quarta-feira, 14 de dezembro de 2022

Militares já esperam ordem de Lula para acabar com atos golpistas

 Redação Notícias

Lula (Foto: EVARISTO SA/AFP via Getty Images)

Lula (Foto: EVARISTO SA/AFP via Getty Images)

  • Lula quer encerrar as aglomerações no entorno das unidades militares;

  • Retirada de apoiadores de Jair Bolsonaro na entrada de quartéis será um dos primeiros pedidos de Lula para os futuros comandantes-gerais;

  • Bolsonaristas fazem atos antidemocráticos desde a vitória do petista, em 30 de outubro.

Os comandantes de unidades militares sitiadas por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) já esperam ordem do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para dispersar os atos antidemocráticos em frente a quartéis pelo país. A informação é do jornal Folha de S. Paulo e foi divulgada nesta quarta-feira (14).

Revoltados com a derrota nas eleições de outubro, bolsonaristas têm feito manifestações golpistas em várias cidades brasileiras. Desde o dia 30 de outubro, eles não aceitam a vitória de Lula e pedem intervenção militar.

Na terça (13), foi publicada a informação de que o petista irá pedir aos próximos comandantes-gerais das Forças Armadas a remoção de manifestantes que fazem protestos na entrada de quartéis contestando o resultado das urnas e pedindo golpe.

A retirada dos apoiadores de Bolsonaro será um dos primeiros pedidos de Lula em conversa com os futuros comandantes-gerais a serem confirmados por ele.

O presidente eleito já havia compartilhado com parlamentares de sua base aliada que trataria com os generais o plano de encerrar as aglomerações e acampamentos no entorno das organizações militares.

Ainda segundo o jornal, a dispersão dos golpistas é a prioridade do Ministério da Defesa, que será comandado por José Múcio, principalmente depois dos atos de violência que ocorreram em Brasília na noite de segunda-feira (12).

Apoiadores de Bolsonaro tentaram invadir a sede da Polícia Federal (PF) e entraram em confronto com oficiais da corporação. Eles também quebraram vidros da 5ª Delegacia de Polícia, na Asa Norte. Isso tudo aconteceu após o STF (Supremo Tribunal Federal) determinar a prisão temporária contra o indígena José Acácio Tserere Xavante, apoiador do atual mandatário.

De acordo com o Supremo e a PGR (Procuradoria-Geral da República), Tserere é investigado por participar de atos antidemocráticos e reunir pessoas para cometer crimes.

Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/militares-ja-esperam-ordem-de-lula-para-acabar-com-atos-golpistas-151204321.html

terça-feira, 13 de dezembro de 2022

Diplomação de Lula e Alckmin no TSE

LULA DIPLOMADO, XANDÃO TOCA O TERROR NOS BOLSONARISTAS: OS BANDIDOS SERÃ...

Relator do orçamento de 2023 prevê R$ 6,8 bi para bancar aumento real do salário mínimo

 


Planilha prevê a recomposição do salário mínimo com reajuste acima da inflação, uma das promessas da campanha de Lula, além de recursos para o Farmácia Popular e o Bolsa Família

www.brasil247.com - Luiz Inácio Lula da Silva Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Reuters)

Rede Brasil Atual (RBA) - O aumento real do salário mínimo será contemplado pelo orçamento de 2023, de acordo com o relator da proposta, o senador Marcelo Castro (MDB-PI). O parlamentar divulgou nesta segunda-feira (12) uma planilha com valores extras a serem destinados aos ministérios no próximo ano, incorporando os R$ 145 bilhões adicionais autorizados na proposta de emenda à Constituição (PEC) da Transição. A medida já foi aprovada pelo Senado e está em análise nesta semana na Câmara dos Deputados. 

O documento prevê que R$ 6,8 bilhões sejam destinados para bancar o aumento real do salário mínimo. Ou seja, garantir o reajuste acima da inflação. Essa é uma das promessas de campanha do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o senador eleito Wellington Dias (PT-PI), coordenador do grupo de Orçamento da equipe de transição, o novo governo quer elevar o patamar mínimo atual, de R$ 1.212, para R$ 1.320 no ano que vem. Acima do reajuste de 7,41% previsto pelo presidente derrotado, Jair Bolsonaro (PL). Desde 2020, o salário foi reajustado sem aumento real e, em 2023, ficaria em R$ 1.302, de acordo com a proposta do Executivo. 

Castro ainda está elaborando o relatório, que poderá sofrer ajuste até o fim do dia. Conforme reportou a RBA mais cedo, a expectativa é que a PEC da Transição seja analisada diretamente em plenário nesta terça (13) para ser votado na quarta (14). Na semana passada o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, confirmou que o Orçamento para 2023 será aprovado pelo Congresso Nacional ainda neste mês de dezembro, antes do recesso parlamentar.

Social, saúde e educação: as mais contempladas

Além da recomposição do salário mínimo, a planilha do relator também prevê a manutenção do pagamento do Bolsa Família de R$ 600 e do adicional de R$ 150 por criança de até seis anos. As ações sociais ganharão um extra de R$ 75 bilhões, dos quais R$ 70 bilhões serão destinados para o programa. Os outros R$ 5 bilhões vão financiar outras medidas na área. “O espaço orçamentário criado com a aprovação da PEC do Bolsa Família possibilitou recompor o orçamento de praticamente todas as áreas que estavam deficitárias na proposta orçamentária entregue pelo governo atual”, justificou Castro à imprensa.

O relator também prevê a recomposição de recursos do programa Farmácia Popular. Ao todo, serão destinados R$ 22,7 bilhões a mais para o Ministério da Saúde. Sendo que, desse total, R$ 2,109 bilhões irão para o programa de remédios. O montante é cerca de R$ 1 bilhão a mais do que esperava gastar a gestão de Bolsonaro que cortou recursos da área para destinar ao chamado “orçamento secreto”. Sem os recursos necessários, pessoas doentes e pobres perderiam o acesso a 13 tipos de remédios para doenças como diabetes, asma e hipertensão, entre outras. 

O ministério da Educação também deve receber o terceiro maior orçamento, com R$ 10,9 bilhões de recursos extras. Outra aposta do novo governo será no programa Minha Casa, Minha Vida que deve ficar com R$ 9,5 bilhões adicionais. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) deve ter um reforço de cerca de R$ 11 bilhões. Assim como o Ministério da Ciência e Tecnologia que deve ganhar mais R$ 5 bilhões. 

Também são estimados pelo relator do orçamento R$ 4 bilhões para a Cultura e R$ 800 milhões para a Justiça e Segurança Pública. A pasta está entre as cinco que já teve confirmado o nome do futuro ministro, o senador eleito Flávio Dino (PSB-MA). O Ministério da Defesa, que será comandado por José Múcio Monteiro Filho (PTB), deve receber mais de R$ 1 bilhão.

Fonte: https://www.brasil247.com/economia/relator-do-orcamento-de-2023-preve-r-6-8-bi-para-bancar-aumento-real-do-salario-minimo

Bom dia 247 - O povo diplomado (13.12.22)

segunda-feira, 12 de dezembro de 2022

IPVA 2023: Confira lista dos carros que ficarão isentos do pagamento

 

O IPVA, Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores, é o imposto cobrado anualmente pelo governo do Estado, onde o valor arrecadado é dividido entre Estado, Município e União para atender às necessidades básicas, como educação e saúde.

No entanto, existe uma lei que exige que alguns modelos de veículos estejam isentos do pagamento do IPVA, o que dependerá da data de fabricação no estado em que está licenciado.

Idade da isenção por Estado

Cada Estado brasileiro tem uma data estimada de isenção, confira:


10 anos - Rio Grande do Norte, Roraima e Goiás;
15 anos – Bahia, Amazonas, Amapá, Distrito Federal, Ceará, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Maranhão, Paraíba, Pará, Piauí, Sergipe, Rondônia e Tocantins;
18 anos - Mato Grosso;
Carros fabricados até 31 de dezembro de 2000 - Alagoas;
20 anos – São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná, Acre e Mato Grosso do Sul;
Carros fabricados até 1985 - Santa Catarina;
Redução Progressiva - Pernambuco e Minas Gerais.

Lista de carros isentos de pagamento

Agora que entendemos quais são os critérios utilizados para que o pagamento seja isento, confira quais são os principais carros que serão deixados de fora do pagamento de acordo com a idade de isenção estatal.

Carros isentos de 10 anos de fabricação


10 anos - Rio Grande do Norte, Roraima e Goiás;
15 anos – Bahia, Amazonas, Amapá, Distrito Federal, Ceará, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Maranhão, Paraíba, Pará, Piauí, Sergipe, Rondônia e Tocantins;
18 anos - Mato Grosso;
Carros fabricados até 31 de dezembro de 2000 - Alagoas;
20 anos – São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná, Acre e Mato Grosso do Sul;
Carros fabricados até 1985 - Santa Catarina;
Redução Progressiva - Pernambuco e Minas Gerais.

Lista de carros isentos de pagamento

Agora que entendemos quais são os critérios utilizados para que o pagamento seja isento, confira quais são os principais carros que serão deixados de fora do pagamento de acordo com a idade de isenção estatal.

Carros isentos de 10 anos de fabricação

A partir de 20 anos de fabricação, nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná, Acre e Mato Grosso do Sul estarão isentos de IPVA os seguintes carros:

Fiat Fiorino 2002;
Fiat Uno 2002
Fiat Stilo Schumacher Season 2006;
Jeep Wrangler 2002;
Toyota Hilux 2002.

Carros fabricados até 1985

Em Santa Catarina, os seguintes carros fabricados até 1985 estarão isentos de IPVA:

Toyota Corolla SE-G 2003;
Chevrolet Chevette 1985;
Dodge Dart 1970;
Volkswagen Fusca 1985;
Willys Rural Pickup 1966.


Carros com isenção progressiva

Nos estados de Minas Gerais e Pernambuco, estão os seguintes carros que estarão isentos do pagamento do IPVA:

Ford Modelo A 1929;
Volkswagen Fusca 1961;
Volkswagen Passat 1979;
Ford Belina 1973.

Então, agora que você já sabe sobre a isenção, fique atento ao seu carro e se, de fato, será necessário que o pagamento do IPVA 2023 seja feito.

Com informações do site: Equipe Rede Brasil, Equipe Rede Brasil

domingo, 11 de dezembro de 2022

Má distribuição de renda jogou 4,2 milhões de brasileiros na pobreza, diz pesquisa

Levantamento aponta que 70% do aumento da pobreza entre 2012 e 2021 está ligado a uma piora na distribuição de renda no Brasil

www.brasil247.com - (Foto: Oswaldo Forte/Agência Belém)

247 - Um estudo elaborado pelos pesquisadores Pedro Ferreira de Souza, Rafael Osório e Marcos Hecksher, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), aponta que o aumento da desigualdade jogou cerca de 4,2 milhões de brasileiros na pobreza. De acordo com o jornal O Globo, o levantamento aponta que 70% do aumento da pobreza entre 2012 e 2021 está ligado a uma piora na distribuição de renda no Brasil.

“A parcela da população com renda per capita de até R$ 292 mensais subiu de 12,8% em 2012 para 15,7%, o maior nível da série histórica. São cerca de 33 milhões na pobreza”, destaca a reportagem. Em 2021,  o crescimento da pobreza registrou a maior alta em 30 anos. 

“Essa alta é totalmente explicada pelo auxílio emergencial ter sido bem menor (no ano passado em relação a 2020, no auge da pandemia) e a recuperação econômica bem mais lenta, com mercado de trabalho ruim”, disse Souza. “Esperávamos que voltasse a 2019, perto de 13%, mas está quase em 16%”, ressaltou o pesquisador. 

Ainda segundo ele, “o país está na contramão do que vinha antes de 2014. Desde a recessão de 2015 e 2016, o aumento da desigualdade tem sido um efeito muito constante. O crescimento até varia, mas, nesse período, a maior parte do aumento da pobreza veio do empobrecimento dos mais pobres. Isso traz preocupação diante do novo normal do mercado de trabalho, muito difícil para os mais vulneráveis”.

Fonte: https://www.brasil247.com/economia/ma-distribuicao-de-renda-jogou-4-2-milhoes-de-brasileiros-na-pobreza-diz-pesquisa

sexta-feira, 9 de dezembro de 2022

AO VIVO E COM IMAGENS: BRASIL X CROÁCIA | QUARTAS DE FINAL | COPA DO MUN...

Governo Lula quer Brasil na indústria de semicondutores após ‘quatro anos de sabotagem’

 


Transição identifica ataques de Bolsonaro contra a ciência e os classificam como “estratégia de caos”. Agora, missão é reconstruir

www.brasil247.com - Ciência-tecnologia-educação Ciência-tecnologia-educação (Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)

Rede Brasil Atual - “Quatro anos de sabotagem levaram a ciência, a tecnologia e a inovação ao desmantelamento”, afirma o ex-ministro da pasta Celso Pansera (2015-2019). Integrante do grupo de trabalho do governo de transição sobre o tema, Pansera defende a reconstrução urgente do ministério, sucateado por Jair Bolsonaro. “Há um acúmulo de inteligência perdida nos últimos anos. O primeiro passo será a retomada da infraestrutura abandonada”, disse. Uma das estruturas centrais deixada de lado pelo atual governo é o Centro Nacional de Tecnologia Avançada (Ceitec). A empresa é uma iniciativa pioneira do segundo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2008, que produz inteligência de semicondutores.

A tecnologia é a base para que o Brasil possa produzir chips e entrar em um restrito e especializado mercado global. “Nosso futuro como economia e como sociedade de conhecimento precisa da área de tecnologia”, definiu o coordenador dos grupos de transição, Aloizio Mercadante.

“Mais software, mais games, mais hardware. E o chip é o coração, a célula desse sistema. Temos interesse de parceria com o setor privado. Mas nenhum país que domina essa tecnologia vai querer transferi-la. Então, só o mercado não vai resolver questões estratégicas da nação. Precisamos de política industrial. Voltaremos a priorizar os semicondutores”, completou. A tecnologia, por exemplo, é responsável pelo crescimento explosivo de regiões como o Vale do Silício, na Califórnia.

Reorganização do Estado

O GT da Ciência e Tecnologia aponta caminho para a retomada do Ceitec e pansera explica que a reorganização do Estado é o ponto central do desenvolvimento. “Toda nossa movimentação é para manter o Ceitec. Ele pode ser imediatamente autossuficiente e competitivo se conseguir contrato com os chips das capas dos passaportes. Logo, temos tecnologia para isso e não precisamos comprar do exterior”, explicou. Este é apenas um caminho para aproveitamento rápido da expertise que já existe na empresa. Esses chips também podem ser aproveitados em cartões de bancos públicos, por exemplo. Trata-se de baratear os custos das empresas públicas e, ao mesmo tempo, inserir o Brasil na indústria chamada de 4.0.

Propostas urgentes

A retomada do Ceitec é apenas uma das propostas urgentes do GT de Ciência, Tecnologia e Inovação. O coordenador do grupo, o também ex-ministro da pasta Sérgio Rezende, explica que existe uma lista extensa de medidas. Entre elas, uma reestruturação completa para evitar, por exemplo, o apagão visto nos últimos dias em relação às bolsas dos pós-graduandos.

Para isso, a ideia é articular a elevação dos orçamentos do CNPq e da Capes, responsáveis pelas bolsas. “Isso já em 2023, para possibilitar o pagamento e, inclusive, a correção e ampliação das bolsas”, disse Rezende. Os valores das bolsas não são corrigidos desde 2013. Neste período, a inflação registrada é mais de 40%. “Isso tudo é resultado de um governo negacionista como vocês bem sabem”, afirma o ex-ministro.

Fundo setorial

Outro ponto central é a retomada da valorização do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDTC). O fundo setorial foi alvo de ataques constantes de Bolsonaro desde o primeiro ano de governo. Em outubro, no maior deles, o presidente editou medida provisória (MP) que contingenciou os valores do FNDTC até 2026. O Congresso ainda não avaliou a matéria. A expectativa é de veto.

“Vamos solicitar que o Congresso devolva essa MP. O governo coloca o orçamento do fundo no orçamento e diz que não vai executar, isso significa a contingência. Temos lei que proíbe esse contingenciamento. O governo está driblando a lei com a MP. É inaceitável”, explica o coordenador.

Rezende explicou que até o fim de semana o GT entregará um detalhamento maior das propostas de curto e médio prazo. “Existem muitas portarias e decretos estudados em detalhes que precisam ser revogadas nos primeiros dias de governo. Precisamos de uma reestruturação”, concluiu.

Ambiente de confusão

O fato é que o governo de transição encontrou o setor com danos severos. De acordo com Celso Pansera, não foi mero descaso, masestratégia bolsonarista. “O governo que se encerra agora estruturou um ambiente de confusão e negação da realidade. Isso levou o governo a, estrategicamente, fazer ataque à ciência, tecnologia e inovação. Foi necessário fazer o desmonte do setor para que a estratégia de confusão se instalasse no país.”

Contudo, Rezende argumenta que o momento atual é de “renovar as esperanças”. Ele argumentou que, mesmo antes de começar, o governo Lula já se cercou de cientistas com expertise para traçar um caminho de reconstrução do setor. “Não preciso falar da importância da ciência e tecnologia para o desenvolvimento das nações. Estamos em uma fase de fundo de poço, a maior crise do setor em 24 anos. Mas o momento é de esperança.”

O caminho da PEC

Mercadante explicou que o caminho para ampliar investimentos e renovar a Ciência e a Tecnologia do país passa pela PEC da Transição (Proposta de Emenda à Constituição 32). A matéria, já aprovada no Senado, é fundamental para manter as atividades do Estado. Isso porque Bolsonaro deixou um orçamento impraticável mesmo para questões básicas da estrutura de governo. Então, a transição articula a PEC para retirar alguns pontos, como o Bolsa Família, do chamado teto de gastos.

“Não haverá recursos para reorganizar o país e atividades essenciais da sociedade sem a aprovação da PEC da Transição”, afirma Mercadante. “Então, depende do volume de recursos que forem autorizados. Estamos acompanhando todos os grupos. Tivemos excelente resultado no Senado. Há uma ampla compreensão da necessidade. Nosso trabalho contribui para mostrar isso. Bolsonaro quebrou o Estado. Precisamos reconstruir. Primeiramente, sem a revisão do teto, não tem condições”, concluiu.

Fonte: https://www.brasil247.com/brasil/governo-lula-quer-brasil-na-industria-de-semicondutores-apos-quatro-anos-de-sabotagem