terça-feira, 14 de novembro de 2023

"Me encantei com o Lula", diz Lu Alckmin

Esposa de Geraldo Alckmin diz que presidente transmite sentimento quando fala com a população mais pobre do País

Lula, Janja, Dona Lu e Alckmin
Lula, Janja, Dona Lu e Alckmin (Foto: RICARDO STUCKERT)

247 – A esposa do vice-presidente Geraldo Alckmin, Lu Alckmin, concedeu uma entrevista à jornalista Victoria Azevedo, da Folha de S. Paulo, em que falou sobre sua admiração pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Viajamos o Brasil inteiro, me encantei com o Lula. Porque em cada lugar que eu ia, era muita gente. E quando ele falava, o povo olhava para ele, chorava. Por quê? Porque ele passa sentimento. Ele foi pobre, ele sentiu fome, sentiu frio, então é uma coisa que não dá para você fingir, se você não estiver sentindo essa empatia. Passei a admirar muito ele", afirmou. "A vida é isso, né? O que você pensava ontem você já não pensa hoje," acrescentou.

Sobre a decisão de Alckmin de formar uma chapa com Lula, Lu revela que o diálogo foi estabelecido no início da campanha, destacando a necessidade de união por um bem maior, pela democracia e pelo país. Ao abordar as críticas dos apoiadores de Alckmin em relação à aliança com Lula, Lu Alckmin destaca que críticas são normais na vida, e acredita que a união foi bem-sucedida. Sobre a possibilidade de ela mesma entrar para a política, a segunda-dama é enfática: "Nunca. Sempre falei que meu trabalho é voluntário, faço trabalho social e amo o que eu faço."

A entrevista também abordou a convivência de Lu Alckmin com a primeira-dama Janja, elogiando o trabalho dela em prol das mulheres. Sobre as críticas que Janja recebe, Lu Alckmin defende a importância dela ao lado do presidente Lula. "Ela é a primeira-dama, é a companheira do presidente Lula, é quem está ao lado dele", ressalta. Sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro e a ex-primeira-dama, Michelle, ela prefere não se pronunciar. "Quando a gente não pode falar bem, a gente não fala nada", conclui.

Fonte:  https://www.brasil247.com/poder/me-encantei-com-o-lula-diz-lu-alckmin

 

segunda-feira, 13 de novembro de 2023

#AOVIVO | HASAN RABEE, QUE CONSEGUIU DEIXAR GAZA, FALA COM O ICL NOTÍCIA...

Sugestão para acabar os conflitos bélicos atuais

O modo mais fácil de acabar com os conflitos em Gaza, na Ucrânia e em outros países, é cortar as fontes de financiamento. Ou seja, substituir as importações desses países belicistas por produtos de outros países produtores. Espero que o Brasil comece a fazer isso o mais rápido possível

domingo, 12 de novembro de 2023

Bom dia 247, com Dafne, Hilde e Florestan (12.11.23)

Janja comemora repatriação dos brasileiros de Gaza, mas se diz aflita: "seguimos aguardando por um cessar-fogo"

Janja comemora repatriação dos brasileiros de Gaza, mas se diz aflita: "seguimos aguardando por um cessar-fogo": "Parabenizo a diplomacia do nosso país, que tem trabalhado arduamente para tornar real a repatriação dos brasileiros", publicou a primeira-dama

Após deixarem Gaza, brasileiros agradecem esforços de Lula e da diplomacia brasileira: "obrigado, presidente" (vídeo)

Após deixarem Gaza, brasileiros agradecem esforços de Lula e da diplomacia brasileira: "obrigado, presidente" (vídeo): Grupo cruzou a fronteira com o Egito neste domingo (12) e aguarda os trâmites burocráticos para retornar ao Brasil

Brasileiros cruzam fronteira com Egito em grande vitória do governo Lula e do Itamaraty

Quando a aeronave da Presidência tocar o solo da capital federal, a Operação Voltando em Paz terá transportado um total de 1.477 passageiros

Brasileiros que estavam em Gaza cruzam a fronteira
Brasileiros que estavam em Gaza cruzam a fronteira (Foto: Selfie de Hassan Rabee)

Agência Gov – O grupo de brasileiros acompanhado pelo Governo Federal que aguardava permissão de autoridades de Egito, Israel e da Autoridade Palestina cruzou a fronteira entre Gaza e Egito, no Portal de Rafah, neste domingo, 12 de novembro. “O grupo de 32 brasileiros e familiares já se encontra em território egípcio, onde foi recebido por equipe da embaixada do Brasil no Cairo, responsável pela etapa final da operação de repatriação”, oficializou uma postagem do Itamaraty às 5h41 desta madrugada na rede social X (antigo Twitter). “Duas pessoas do grupo que constava da lista original, de 34 nomes, desistiram da repatriação e decidiram permanecer em Gaza”, completou o comunicado.

"Bom dia, gente: a gente chegou na fronteira. Daqui a pouco vamos para o lado do Egito. Rezem por nós", afirmou  Hasan Rabee, num vídeo que gravou instantes antes de concretizar a saída. "Estamos saindo da Palestina e indo para o Egito. Esse é o caminho para o Egito. Não falta muita coisa. Um segundo, um minuto", festejou Hasan, já num ônibus entre o Portão de Rafah e o lado egípcio. 

"Já estão chamando os nossos nomes. Tenho o papel da saída agora", celebrou Shahed Al-Banna, uma jovem 18 anos que integra o grupo. Os dois se tornaram figuras conhecidas dos brasileiros por gravarem diariamente vídeos relatando a rotina de ansiedade e de restrições impostas pela guerra na Faixa de Gaza.

EM PAZ - Após o cruzamento da fronteira, o grupo embarca em um ônibus fretado pelo Governo Federal. Vão seguir viagem até um aeroporto designado pelo Egito. A aeronave VC2, da Presidência da República, aguarda o grupo para iniciar o décimo voo de repatriação de brasileiros desde o início da crise no Oriente Médio. Quando a aeronave da Presidência tocar o solo da capital federal, a Operação Voltando em Paz terá transportado um total de 1.477 passageiros, além de 53 animais domésticos. Três aeronaves da Força Aérea Brasileira e duas da Presidência da República foram utilizadas.

ACOLHIMENTO – Na chegada ao Brasil, o Governo Federal já tem uma operação de acolhimento montada. Em complemento ao apoio que terão de suas famílias no Brasil, eles terão à disposição serviços de abrigo, documentação e alimentação, além de apoio psicológico, cuidados médicos e imunização. Ficarão dois dias hospedados em Brasília.

“Alguns brasileiros já têm destino certo porque têm familiares aqui, então serão deslocados para esses locais. Uma parcela significativa, quase a metade do grupo, não tem onde ficar, mas o Governo Federal já disponibilizou, através do Ministério do Desenvolvimento Social, um local onde essas pessoas ficarão acolhidas. Vai ser no interior de São Paulo”, afirmou Augusto de Arruda Botelho, secretário nacional de Justiça do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Augusto de Arruda Botelho

Segundo ele, não há prazo específico para o atendimento que será fornecido pelo Governo Federal aos repatriados. “Estamos preparados para o tempo que for necessário, para que essas pessoas possam se integrar ao nosso país. Não há prazo limite fixado. Estamos prontos para recebê-los da melhor forma. Eles ficarão em um local com longa experiência de acolhimento de refugiados da forma mais completa, mais digna, sem prazo”, concluiu.

ACOMPANHAMENTO - Durante o período em Gaza, os brasileiros tiveram acompanhamento diário da diplomacia brasileira. Receberam recursos para garantir alimentação, água potável, gás de cozinha e medicamentos, tiveram acesso a atendimento médico e psicológico de forma online. Além disso, foram estabelecidos em residências alugadas pelo Governo Federal em Khan Yunis e Rafah e fizeram deslocamentos seguros em ônibus fretados pela representação brasileira em Ramala. Tanto os veículos quanto os imóveis eram identificados e informados às autoridades de Gaza e de Israel para evitar bombardeios.

Por meio de aplicativos WhatsApp, os diplomatas brasileiros mantinham contatos diários com o grupo para identificar necessidades e garantir, dentro da realidade de uma zona conflagrada, que todos estivessem nas melhores condições até que o cruzamento da fronteira fosse autorizado pelas autoridades.

ARTICULAÇÃO - O trabalho do Governo Federal exigiu intensa articulação da diplomacia nacional e envolvimento direto do próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na quinta-feira, 9/11, por exemplo, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, teve o quarto contato telefônico com o ministro das Relações Exteriores de Israel, Eli Cohen, para garantir a presença dos nomes dos brasileiros nas listas de saída de estrangeiros.

AÇÃO DIRETA - O presidente Lula, desde o início do conflito, com um atentado terrorista executado pelo Hamas em 7 de outubro, manteve intensas tratativas. Condenou veementemente os ataques, exigiu a liberação de reféns israelenses e, diante da guerra estabelecida na região na sequência, atuou para garantir ajuda humanitária, por negociar uma possibilidade de cessar-fogo e para permitir a abertura da fronteira para o retorno dos brasileiros.

Lula teve diálogos por telefone com dirigentes dos Emirados Árabes Unidos, de Israel, da Palestina, do Egito, da França, da Rússia, da Turquia, do Irã, do Catar e do Conselho Europeu. Também conversou com os brasileiros em Gaza e com parentes de civis israelenses sequestrados pelo Hamas. O Brasil também presidiu em outubro o Conselho de Segurança da ONU e atuou de forma reiterada para tentar aprovar uma resolução consensual que ajude a levar ao diálogo e à paz na região.

Fonte:  https://www.brasil247.com/brasil/brasileiros-cruzam-fronteira-com-egito-em-grande-vitoria-do-governo-lula-e-do-itamaraty

 

sábado, 11 de novembro de 2023

‘Palestinos estão em uma prisão a céu aberto. Defender extermínio de pessoas não é opinião, é crime’, diz presidente da Fepal

À TV 247, o dirigente da instituição palestina também afirmou que o governo dos EUA quer uma “limpeza étnica” no Oriente Médio. “Sem eles nada disso estaria acontecendo”, disse

  • Ualid Rabah (à esq.), Faixa de Gaza e Benjamin Netanyahu Ualid Rabah (à esq.), Faixa de Gaza e Benjamin Netanyahu (Foto: Pedro França/Agência Senado | Ricardo Stuckert/PR | Jacquelyn Martin/Pool via Reuters)

247 – O presidente da Federação Árabe Palestina do Brasil (Fepal), Ualid Rabah, alertou em entrevista à TV 247 para os prejuízos na Faixa de Gaza, onde a população sofre com más condições de saúde, energia, segurança e alimentação, por causa do conflito entre israelenses e palestinos. O dirigente da Fepal também criticou o governo dos Estados Unidos e citou o presidente norte-americano, Joe Biden.

O dirigente da Fepal condenou a “limpeza étnica da Palestina”, durante entrevista ao jornalista Joaquim de Carvalho, repórter especial e documentarista do 247. “(Gaza) É uma prisão a céu aberto. Defender extermínio de pessoas não é opinião, é crime. Israel assume que é um regime de apartheid, equivalente ao nazismo. É um projeto colonial”, afirmou Rabah, que também fez críticas aos Estados Unidos. “Os EUA querem o unilateralismo. Sem eles nada disso estaria acontecendo”.

Na entrevista, o presidente da Fepal também disse que investigadores brasileiros precisam ficar atentos com pessoas favoráveis ao governo israelense e mencionou Joe Biden. “Houve a normalização do discurso de ódio e quem promoveu foram apoiadores de Israel no Brasil. É preciso observar os sionistas no Brasil. São promotores do ódio. Parte deles está na Polícia Federal, na PM. Eles nunca tinham defendido o genocídio. O Biden está defendendo”.

O governo de Israel, do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, afirmou que o serviço de espionagem (Mossad) do país localizado no Oriente Médio trabalhou junto com a PF brasileira na Operação Trapiche, contra um plano de “ataque terrorista no Brasil, planejado pela organização terrorista Hezbollah, dirigida e financiada pelo regime iraniano”. Em comunicado, a PF adotou uma posição diferente da anunciada pelo governo israelense. A instituição brasileiro reforçou que não se pode fazer uma conclusão sem o término das investigações.

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/palestinos-estao-em-uma-prisao-a-ceu-aberto-defender-exterminio-de-pessoas-nao-e-opiniao-e-crime-diz-presidente-da-fepal-p0mvxl48

 

ÚLTIMAS NOTÍCIAS DA PALESTINA com Heloísa Villela e Rodrigo Vianna