam os maiores potenciais de risco para a saúde: http://exame.abril.com.br/brasil/os-alimentos-com-maior-risco-de-contaminacao-por-agrotoxicos/

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Você prefere: “Um planeta melhor para nossos filhos ou filhos melhores para o nosso planeta?"


Achei o texto perfeito!!
Antigamente se ensinava e cobrava
Tabuada,
Caligrafia,
Redação...
Havia aulas de
Educação Física,
Moral e Cívica,
Práticas Agrícolas,
Práticas Industriais,Cantava-se o Hino Nacional, hasteando a Bandeira Nacional pelo menos uma vez por semana...
Leiam o relato de uma
Professora de Matemática:
Semana passada, comprei um produto que custou R$ 15,80.
Dei à balconista
R$ 20,00
e peguei na minha bolsa
80 centavos, para evitar receber ainda mais moedas.
A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.
Tentei explicar que ela tinha que me dar 5,00 reais de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la. Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender.
Por que estou contando isso? Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:
✔ 1. Ensino de matemática em 1950:
Um lenhador vende um carro de lenha por
R$ 100,00. O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda. Qual é o lucro?
✔ 2. Ensino de matemática em 1970:
Um lenhador vende um carro de lenha por
R$ 100,00. O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou
R$ 80,00. Qual é o lucro?
✔ 3. Ensino de matemática em 1980:
Um lenhador vende um carro de lenha por
R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Qual é o lucro?
✔ 4. Ensino de matemática em 1990:
Um lenhador vende um carro de lenha por
R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Escolha a resposta certa, que indica o lucro:
( )R$ 20,00
( )R$ 40,00
( )R$ 60,00
( )R$ 80,00
( )R$ 100,00
✔ 5. Ensino de matemática em 2000:
Um lenhador vende um carro de lenha por
R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. O lucro é de R$ 20,00. Está certo?
( )SIM
( ) NÃO
✔ 6. Ensino de matemática em 2009:
Um lenhador vende um carro de lenha por
R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.
( )R$ 20,00
( )R$ 40,00
( )R$ 60,00
( )R$ 80,00
( )R$ 100,00
✔ 7. Em 2015....:
Um lenhador vende um carro de lenha por
R$ 100,00. O custo de produção é R$ 80,00. Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.
(Ou marque qualquer coisa, já que não posso te reprovar mesmo)
( )R$ 20,00
( )R$ 40,00
( )R$ 60,00
( )R$ 80,00
( )R$ 100,00
(...)
E se um moleque resolver pichar a sala de aula e a professora fizer com que ele pinte a sala novamente, os pais ficam enfurecidos pois a professora provocou traumas na criança.
Todo mundo está 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos...
Quando é que se 'pensará' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"
Passe adiante! Se vc acha viável.
Isso não é corrente!!
Precisamos começar JÁ! Ou corremos o sério risco de largarmos o mundo para um bando de analfabetos, egocêntricos, alienados e dependentes químicos com a cultura de homens da caverna.
Colocado no facebook pelo amigo:

Hernane Queiroz

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

"O açúcar é o maior veneno que damos às crianças"


Júlia Galhardo, pediatra: "Os médicos só têm formação em nutrição se a procurarem"

Veja aqui a Grande Reportagem Interativa da SIC, com a participação da pediatra Júlia Galhardo, responsável pela consulta de obesidade no Hospital de Dona Estefânia, em Lisboa, e que usa palavras fortes para se referir ao abuso do açúcar em idades precoces: "maus tratos"

Quando as crianças não têm excesso de peso é mais difícil que as famílias percebam os perigos do açúcar em excesso?
Sim. Os pais não devem ficar descansados quando o seu filho, que come muitos doces, é magro. Muitos desses meninos, que são longilíneos, têm alterações dos lípidos no sangue, têm problemas de aterosclerose. Não são gordos, mas têm alterações metabólicas. Nem tudo o que é mau se vê. Nem tudo o que é mau dói. A hipertensão não dói, a diabetes não dói. Não doem, mas matam. E, mesmo quando existe excesso de peso, os pais não dão a devida importância. Acham que a criança vai esticar quando crescer, como se fosse plasticina, e que o problema vai desaparecer. Só começam a perceber que há, de facto, um problema quando as análises dão para o torto. Quando o colesterol ou os glícidos ou o ácido úrico vêm aumentados, quando as análises revelam inflamação...
E as crianças que segue na consulta de obesidade têm, frequentemente, problemas nas análises?
Mais de 90 por cento das vezes. O que eu até agradeço, inicialmente. Porque é a única forma que tenho de mostrar aos pais que alguma coisa não está bem. Eu ajudei a começar esta consulta em 2006. Estamos em 2015 e vejo crianças mais obesas, com maiores problemas nas análises e em idades mais precoces. Ontem vi uma criança que tinha 10 meses e pesava 21 quilos. Tenho adolescentes com diabetes tipo 2, com hipertensão, com colesterol elevado. Patologias que, quando eu andava na faculdade, eram ditas de adulto, na pediatria não se falava! Surgiam aos 40 anos, agravavam aos 60 e tinham consequências mesmo palpáveis aos 80. Esses problemas são cada vez mais precoces e cada vez têm consequências mais graves. Quanto mais precocemente surgem, mais graves se tornam.
Como é que se explicam mudanças tão significativas no espaço de uma geração?
Traduz toda uma modificação ambiental, porque a genética não muda numa geração. Se tiver dois gémeos, iguaizinhos, monozigóticos - em que o genoma é precisamente o mesmo - e os sujeitar a ambientes diferentes, eles vão desenvolver problemas diferentes. Fazer menos e comer mais, foi isto que mudou no ambiente que nos rodeia. E comer mais erradamente. Come-se mais do pacote da prateleira. Produtos em que, além daquilo que parece que lá está, estão inúmeras coisas que os pais não identificam.
Por exemplo?
Os açúcares. Os pais só identificam a palavra "açúcar". Se eu lhe chamar glícidos, dextrose, maltose, frutose, xarope de milho... Tudo isso é de evitar, mas os pais não identificam isso como açúcar. E a quantidade de açúcar que as crianças ingerem, diariamente, é assustadora. Tudo o que é processado e vem num pacote tem açúcar. Basta olhar para o rótulo. Se eu não conseguir ensinar mais nada na minha consulta, consigo ensinar, pelo menos, que é importante olhar para o rótulo. E que o ideal é escolher produtos sem rótulo, sem lista de ingredientes: aqueles que vieram da terra ou do mar ou do rio. É a melhor forma de evitar o açúcar.
Costuma envolver os avós, a família alargada, nas consultas?
Os avós têm um papel fundamental! Os avós são do tempo em que não havia esta parafernália do pacote. O doce era o mimo do dia de festa. Mas transformam este mimo num bolo ou num chocolate todos os dias. Porque... "coitadinho do menino". Eu peço aos avós, por favor, que transformem estas coisas em mimos de abraços, de afetos. Que vão com eles ao parque brincar, ver o pôr do sol, fazer castelos de areia. Que os ensinem a cozinhar coisas saudáveis. A fazer pão, salada de frutas. Eu aprendi a fazer pão com a minha avó e ainda hoje me lembro. Peço aos avós que nos ajudem a modificar esta carga. E que percebam que, hoje em dia, o maior inimigo dos seus netos é o açúcar. A comida não é castigo nem prémio.
Começa a ser frequente ouvir especialistas dizer que, um dia, olharemos para o açúcar como olhamos hoje para o tabaco. Concorda?
Eu acho que ainda é pior. O açúcar, em termos neurológicos, e de neurotransmissores, e de prazer, e da precocidade com que é introduzido, tem consequências mais nefastas do que o tabaco. A frutose, a dextrose, todos os açúcares criam dependência. Entramos no domínio dos recetores cerebrais, no domínio do prazer, da compensação, do conforto. Se eu me habituar a consumir açúcar e a ter prazer pelo açúcar, há modificações epigenéticas - genes que são acionados e que fazem com que eu passe a ter mais tendência para o açúcar. Ou para o sal. E a mesma dose não surte o mesmo efeito a longo prazo. Portanto vou aumentando o açúcar.
Qual é o limite máximo, se é possível responder a isto, que uma criança deve consumir de açúcar por dia?
O mínimo possível. Não tenho número para lhe dar. E quanto mais tarde, melhor. É óbvio que precisamos de açúcar, nomeadamente de glicose, porque é esse o nosso combustível. É a nossa lenha celular. Mas não é disso que estamos a falar quando dizemos a palavra açúcar.
Os açúcares de que precisamos estão presentes nos alimentos.
Claro. Nos cereais, no leite e derivados, nas frutas.
Como é que explica, às crianças e aos pais, os efeitos do açúcar na saúde?
Aos mais pequeninos costumo dizer que o açúcar é um bocadinho venenoso. Aos pais explico que o açúcar adicionado causa os mesmos problemas metabólicos que o álcool. Lembro que o álcool vem, precisamente, do açúcar. Do açúcar dos tubérculos, do açúcar das frutas. E que a consequência é exatamente a mesma: o chamado "fígado gordo". A curto prazo traduz-se em alterações nas análises. Mais tarde traduz-se em tudo aquilo que contribui para o síndrome metabólico: diabetes tipo 2, hipertensão arterial, alteração do colesterol no sangue, aumento do ácido úrico. E, a longo prazo, tudo isto se traduz em alterações cardiovasculares. Enfarte precoce do miocárdio, acidente vascular cerebral... São doenças que os pais associam aos pais deles.
E não aos seus filhos.
E não aos seus filhos. Mas, se assim continuarem, vão presenciá-las nos filhos. Estarão vivos, ainda, para as presenciar nos filhos. Porque um adolescente que é diabético tipo 2, 20 anos depois vai ter problemas desta diabetes. E, se for uma menina, é exponencial, porque vai gerar um bebé neste ambiente intrauterino. Em que a própria carga genética -- que não é alterada, porque genes são genes -- vai ser ativada ou inibida de acordo com o ambiente que lhe estamos a dar in utero. É assustador.
Estudos recentes, como o EPACI Portugal 2012 ou o Geração 21, mostram que as crianças portuguesas começam a consumir doces muito cedo, a partir dos 12 meses. Aos 4 anos mais de metade bebe refrigerantes açucarados diariamente e 65% come doces todos os dias. É por falta de informação?
Alguns pais ficarão chocados, mas há uma expressão para o abuso do açúcar em idades tão precoces: maus tratos. Os meninos já não sabem o que é água. Os meninos, ao almoço e ao jantar, bebem refrigerantes. Não acredito que seja falta de informação. Toda a gente sabe que bolachas com chocolate, leite achocolatado, gomas, bolos, estas coisas, fazem mal. É a ambiência, é o corre-corre. É porque é mais fácil ir no carro a comer bolachas e sumo, a caminho da escola. Para alguém que já se deita muito tarde, porque tem tarefas sobreponíveis, pode ser difícil acordar meia hora mais cedo para preparar um bom pequeno-almoço.
Como é um bom pequeno-almoço?
Deve ter três componentes: fruta, um componente do grupo dos cereais e leite ou derivados. Quando a criança tem mais de 3 anos, estamos a falar de produtos meio gordos. Os cereais podem ser, por exemplo, papas de aveia, pão fresco ou torradas. Pão da padaria, não é pão de forma. Porque o pão de forma tem, além de imensos aditivos, açúcar. O pequeno-almoço deve ser variado, ao longo da semana, e deve garantir 20 a 25% da quantidade diária de calorias. Nem um por cento das pessoas faz isto. E o stress é o centro de toda esta nossa conversa. É o centro de todas estas alterações que nós estamos a sofrer. Porque os pais não têm tempo, porque chegam a casa e estão estoirados. Não há tempo para ser criança, não há tempo para ser pai. Para estar à mesa meia hora a contar o dia de cada um. As nossas crianças não dormem o que deviam. A sociedade moderna está a adoecer os seus cidadãos.
Os médicos têm suficiente formação sobre nutrição?
Não. Só se a procurarem. Se não a procurarem, não têm. Falo-lhe do meu curso, que foi há uma década, e falo-lhe de agora. Apesar de haver alguma modificação, não é suficiente. A nutrição é vista como secundária. Não é fármaco, não é vista como tratamento. Mas é. Por exemplo, após uma cirurgia, se não houver uma nutrição adequada, o organismo não consegue organizar o colagénio e tudo o que favorece o processo de cicatrização, para sarar. Na oncologia, por exemplo, há muito cuidado em várias terapias, mas muito pouco cuidado na parte da nutrição. A alimentação está na base da saúde e da doença.
É favorável a taxas sobre os produtos mais açucarados, como acontece em países como França, Hungria ou Finlândia?
Para não criar tanta polémica: e se deixássemos de taxar aqueles que são frescos, por exemplo? Peixe. Fruta, nomeadamente a portuguesa. Os legumes, os hortícolas. O nosso leite dos açores. Com tudo isto, é possível fazer refeições saudáveis para os meninos. Mas, se vir o IVA dos seus talões de supermercado, poderá constatar que há coisas que não deveriam ser taxadas ao nível que são.
Por exemplo?
Alguns refrigerantes são taxados a seis por cento. Mas a eletricidade e o gás, por exemplo, estão à taxa mais alta. Consegue cozinhar sem eletricidade e sem gás? Não é um produto de luxo. Às vezes sentimo-nos a puxar carroças sozinhos. E nós contra a indústria não temos muita força. Eu gostaria de perceber porque é que é permitido oferecer brinquedos com alimentos que são considerados nefastos. Pior: brinquedos colecionáveis. O problema é que cada governo preocupa-se a quatro anos. E os ministérios trabalham cada um por si.
O Ministério da Educação reduziu, em 2012, a carga horária de Educação Física no terceiro ciclo e no ensino secundário. E a nota de Educação Física deixou de contar para a média de acesso ao ensino superior.
Pior do que reduzir as aulas de educação física, é vê-las como supérfluas. Eu vou-lhe confessar: eu era péssima. Era um desastre. E também era obesa. Portanto, estou à vontade para falar disto. E digo isto aos meus doentes, porque acho que os estimula. Tenho saudades de crianças que esfolavam os joelhos em cima do que já estava esfolado. Não vejo isto hoje em dia. Não é que goste de ver meninos magoados. Mas significa que estão quietos. Quando muito, têm tendinites nos polegares, que vai ser a doença ortopédica do futuro. E miopia.
Estive três anos num hospital no Reino Unido, onde via adolescentes, sem patologias de base, com obesidade simples, deitados numa cama, que nem banho conseguiam tomar. Nós sabemos isto. Não há falta de informação, há inércia. Eu não queria que o meu país fosse para aí, não queria que a geração que vem a seguir a mim fosse para aí.
E está a ver o país ir para aí?
Estou. E não há prevenção, não há comportas. Estou a tentar montar um projeto para chegar aos pais e às crianças nos jardins de infância e nas escolas. Sinalizar para os centros de saúde, através da saúde escolar, crianças que estão a começar a ter peso a mais. A este hospital só deveria chegar a obesidade que tem uma causa endócrina, genética, ou que, não a tendo, já tem consequências. Mas há centros de saúde que nem nutricionistas têm. Isto, a longo prazo, paga-se com juros. Basta fazer contas. Basta ver a carga que são as consultas de obesidade, que eu já não sei o que hei de fazer a tanta consulta que me pedem. Uma consulta hospitalar de nível 3, como esta, tem um custo. Pais que faltam ao trabalho para vir com os meninos tem um custo. Fora as consequências que vêm por aí. A obesidade é a epidemia do século XXI. Mas como, ao contrário das infeções, o impacto não é imediato -- é a 10, 20, 30 anos -- ninguém olha para ela como tal. Só quando se transformar na epidemia de doença, e não na epidemia de caminho para a doença, é que vamos tentar travar. Mas já não vamos travar nada, porque já tivemos o acidente completo. E aí vamos gastar o dobro. E já nem estou a falar só de saúde e de vida. De anos de saúde e de vida que se poderiam poupar. Falo da questão monetária, porque parece que é aquilo que as pessoas entendem melhor atualmente.
http://visao.sapo.pt/actualidade/sociedade/o-acucar-e-o-maior-veneno-que-damos-as-criancas=f815340

Refletindo sobre aquecimento global


Eu queria ser burro o bastante para acreditar que a causa do aquecimento global é o Homem. Pois se fosse assim, não teríamos mais períodos glaciais na Terra. A última era glacial terminou não faz doze mil anos. Olhe que já houveram períodos interglaciais bem povoados. Pesquisas mais recentes constataram a existência de mais de duzentas sítios arqueológicos de cidades debaixo das águas só do Mar Mediterrâneo, imagine nos outros mares?. Mesmo com toda essa gente, não deixou de haver novas eras glaciais. Eu acho uma discrepância muito grande nessa divisão, onde o planeta fica gelado por mais de duzentos mil anos e os períodos interglaciais são de menos de trinta mil anos. Infelizmente não podemos impedir que seja assim. Mas como tem gente que acredita que o Homem é responsável pelo aquecimento do planeta, a solução para não termos mais eras glaciais, seria manter ou aumentar um pouco mais a quantidade de pessoas na Terra. Impossível. Só para lembrar, só sobrevivem ás eras glaciais, os mais fortes e ligados à Natureza. Foi assim em todos períodos glaciais, onde grandes civilizações floresceram e declinaram. Da mesma forma acontecerá com as sociedades atuais. Se não escrevermos em pedras, como fizeram as anteriores, não sobrará nada do conhecimento que produzimos nesse atual período interglacial. Registros online serão destruídos apenas pelas tempestades magnéticas. Computadores e papel se destroem em tempo muito pequeno. Pensem nisso.

terça-feira, 8 de novembro de 2016

CIENTISTAS DESCOBREM QUE O ALECRIM COMBATE A DOENÇA DE ALZHEIMER!


Luiza Fletcher • 5 de outubro de 2016
Pesquisadores da Universidade de Northumbria descobriram uma substância que diminui drasticamente o aparecimento da doença de Alzheimer. A parte legal?
Você provavelmente já tem esta substância em seu pote de temperos.
Até mesmo os céticos da indústria médica estão achando esta descoberta notável – e não é difícil perceber o porquê.
O estudo de Northumbria é o primeiro a provar que o alecrim pode retardar o desenvolvimento de Alzheimer e melhorar a memória de pacientes saudáveis.

O estudo

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Os pesquisadores recrutaram 60 voluntários idosos e os dividram em 3 grupos. Um grupo participou de aromaterapia com alecrim, e o segundo com lavanda. O último grupo não participou de nenhuma aromaterapia.
Os cientistas deram a membros de cada grupo jogos de palavras como distração. Ao mesmo tempo, esporadicamente pediram aos participantes para se envolverem em testes de memória complexos.
Curiosamente, os participantes do grupo da lavanda tiveram o pior desempenho. Aqueles que não participaram da aromaterapia tiveram um desempenho na média, e o grupo do alecrim teve um aumento “estatisticamente significativo” em sua função de memória.
Sua memória aumentou 75%.

Conexão com o Alzheimer

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Os compostos presentes no alecrim realmente interagem com o cérebro de uma forma semelhante aos medicamentos de Alzheimer convencionais. Um desses compostos é chamado 1,8-cineol.
1,8-cineol funciona através da inibição da acetilcolinesterase – uma enzima que decompõe um neurotransmissor chamado acetilcolina. Para um doente de Alzheimer, esta inibição tem o efeito de retardar a perda de memória drasticamente.
De fato, pesquisadores de outro estudo observaram o seguinte sobre 1,8-cineol:
Todos os pacientes apresentaram melhora significativa na função cognitiva …. Em particular, pacientes com Alzheimer apresentaram melhora significativa nos escores totais.

Por que Aromaterapia?

Aromaterapia passa a ser uma ótima maneira de ingerir substâncias medicinais. Quando você engole uma pílula, as moléculas benéficas têm de viajar através de seu fígado. Muitas dessas moléculas simplesmente são filtradas.
Com aromaterapia, por outro lado, essas moléculas passam facilmente pela corrente sanguínea e fazem o seu caminho até o cérebro.
É por isso que, quando os pesquisadores da Universidade de Northumbria estudaram amostras de sangue dos participantes do estudo, observaram vestígios de óleo de alecrim.
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Implicações
Os medicamentos de Alzheimer convencionais têm uma série de efeitos colaterais, incluindo:
  • Perda de apetite
  • Náusea
  • Vômitos
  • Dores de cabeça
  • Fadiga
  • Insônia
Além do mais, como Dr. Chris Van Tulleken compartilha, estes medicamentos convencionais – como acontece com muitos produtos farmacêuticos – podem deixar os pacientes sentindo-se impotentes.
Os tratamentos alternativos como alecrim, por outro lado, têm muito menos efeitos colaterais e podem ajudar os pacientes a se sentirem mais envolvidos em seu tratamento.
O importante agora é que os pesquisadores continuem a estudar tratamentos alternativos de Alzheimer para descobrirem como eles podem ser integrados com o conhecimento médico moderno para ajudar os pacientes.
Traduzido pela equipe de O SegredoFonte: David Wolfe
https://osegredo.com.br/2016/10/cientistas-descobrem-que-o-alecrim-combate-doenca-de-alzheimer/

Planta amazônica pode ajudar doentes de Alzheimer a criar novos neurônios

camapu novos neuronios alzheimer
Chamada de camapu, a planta amazônica tem o poder de produzir novos neurônios no hipocampo, sendo útil no tratamento de doentes de Alzheimer.
O caminho para um tratamento eficaz de doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer, pode estar bem mais perto do que você pensava. Uma substância encontrada no caule de uma planta amazônica poderá ser usada em medicamentos fitoterápicos para o combate ao Alzheimer.
A planta chamada camapu, encontrada nas regiões do interior do Pará e na periferia de Belém, é muito conhecida por sua atividade antiprotozoária e anti-inflamatória. Pesquisadores da Universidade Federal do Pará descobriram que uma substância encontrada nessa planta tem o poder de estimular a produção de novos neurônios no hipocampo, região do cérebro associada à memória.
Com a produção de novos neurônios, estimulados pela substância, é provável que haja novas conexões entre as células do cérebro, revertendo à perda da memória recente, característica comum em doentes de Alzheimer.
Os cientistas também apostam que, ao usar o medicamento à base do camapu, também seja possível uma reversão da morte neural, muito comum em pacientes que apresentam depressão.
“Estamos falando da criação de novos neurônios, algo que não era possível a um tempo atrás”, diz Milton Nascimento dos Santos, do Grupo de Pesquisas Bioprospecção de Moléculas Ativas da Flora Amazônicada da Universidade Federal do Pará.
Os testes já estão sendo feitos em ratos de laboratório; o próximo passo serão os testes clínicos e a viabilidade de produzir essa substância em larga escala. Hoje, sabe-se que uma das possibilidades de criar novos neurônios se dá através de exercícios para o cérebro.
http://alzheimer360.com/planta-amazonica-criar-neuronios/

domingo, 16 de outubro de 2016

COMUNIDADE DE CAVALO BRAVO REALIZA CURSO DE APROVEITAMENTO DO CAJU

Cruz. Iniciou segunda-feira, 10 de outubro e encerrou, sábado, dia 15, o Curso de Aproveitamento do Caju na Alimentação Humana que foi solicitado pela Associação de Desenvolvimento Comunitário de Cavalo Bravo e realizado pelo SENAR através do Monitor Audisio Vieira da Silva e da Instrutora Maria Hilária Magalhães, com carga horária de 40H/A e contou com a participação de 16 alunos da comunidade de Cavalo Bravo....
Várias autoridades participaram da solenidade de encerramento do curso: Prefeito Adauto Mendes, Secretário de Agricultura Carlos Cesar de Carvalho, Presidente do SINDSEPCRUZ Professor Henrique, Pe. Gilson da Área Pastoral de Caiçara, Professora Alzirinha e seu esposo Agente de Saúde Pedro Valdo, Presidente da Federação das Associações Comunitárias do Município de Cruz – FAC Engenheiro Agrônomo Dr. Lima, várias lideranças comunitárias, pessoas da comunidade, cursistas e convidados.
Houve uma exposição de produtos derivados do caju feitos durante a realização do curso.
Este curso traz uma nova perspectiva para os moradores da comunidade de Cavalo Bravo que passa a contar com mais uma opção de geração de emprego e renda com a produção de alimentos diversos derivados do caju, que é uma fruta muito abundante na região, mas, ainda subaproveitada.
Atualmente, mais de um milhão de quilos de pedúnculo do caju já está sendo aproveitado, mensalmente, no Município de Cruz pelas indústrias de suco.
A Comunidade de Cavalo Bravo fica situada na principal porta de entrada para Jericoacoara que é o maior atrativo turístico da Rota das Emoções.
Produtos naturais, bem ao gosto do consumidor, sem uso de agro químicos nem conservantes, são os preferidos do turista.
Foto de Antonio Dos Santos Lima.
Foto de Antonio Dos Santos Lima.

Dr. Lima
Engenheiro Agrônomo

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Convite para reunião ufológica em Sobral

Na próxima sexta feira 30, estaremos juntos para mais um dedo de prosa sobre discos voadores e extraterrestres. Se você se interessa por esse assunto, está convidado a comparecer ao nosso bate papo Ufológico, que vai acontecer a partir das 7 da noite na rua Coronel Diogo Gomes, 998 no centro de Sobral. A entrada é franca. Maiores informações pelos 88 999210172 ou 888 988477189. Um abraço a todos.
Aproveite para dar uma olhada na matéria abaixo:

O que é UFOLOGIA ?


CONCEITO DE UFOLOGIA
O primeiro conceito de Ufologia poderia ser entendido como “O estudo dos Discos Voadores.”
Com o aumento da complexidade da casuística ufológica, através dos contatos de terceiro, quarto e quinto graus, que envolvem, entre outros, abduções, chipagem e telepatia, o conceito de Ufologia foi alterado.
Um conceito atual e aceitável pode ser:
“Ufologia é a ciência que estuda as manifestações extra, intra e ultraterrestres e suas possíveis intervenções ou interações com a vida do planeta Terra.” Euclides Goulart Nunes Pereira. (Licenciado em Geografia pela PUC-RS. Geógrafo, consultor da Revista UFO. Funcionário Público Municipal. Pesquisador ufológico ha mais de vinte e cinco anos).
Quando se fala em Ufologia, muitas pessoas associam apenas a "disco voador" e "ET". Na verdade a Ufologia é muito mais complexa do que parece, pois abrange uma gama de assuntos que fazem parte desta misteriosa ciência(que já não é tão misteriosa assim).
Relacionamos abaixo, os principais pontos que estão inseridos na Ufologia.
  • Ufologia (Brasil), ou Ovnilogia (Portugal e demais países de Língua Portuguesa). Ciência que se dedica ao estudo de relatos, registros visuais, evidências físicas e demais fenômenos relacionados aos objetos voadores não identificados, ou OVNIs.
  • UFO: Unidentified Flying Object; equivalente a OVNI. Termo que designa todo objeto que não pode ser identificado a olho nu ou por meio de tecnologia. No entanto, este termo é usado comumente para os Discos Voadores.
  • Ufólogo - Profissional que se dedica ao estudo da ufologia. No Brasil, a maioria dos pesquisadores em Ufologia segue um Código de Ética elaborado pelo ufólogo Profº Arismaris Baraldi Dias, servindo de norte aos seus trabalhos. Muitos são também astrônomos, atuando ao lado das agências espaciais, dos serviços de inteligência e das forças armadas. A maioria dos Ufólogos tem uma outra profissão reconhecida por Lei, e se dedicam à Ufologia nas horas vagas. Pagam do próprio bolso todas as despesas, tais como viagens, hotéis, filmes fotográficos, revelações das fotos, vídeos, filmadora, máquina fotográfica, gravador, bússola, livros, revistas, etc... Não existe faculdade ou escola que ensina Ufologia. A pessoa aprende a ser Ufólogo realizando as suas próprias pesquisas. Com o tempo, acaba sendo reconhecido como Ufólogo pela própria sociedade e pelos demais colegas. Atualmente, estima-se que existam mais de 300 Ufólogos espalhados pelo Brasil.
  • UfoArqueologia - Designa uma linha de pesquisa dentro da ufologia que investiga a presença de seres extraterrestres intervindo no passado remoto de nossa humanidade. O que não faltam são evidências e registros que comprovem essa teoria.
  • Ovni – Objeto Voador Não Identificado. No Brasil, a força aérea trata como OANI(Objetos Aéreos Não Identificados), que tem um centro de pesquisas do fenômeno denominado CIOANI - Centro de Investigação de Objetos Aéreos Não Identificados.
  • Osni - Objeto Submarino Não Identificado. (Ou Objeto Subaquático Não Identificado). São Ovnis que são vistos mergulhando ou saindo dos mares e grandes rios. Estes objetos são capazes de efetuarem mergulhos com pouco ou nenhum movimento nas águas.
  • Sondas – As sondas ufológicas estão diretamente ligadas ao fenômeno UFO. São objetos observados principalmente nos campos, à noite, quando surgem sozinhos ou em grupos, realizando, segundo demonstram os registros, um trabalho de pré-contato com naves e seres extraterrestres. Sua presença geralmente significa que um contato mais próximo com veículos não terrestres e seus ocupantes pode se dar a qualquer instante. Exercendo um grande fascínio nos ufólogos por várias décadas, as sondas parecem compor uma importante peça para o grande quebra-cabeças que é a presença alienígena na Terra. São milhares os casos de avistamento desses artefatos, feitos por testemunhas de todos os tipos, desde humildes lavradores ate aquelas com alta qualificação cultural, como físicos, astrônomos e pilotos. O fenômeno não é restrito ao Brasil, ocorrendo em todos os cantos do planeta. E é também um fato histórico, pois há registros de sondas que datam de centenas e ate milhares de anos. De variados formatos e tamanhos, geralmente são esféricos e normalmente medem menos de 1 metro de diâmetro e luz própria.
  • Círculos ingleses (Sinais) ou Círculos nas plantações: Enigmáticas formações surgidas em sua maioria em campos de cereais na Grã-Bretanha, notados a partir da década de 80, e que tornaram-se cada vez mais complexos com o passar dos anos; geralmente são formados durante a noite através de uma energia que provoca o encurvamento dos talos das plantas, sem danificá-las. Já foram catalogadas até hoje, em todo mundo, 10 mil dessas belas e misteriosas figuras geométricas, das quais, muitos acreditam ser algum tipo de mensagem.
  • Triângulo das Bermudas - É uma área de 3.950.000 quilômetros quadrados no Oceano Atlântico, circundada pelo litoral do sul da Virgínia e Flórida, as ilhas Bermudas e as Grandes Antilhas. A misteriosa Bermuda é formada de 150 ilhas, onde apenas 30 são habitadas. Este triângulo notabilizou-se como palco de diversos desaparecimentos de aviões, barcos de passeio e navios, para os quais se popularizaram explicações extra físicas e/ou sobrenaturais.
  • Uma das possíveis explicações para estes fenômenos são os distúrbios que esta região passa no campo magnético da Terra. Muito embora existam diversos eventos anteriores, os primeiros relatos mais sistemáticos começam a ocorrer entre 1945 e 1950. Alguns traçam o mistério até Colombo. Mesmo assim, os incidentes vão de 200 a quase 1000 nos últimos 500 anos. Howard Rosenberg afirma que em 1973 a Guarda Costeira dos EUA respondeu a mais de 8.000 pedidos de ajuda na área e que mais de 50 navios e 20 aviões se perderam na zona, durante o último século.
Muitas teorias foram dadas para explicar o extraordinário mistério dos aviões e navios desaparecidos.
  • Abdução - A abdução consiste de um rapto ou seqüestro de seres humanos conduzidos por ocupantes de Ovni´s. Com o estudo ufológico podemos constatar que as abduções podem ser pacíficas ou forçadas, e ocorrem em maior número em ambientes afastados ou isolados, quando a vítima se encontra sozinha, preferencialmente à noite. O propósito dessas abduções ainda é desconhecido, mas especula-se que elas sejam realizadas com intenções científicas, talvez para a execução de experiências genéticas.
  • Implante - Introdução de diminutos dispositivos, normalmente da ordem de milímetros, implantados por extraterrestres em abduzidos e contatados; suas funções são desconhecidas, mas algumas hipóteses são: monitoramento; localização; manipulação mental; alterações biológicas; indução de poderes paranormais artificialmente.
  • Crânios de cristal - Encontrados no México, América Central e América do Sul, são uma das maiores descobertas arqueológicas do século XX. Cada peça foi esculpida em um único bloco de cristal por volta do ano 1.000 a.C., com uma perfeição de detalhes que só poderia ser repetida pela tecnologia atual.
    O peso médio de cada crânio é de 5 quilos, com as dimensões de 13 cm de altura, 13 cm de frente e 18 cm de profundidade. Ao todo são 13 peças, hoje espalhadas por museus de todo mundo. Vários fatores levantam o véu do mistério: 1- como terá sido esculpido, uma vez que o desenho do artefato sugere conhecimentos de ótica incrivelmente avançados e uma extraordinária técnica de lapidação; 2: tudo indica que foi esculpido contra o eixo natural do cristal (o que provocaria automaticamente um estilhaço do mesmo) e sem utilização de qualquer objeto metálico para o corte; 3: testes afirmam que esta peça data do período 1000 a. C.; 4: independentemente da temperatura a que é submetido, permanece sempre com 21,11 graus Celcius; e por último, é afamado por possuir enegias sobrenaturais (o que não surpreende, afinal era utilizado em rituais sagrados e de adivinhação pelos povos Maia e Asteca e o próprio cristal quartzo é conhecido pela sua capacidade energética). O primeiro crânio teria sido descoberto por Mitchel Hedges em 1927. Há indícios de achados, um no século XVII na Turquia e outro em 1860 no México.
  • Área 51 - Base militar secreta norte-americana, fundada em 1954 com supervisão da CIA para produzir aviões de espionagem como o STEALTH B-2, assim como o U2 e o SR-71, e testes de novos aviões militares. Região com acesso restrito, localizada no Estado de Nevada-E.U.A. Polígono de tiro e de testes nucleares da base de Nellis. Nome oficial, Air Force Flight Test Center – Centro de Testes de Vôo da Força Aérea. Lá estariam cadáveres e naves extraterrestres recuperadas de acidentes, sendo testadas e estudadas, e também, destroços guardados do ovni que caiu em Roswell (Novo México) em 04 de julho de 1947. Tudo guardado no Hangar 18. O lugar também é conhecido como Groom Lake, Dreamland e S-4.
  • Tecnologia – Do grego tecno — "ofício" e logia — "estudo") é um termo que envolve o conhecimento técnico e científico e as ferramentas, processos e materiais criados e/ou utilizados a partir de tal conhecimento. É o encontro entre ciência e engenharia. A tecnologia extraterrestre, por ser exuberantemente complexa, desafia as leis da física e surpreende a inteligencia humana, a começar pela velocidade e evolução impostas pelos “silenciosos” Ovnis, que se apresentam de diversos tamanhos, formatos e luminosidades, assim como a capacidade de deslocamentos de um ponto a outro, conforme narrativas de testemunhas em todo o mundo.
  • Ufo na Bíblia – A Bíblia tem muitas histórias e relatos de objetos que são vistos no céu. Como exemplo, citamos a “bola de fogo” que levou Enoque da Terra. De fato, há várias passagens na Bíblia, livro de Ezequiel, Novo Testamento, que podem facilmente serem associados a UFOS e seres extraterrenos quando mencionam, por exemplo: “nuvens de fogo”, “vimanas”, “espírito do senhor”, “rodas voadoras luminosas”, “carruagem de fogo”, etc.
  • Acobertamento Ufológico – Ação empregada por vários governos em todo o mundo para ocultar documentos, fatos e objetos por eles resgatados. A política de acobertamento mundial teve início com a queda e recolhimento, por militares norte-americanos, de uma nave extraterrestre tripulada, em Roswell, no Novo México (EUA) em 2 de julho de 1947. Apesar de sabermos que a casuística ufológica ocorre há milhares de anos, o início da era moderna dos discos voadores data de 24 de junho de 1947, com o avistamento de nove Ufos pelo piloto Kenneth Arnould sobre o Monte Rainier, no Estado de Washington (EUA) em meio a uma grande onda de aparições de discos voadores. Por certo, um dos motivos para o início do sigilo em relação aos UFOs foi justamente o receio de que o reconhecimento oficial pelo governo levasse parte da população a uma situação potencialmente perigosa. Havia risco de pânico. Nos últimos anos, países como México, Chile, Canadá, França, Reino Unido, Japão, Nova Zelândia entre outros, estão liberando documentos com registros ufológicos. Hoje deparamos com os esforços da comunidade ufológica, em vários países, exigindo a liberação de documentos guardados a sete chaves pelos governos ao redor do mundo. No Brasil, graças ao empenho da Comissão Brasileira de Ufólogos(CBU) , estão sendo liberados, embora em doses homeopáticas, documentos de casos registrados desde a década de 70. (Esses documentos podem ser vistos no site do Arquivo Nacional ou da revista UFO).
  • Índios e ufologia - Em várias de suas histórias, índios de diversas partes do planeta, sempre se referiram a contatos que seus antepassados teriam feito com seres “poderosos”, geralmente “enviados das estrelas”. Mas a mentalidade civilizada do homem branco preferiu ignorar a importância e a necessidade de uma compreensão maior desses registros históricos. Integrantes de muitas nações indígenas entre elas os Caiapós e Guaranis(Brasil), os Hopis (E.U.A) e Dogons (África), acreditam ser descendentes de criaturas “que vieram de fora”, como se referem a eles, ou extraterrestres, como os trata a Ufologia. As principais histórias do gênero já documentadas, não deixam dúvida quanto à importância de tais acontecimentos na vida e cultura dos povos envolvidos.
Leia mais sobre a ligação entre índios e ufologia nos links abaixo:
http://www.ufo.com.br/noticias/o-que-nos-contam-os-indios-norte-americanos-sobre-ufos
http://www.ufo.com.br/artigos/ets-tambem-no-passado-dos-indios-brasileiros
http://www.gnosisonline.org/antropologia/dogons-o-povo-das-estrelas/
Fonte: http://ufologialivre.webnode.com.br/o-que-e-ufologia/