domingo, 7 de julho de 2019
recordando meus momentos de felicidades
Minha primogênita Denise com seu garotão Levih, Eu segurando o Henrique, garotão da minha caçula Jacimara, na festa de aniversário de 3 anos do Henrique
Recordando o aniversário do meu neto |Henrique
Henrique comemorou seu terceiro aniversário no dia 22 de Abril juntamente com seu primo Levih, além da família, é claro
Denilson recebendo certificado de curso no ITEP
Denílson Pereira, ladeado pela sua irmã Jacimara, que é professora na instituição e pela sua Tia Cléia, que diretotra do ITEP
sexta-feira, 5 de julho de 2019
quinta-feira, 4 de julho de 2019
8 maluquices que só o governo Bolsonaro foi capaz de produzir

Imaginava-se um governo ruim, mas ninguém conseguiria prever o circo completo
Há seis meses, os brasileiros observaram Jair Bolsonaro subir a rampa do Palácio do Planalto e tomar posse como presidente da República. As expectativas eram dúbias e os horizontes, incertos. Sabia-se de uma pretensão em aprovar medidas impopulares, como a reforma da Previdência e o decreto das armas, mas nada poderia prever o circo que se formava nos bastidores da política brasileira.
A trupe dos ministros
Para chefiar um dos 22 ministérios, Bolsonaro preferiu confiar boa parte das cadeiras a uma trupe que endossasse seu discurso ideológico, raiz de sua popularidade.
O ministro da Educação protagoniza um dos episódios mais agitados da gestão Bolsonaro até aqui: o corte de 30% no orçamento discricionário das universidades públicas, primeiramente causado por ‘balbúrdia’, mas que teve sua real barganha política exposta quando se revelou a necessidade de apoio à reforma da Previdência.
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Abraham Weintraub tentou fazer a conta com chocolatinhos, mas errou a porcentagem. Depois, esbravejou dizendo que a “extrema-imprensa” que inventava estatísticas. Continua nessa tendência, mas agora conta com uma coreografia hollywoodiana. Para provar seu conhecimento limitado, confundiu Kafka com a carne cafta, e deu-se a explicação perfeita para o porquê dele estar à frente da pasta da ignorância, suprema em uma gestão do bolsonarismo.
Damares Alves, à frente do ministério dos Direitos Humanos, da Mulher e da Família, integra a ampla frente de 2 ministras mulheres em conjunto com Tereza Cristina, da Agricultura. Apesar da falta de representatividade, Damares tem como prioridade estabelecer azul para meninos e rosa para meninas.
Em defesa da família – mas só de um padrão, já que o gayzismo é coisa de esquerdista – e do ‘nascituro’, ela denuncia horrores da realidade socioeconômica brasileira, como as aulas de bruxaria para crianças do Nordeste. Grave.
Os elementos-problema
Zero-um, zero-dois, zero-três e infinitos problemas para o capitão. Entre a primeira queda de um ministro do governo, a acusação de enriquecimento ilícito e formação de associação criminosa e crimes virtuais e desentendimentos dentro do próprio partido, Flávio, Carlos e Eduardo Bolsonaro foram responsáveis por diversos escândalos nos primeiros seis meses de governo.
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O Recruta Zero e seus Zeros à esquerda, Flávio, Eduardo e Carlos (Foto: Roberto Jayme/ASCOM)
E não estavam desamparados nem pela base do eleitorado robô, nem filosoficamente. Árduos defensores de Olavo de Carvalho, que colocou fogo na fogueira entre os militares e a ala ideológica do governo, foi o filho ‘pitbull’ que apresentou ao pai o guru intelectual do governo, que impera sem diploma, sem relevância e com o nato ódio gratuito aos inimigos.
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O círculo bolsonarista também é recheado de figuras que comprometem a reputação do presidente. Jair, próximo da igreja evangélica, recentemente viu um casal de amigos pastores sendo preso nos EUA por não declarar 56 mil dólares em um voo. O dinheiro estava escondido em uma Bíblia do casal. Os dois, inclusive, são organizadores da Marcha para Jesus, evento que o presidente participou no último mês.
Não há como se esquecer também de Fabrício Queiroz, motorista e assessor de Flávio, amicíssimo da família Bolsonaro, que recolhia parte da remuneração dos servidores de gabinete de Flávio na Alerj para contratar colaboradores informais para alavancar a campanha do primogênito.
O deputado, aliás, homenageou na Alerj em 2007 Adriano Magalhães da Nóbrega, ex-PM apontado como chefe do Escritório do Crime, importante milícia carioca. Nóbrega é acusado de estar envolvido no assassinato da vereadora Marielle Franco. A relação do capitão e dos filhos com os milicianos não parou por aí: Élcio Queiroz, um dos apontados como executor de Marielle, tem fotos com o presidente. Ronnie Lessa, outro apontado como executor dos tiros na vereadora, mora no condomínio do capitão. Sua filha namorou o “04”, Renan Bolsonaro.
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Patrulha virtual
Para provar que merece ficar até o fim do mandato, Bolsonaro também inaugurou um novo tipo de protesto no Brasil: a manifestação positiva a si próprio. Milhares de verde-amarelistas tomam, de vez em quando, espaços no Brasil para apoiarem ministros corrompidos e reformas impopulares para tentar resgatar a popularidade do ex-capitão, que não caminha bem.

Manifestantes pró-Bolsonaro em frente ao Congresso Nacional em Brasília. Foto: EVARISTO SA / AFP
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Em seis meses de governo, o presidente perdeu três de seus ministros. Tudo começou em fevereiro, quando o capitão demitiu Gustavo Bebbiano, que ocupava o cargo de secretário-geral da Presidência. Bebbiano presidiu o PSL em 2018 e é implicado no esquema de candidaturas laranjas do partido. Recentemente, ele voltou a aparecer na esfera pública, tecendo críticas aos filhos do presidente, que “atrapalham” o governo.
No início de abril, foi a vez do colombiano Ricardo Vélez, que era ministro da Educação. Sua saída se deu em meio aos conflitos entre militares e olavistas.
Também por conta de atritos com o guru Olavo de Carvalho e os filhos do capitão, o general Santos Cruz, que comandava a secretaria do Governo, também foi despachado.
Outras posições do governo também tiveram seus nomes trocados, como o presidente da Funai, originalmente comandada por Ribeiro de Freitas; o presidente dos Correios, por Juarez da Cunha; e Joaquim Levy, que renunciou o cargo de presidente do BNDES.
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A busca pelo poder no STF
Bolsonaro não é o maior fã do Supremo Tribunal Federal. Desde sua campanha eleitoral, dizia querer aumentar para 21 a quantidade de ministros no STF. O objetivo é formar maioria ideológica. Entre seus apoiadores na instituição, ele questiona a falta de um ministro evangélico. Além do foco divino, Bolsonaro aposta ainda (ainda?) em Sérgio Moro. O capitão espera que o ex-juiz ocupe o cargo de Celso de Mello, que se aposenta em 2020.

Após os escândalos da Vaza Jato, o presidente levou o ministro Moro ao jogo do Flamengo. Uma tentativa de reconciliação com a opinião pública
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O aniversário do golpe
O presidente nunca escondeu seu apreço pela ditadura militar. Às vésperas do aniversário do golpe, determinou que as unidades militares celebrassem a data. A determinação causou controvérsias, a ponto do Ministério Público defender que celebrar um regime antidemocrático configura crime de responsabilidade. Ainda assim, em 31 de março, o governo divulgou um vídeo em defesa do golpe de 1964, alegando que os militares salvaram o Brasil de uma suposta ameaça comunista. Veja o vídeo:
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Homenagens, digamos, inusitadas
O presidente não “passou o pano” apenas para os militares brasileiros. Em evento da nova diretoria da Itaipu, junto ao presidente paraguaio Mario Abdo Benítez, ele elogiou Alfredo Stroessner, ditador que comandou o Paraguai de 1954 a 1989. Na mesma data, elogiou os ditadores brasileiros marechal Castello Branco, Costa e Silva, Emílio Médici, Ernesto Geisel e João Figueiredo. Este último descreveu como “saudoso e querido”.
Recentemente, prestou solidariedade ao MC Reaça, cantor que se suicidou após agredir a amante, que acreditava estar grávida. “Tinha o sonho de mudar o país e apostou em meu nome por meio de seu grande talento”, escreveu o presidente no Twitter. Veja:
O cantor não foi o primeiro com polêmicas machistas que o presidente elogiou. Logo após a acusação de que Neymar teria estuprado uma modelo, o presidente afirmou que o jogador está passando por um “momento difícil, mas acredito nele”.
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Apesar das lembranças a essas pessoas, o presidente nada comentou quando o músico Evaldo Pereira foi morto por 80 tiros do Exército no Rio de Janeiro ou quando a jogadora Marta, na Copa Feminina, se tornou a maior artilheira/o das Copas.
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- Fonte: https://www.cartacapital.com.br/politica/8-maluquices-que-so-o-governo-bolsonaro-foi-capaz-de-produzir/?fbclid=IwAR0Y2IYcukT2Zi1c5twzH22c54JVZ9fqIyllfC3WpCFZaiDuIO9Kb3ddX3Q
Avareza: Os papéis que revelam riquezas, escândalos e segredos do Vaticano - Planeta, 2016
![Avareza por [Fittipaldi, Emiliano]](https://images-na.ssl-images-amazon.com/images/I/511K1UuH25L.jpg)
Tradução de Carlos Aboim de Brito
Grifo meu: Isto é só uma provinha do que há neste livro que está na internet para qualquer um baixar e ler.
13 Prólogo
Então Judas Escariotes, um dos seus discí-pulos, que depois iria traí-lo, disse: “Por que razão este óleo perfumado não foi vendido por trezentos denários para depois dá-lo aos pobres?”Disse-lhes isso não porque se preocupasse com os pobres, mas porque era ladrão e, como dispunha da caixa, tirava aquilo que metiam dentro dela.joão 12, 4-6
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Os dois monsenhores começam a falar de imediato depois de o empregado ter trazido o carpaccio de atum e o prato de cama-rões vermelhos. Antes tinham permanecido calados. A percorrer a lista de vinhos brancos para escolher o mais adequado para acom-panhar as iguarias, partindo o pão aos pedacinhos, olhando à volta com ar de enfado, em busca de um rosto conhecido que pudessem saudar no jardim do restaurante Ai Parioli. Espetado o primeiro camarão, o sacerdote mais velho, aque-le que nunca tinha encontrado antes, vai direto ao assunto. “Tens de escrever um livro. Deves escrevê-lo também por Francisco. Que deve saber. Deve saber que a Fundação do Menino Jesus, nascida para recolher as ofertas para as crianças doentes, pagou parte das obras feitas na nova casa do cardeal Tarcisio Bertone. Deve saber que o Vaticano possui casas, em Roma, que valem quatro mil milhões de
14 euros. É isso. Dentro delas não estão refugiados, como o Papa pre-tendia, mas uma quantidade de protegidos e VIP que pagam rendas ridículas. “Francisco tem de saber que as fundações sob o nome de Ratzinger e de Wojtyla encaixaram tanto dinheiro que agora con-servam no banco mais de 15 milhões. Deve saber que as ofertas que os seus fi éis lhe oferecem todos os anos através do Óbolo de São Pedro não são despendidas com os mais pobres, mas acumuladas em contas e investimentos que hoje valem quase 400 milhões de euros. Deve saber que quando retiram alguma coisa do Óbolo, os monsenhores o fazem em nome das exigências da cúria romana. “Deve saber que o IOR1 tem quatro fundos de benefi cência avaros como Harpagon: não obstante o instituto vaticano produ-zir lucros de dezenas de milhões, o fundo para obras missionárias ofereceu este ano a miséria de 17 mil euros. Para todo o mundo! Tem de saber que o IOR ainda não foi saneado e que dentro do torreão ainda se escondem clientes abusivos, gente investigada em Itália por crimes graves. Deve saber que o Vaticano nunca deu aos vossos investigadores do Banco de Itália a lista de quem fugiu com o espólio para o estrangeiro. Apesar de o termos prometido. Deve saber que para fazer um santo, para ser declarado beato, é preciso pagar. Isso, desembolsar dinheiro. Os caçadores de milagres são ca-ros, são advogados, querem centenas de milhares de euros. Tenho as provas. “Deve saber que o homem que ele próprio escolheu para pôr em ordem as nossas fi nanças, o cardeal George Pell, na Austrália acabou por fi gurar num inquérito do governo sobre a pedofi lia, al-gumas testemunhas defi nem-no como “sociopata”, mas em Itália ninguém escreve nada. Tem de saber que Pell gastou, para ele e os seus amigos, entre honorários e roupa à medida, meio milhão de euros em seis meses. “Francisco tem de saber que a sociedade de revisores de contas americana, que alguns de nós chamaram para controlar as contas do Vaticano, pagou em setembro de 2015 uma multa de 15 milhões por 1Istituto per le Opere di Religione (Instituto para as Obras de Religião), comum-mente conhecido como Banco do Vaticano. (N. T.)
15 ter amaciado os relatórios de um banco inglês que fazia transações ilegais no Irão. Tem de saber que a Santa Sé, para ganhar mais di-nheiro, distribuiu cartões especiais por meia Roma: hoje vendemos combustíveis, cigarros e roupa tax free, encaixando 60 milhões por ano. “Deve saber que não é só Bertone que vive em trezentos me-tros quadrados, mas que existe um montão de cardeais que vivem em apartamentos de quatrocentos, quinhentos e seiscentos metros quadrados. Mais penthouse e terraço panorâmico. Deve saber que o presidente da APSA2, Domenico Calcagno, arranjou um bom retiro numa quinta da Santa Sé no meio da vegetação, mandando abrir uma società di comodo3 para os seus parentes longínquos. Deve sa-ber que o moralizador Carlo Maria Viganò, o herói protagonista do escândalo Vatileaks, está em contencioso com o irmão sacerdote que o acusa de lhe ter surripiado milhões da herança. Deve saber que Bertone apanhou um helicóptero que custou 24 mil euros para ir de Roma a Basilicata. Deve saber que a Fundação do Menino Jesus con-trola no IOR um património incrível de 427 milhões de euros e que o Vaticano investiu mesmo em ações da Exxon e da Dow Chemical, multinacionais que poluem e envenenam. Deve saber que o Hospital do Padre Pio tem trinta e sete prédios e imóveis com um valor esti-mado em 190 milhões de euros. Deve saber que os salesianos inves-tem em sociedades no Luxemburgo, os franciscanos na Suíça, que dioceses no estrangeiro compraram uma empresa proprietária de televisões porno. Deve saber que um bispo esbanjou na Alemanha 31 milhões para restaurar a sua residência e que, uma vez apanha-do, foi promovido com um cargo em Roma. Francisco deve saber uma quantidade de coisas. Coisas que não sabe, porque ninguém lhas di