domingo, 6 de novembro de 2022
sábado, 5 de novembro de 2022
Jornal A FOLHA: Gilmar Mendes determina depoimento imediato de Car...
Colégio de São Paulo expulsa 8 alunos por ataques com referências a Hitler após as eleições


O texto acrescentou que a escola decidiu aplicar sanções disciplinares cabíveis no
termo do Regimento Escolar, "inclusive a penalidade máxima prevista,
que implica seu desligamento imediato desta instituição".
A advogada Thais Cremasco, mãe do aluno vítima de racismo, agradeceu pelo apoio que recebeu por meio de sua rede social, mas disse que a luta continua.
sexta-feira, 4 de novembro de 2022
quinta-feira, 3 de novembro de 2022
quarta-feira, 2 de novembro de 2022
Para nossas reflecções neste dia de relembrarmos e homenagearmos nossos antepassados
Meus lemas:
"Leia tudo que puder, aprenda tudo que for possível e use com sabedoria os seus conhecimentos."
"Quem quer mais do quê o que lhe convêm, acaba perdendo o que quer e o que tem."
"Você estará sempre no lugar e no momento certo para fazer algo de bom para melhorar o mundo em que vivemos."Atividade industrial cai em setembro e acumula queda de 2,3%, aponta IBGE
Setor ainda está com nível de atividade abaixo do que estava antes da pandemia. E quase 20% abaixo do nível recorde, registrado em 2011
(Foto: ABr | Reuters)
Rede Brasil Atual - A produção industrial brasileira caiu 0,7% de agosto para setembro, na segunda queda mensal seguida. Já na comparação com setembro de 2021, tem ligeira alta, de 0,4%, segundo o IBGE. Mas acumula retração de 1,1% no ano e de 2,3% em 12 meses.
De acordo com os dados divulgados nesta terça-feira (1º), a queda no mês atinge as quatro categorias econômicas e 21 dos 26 ramos pesquisados pelo institutos. “Com esses resultados, o setor industrial ainda se encontra 2,4% abaixo do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 18,7% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011”, informa o IBGE.
Entre as principais influências negativas, estão produtos alimentícios (-2,9%), metalurgia (-7,6%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-2,6%), além de bebidas (-4,6%) e produtos de madeira (-8,8%). Das cinco altas, destaque para indústrias extrativas (1,8%) e máquinas e equipamentos (2,2%).
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Em relação a setembro do ano passado, o IBGE apura resultado positivo em duas das quatro categorias, 12 dos 26 ramos, 28 dos 79 grupos e 45,3% dos 805 produtos pesquisados. E cita a expansão do setor que reúne veículos automotores, reboques e carrocerias (20,3%). O setor extrativo cai 5,7%.
Queda geral em 2023
De janeiro a setembro, as quatro categorias econômicas acumulam queda. A retração atinge ainda 15 dos 26 ramos, 56 dos 79 grupos e 61% dos 805 produtos.
Dos vários setores em queda, destaque para indústrias extrativas (-4%), produtos de metal (-10,8%), metalurgia (-5,8%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-11,7%) e produtos de borracha e de material plástico (-6,7%). O IBGE cita ainda produtos têxteis (-13,2%), móveis (-17,9%), produtos de minerais não metálicos (-4,6%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-5,5%) e produtos de madeira (-8,3%).
Por outro lado, a atividade de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis teve expansão (8,3%) exerceu a maior influência. Além de outros produtos químicos (3%), bebidas (4,4%), celulose, papel e produtos de papel (3,5%) e produtos alimentícios (0,7%, mesmo índice de veículos automotores).
Bloqueios das estradas são sustentados pela máquina de fake news bolsonarista
Brasil é o grande laboratório mundial da desinformação
Bolsonaristas e a Alexandre de Moraes (Foto: Reprodução | ABr)
SÃO PAULO (Reuters) - No segundo dia após a eleição que deu a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) o seu terceiro mandato presidencial, apoiadores do presidente e candidato derrotado, Jair Bolsonaro (PL), contestam os resultados das urnas com base em desinformação. Nas redes sociais e nas ruas, eles recuperam uma interpretação equivocada da Constituição para defender uma “intervenção militar” e fazem circular teorias da conspiração para apontar uma suposta fraude eleitoral.
Bolsonaro só comentou o resultado das eleições no fim da tarde desta terça-feira, quando disse que continuaria “cumprindo todos os mandamentos da nossa Constituição” e que as manifestações deveriam respeitar o “direito de ir e vir”.
Enquanto o presidente não se pronunciava, seu silêncio foi interpretado por alguns apoiadores como parte do processo que supostamente permitiria uma “intervenção militar” com base no artigo 142 da Constituição.
O artigo 142 diz que as Forças Armadas estão “sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”.
O Supremo Tribunal Federal (STF) já julgou, em diferentes casos, que o artigo não permite a atuação das Forças Armadas como uma espécie de “poder moderador” para restaurar a ordem.
Durante reunião ministerial em 2020 cuja gravação foi divulgada após autorização do STF, o próprio Bolsonaro fez a interpretação equivocada do artigo 142. Nas redes, desde a noite passada, alguns de seus apoiadores seguem a leitura incorreta e a usam para incitar atos extremistas.
“O presidente Bolsonaro não pode pedir à população para irem às ruas, isso deve ocorrer naturalmente! Para dar artigo 142 precisa de 72 horas de manifestações públicas sem que haja excitação (incitação) do presidente!”, diz uma publicação no Facebook visualizada cerca de seis mil vezes nesta terça-feira.
No Twitter, outro apoiador alegou que o "prazo de 72 horas" serviria para que, em meio a uma “revolta popular” contra o resultado da eleição, Bolsonaro invocasse “o artigo em que desconstitui” o Congresso e o STF. O autor da mensagem tem quase 80 mil seguidores e seu post foi compartilhado mais de 100 vezes.
A tese falsa das “72 horas” e de uma intervenção por ordem de Bolsonaro foi repetida nas manifestações que fecharam rodovias pelo país. Em um vídeo que circulou nas redes, um homem fardado diz a manifestantes pró-Bolsonaro que está “junto no mesmo barco” e que seria necessário “resistir 72 horas para o presidente tomar uma atitude. Por isso que ele não se manifestou até agora, ele não pode se manifestar até agora.”
A pessoa que fez a filmagem diz que o homem é um policial militar, o que não é verdade. Trata-se de um agente de trânsito da cidade de Itajaí (SC). Em nota, a prefeitura disse à Reuters que "será aberto processo administrativo para apurar a situação e o uso indevido de equipamentos públicos para fins político-partidários” e que o agente "foi afastado preventivamente das atividades de rua.”
Em uma narrativa paralela para justificar a “intervenção militar”, apoiadores dizem que uma suposta fraude eleitoral foi descoberta, e se valem de teorias da conspiração para sustentar as alegações.
Uns dizem que uma fraude foi descoberta por peritos estrangeiros e, com isso, Bolsonaro fará uso do artigo 142 para "intervenção pontual no Sistema Eleitoral Brasileiro". Publicações com esta alegação receberam quase 7 mil curtidas no Instagram e foram compartilhadas cerca de 500 vezes no Facebook. Outros, que “o Exército já sabe da fraude”, alegação que aparece em um vídeo visto pelo menos 235 mil vezes no Facebook.
Até o momento, não há qualquer indício de irregularidade nas eleições de 2022, e nunca houve fraude eleitoral comprovada desde que as urnas eletrônicas passaram a ser utilizadas, em 1996.
As Forças Armadas fazem parte do rol de instituições que podem fiscalizar as eleições brasileiras. Em setembro, a Reuters confirmou com uma fonte do alto escalão do Exército que um relatório com a checagem por amostragem das urnas eletrônicas seria entregue ao TSE, mas a corte não recebeu nenhuma documentação dos militares.
No dia 18, cobrado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a enviar os resultados da checagem, o Ministério da Defesa disse que não fez auditoria das urnas, mas apenas uma “fiscalização” do sistema de votação.
terça-feira, 1 de novembro de 2022
Eleição presidencial triplica visibilidade do Brasil na imprensa estrangeira
Cobertura que era crítica ao país devido às ações de Bolsonaro, adquiriu tom mais positivo no dia da eleição
(Foto: Ricardo Stuckert)
247 - O segundo turno das eleições presidenciais no Brasil levou a uma ampliação da visibilidade do país na imprensa internacional na última semana. No total, entre 24 e 30 de outubro foram registradas 169 reportagens com menções de destaque ao Brasil nos sete veículos da imprensa estrangeira analisados pelo Índice de Interesse Internacional (iii-Brasil), informa reportagem da Folha de S.Paulo.
Até o domingo (30), dia da eleição, é evidente o olhar crítico sobre a situação política do Brasil, com artigos a respeito da tensão vivida pelo país, análises negativas sobre o governo de Jair Bolsonaro e a preocupação sobre o estado da democracia. Mas a partir do fim do domingo, último dia analisado, alguns jornais estrangeiros já noticiaram a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com um tom mais positivo.

